A medida foi sugerida em forma de projeto ao parlamento, por ação da deputada Vivian Naves (PP), e acabou aprovada, nesta semana, em segunda votação, indo agora à sanção do governador, Ronaldo Caiado (UB). De acordo com o texto, o objetivo central da proposta é “promover o voluntariado de forma articulada entre o Estado, organizações da sociedade civil e o setor privado”.

Entre os atos concretos a serem assumidos pelas empresas a ponto de ganharem o selo a missão de “estimular ações que permitam que parcelas economicamente privilegiadas da sociedade conheçam de forma mais profunda a desigualdade social”, diz trecho do projeto.

São vários os setores que podem vir a se tornar alvo de ações voluntárias. Por definição, a deputada trouxe no texto da provável futura lei que tudo que se enquadre como “benefício e à transformação da sociedade por meio de ações cívicas, de desenvolvimento sustentável, culturais, educacionais, científicas, recreativas, ambientais, de assistência à pessoa ou de promoção e defesa dos direitos humanos e dos animais” serão reconhecidos com o selo.

“A responsabilidade social já há muito tempo não é uma questão opcional, mas uma exigência do próprio público consumidor, independente do setor, de todas as empresas. O empresário, e eu falo como uma, tem o dever de estar comprometido com o bairro, a cidade, o estado, país e também com o próprio planeta. O voluntariado é um ato de amor, mas também a consciência de que se tem alguém precisando é meu dever ajudar”, finalizou.