Uma investigação conduzida pela 12ª Delegacia da Polícia Civil de Taguatinga, que durou pouco mais de um ano, desvendou um crime movido por ganância e traição familiar.  No último dia 20 de agosto, agentes da PCDF cumpriram o mandado de prisão preventiva contra um homem de 41 anos, acusado de ser o mandante da morte do próprio irmão. 

Na manhã do dia 20 de agosto de 2026, os agentes da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) cumpriram o mandado de prisão preventiva, expedido pelo Tribunal do Júri de Taguatinga, contra um homem de 41 anos, acusado de ser o mandante da morte do próprio irmão.

Segundo as investigações, a motivação do crime teria ocorrido pelo acúmulo de dívidas financeiras no valor de R$40 mil,  que o acusado de 41 anos mantinha com a vítima. Para acabar com as cobranças dos débitos, o homem encomendou a execução do irmão.  

O assassinato contou com a participação de outras duas pessoas: um homem de 33 anos, responsável pela execução e o fornedor da arma, de 22 anos. 

A cronologia do crime

O crime foi planejado e executado de forma premeditada. Em 17 de março de 2025, o homem de 33 anos foi até a casa de um jovem de 22 anos para buscar a arma que seria usada na execução.

Na sequência, o suspeito seguiu de motocicleta até o local onde a vítima trabalhava, em uma estação do metrô, e aguardou o fim do expediente. Já na madrugada de 18 de março, quando o homem deixava o trabalho e entrava no próprio carro, foi surpreendido pelo atirador.

Sem chance de reação, a vítima foi atingida por sete disparos de arma de fogo e morreu no local.

A investigação do homicídio foi conduzida ao longo de 12 meses pela 12ª DP, com uso de técnicas de inteligência e análise de dados. A partir da quebra e do cruzamento de informações telefônicas, telemáticas e bancárias, os investigadores conseguiram identificar movimentações financeiras, contatos e elementos que ajudaram a esclarecer a dinâmica do crime.

Dois suspeitos continuam foragidos

O homem apontado como mandante, de 41 anos, já está sob custódia da Justiça. Já o suposto executor, de 33 anos, e o comparsa, de 22, continuam foragidos. Segundo informações da inteligência policial, os dois podem ter deixado o Distrito Federal e estar escondidos em outros estados.

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) pede a colaboração da população para ajudar na localização dos suspeitos. Denúncias podem ser feitas de forma anônima e com sigilo pelos seguintes canais:

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