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Faculdade de Direito da UFG lamenta morte de estudante

[caption id="attachment_3243" align="alignnone" width="620"]Reprodução: Facebook Reprodução: Facebook[/caption] A Faculdade de Direito (FD) da Universidade Federal de Goiás (UFG) emitiu nota lamentando a morte do estudante Thales Carvalho Melazzi Barreto, de 21 anos. O jovem morreu após ser baleado na última sexta-feira (3/5). O laudo do Instituto Médico Legal (IML) deve ficar pronto somente em 15 dias. Em nota, a FD diz que “se coloca ao lado da Justiça para o combate a toda forma de violência, primando pelos fundamentos da Justiça e da paz para que a sociedade não sofra com outras vidas ceifadas dessa maneira”.

Em decadência nas pesquisas, Dilma faz força para abafar a volta de Lula no PT

Como se estivesse atordoada, a presidente cometeu em série atos eleitoralmente incorretos durante a semana, como o de confessar-se autossuficiente e revelar-se vingativa

Ainda está distante aquela avaliação final do mensalão que Lula sempre promete

[caption id="attachment_3104" align="alignnone" width="620"]Lula da Silva promete recontar o mensalão, mas esquece-se de que quando estourou o escândalo ele se disse traído Lula da Silva promete recontar o mensalão, mas esquece-se de que quando estourou o escândalo ele se disse traído[/caption] É curiosa a dosimetria do ex-presidente Lula. Naquela entrevista em Lisboa, há uma semana, ele calculou que o julgamento do mensalão teve “praticamente 80 por cento de decisão política e 20 por cento de decisão jurídica” do Supremo Tribunal Federal. A precisão do cálculo tropeça naquele “praticamente”, que no universo matemático contém dimensão indefinida. Houve leitor de jornal, como o brasiliense José Humberto Mancuso, que escreveu carta afirmando que o conteúdo político do processo pode explicar a ausência de Lula entre os mensaleiros denunciados. Sendo chefe do governo que adotou o mensalão, estaria sujeito, inclusive, a impeachment. “Tem companheiros do PT presos, eu indiquei seis pessoas da suprema corte que julgaram e acho que cada um cumpre com o seu papel”, afirmou o ex em outro momento da entrevista. O que ele quis dizer com isso? Politicamente, os seis deveriam corresponder favorecendo os petistas? O presidente na época indicou os seis ao Senado na expectativa de que fossem fiéis ao governo? Na verdade, Lula indicou 6 entre 11 ministros, mas um deles morreu antes de participar do julgamento propriamente no plenário, Carlos Alberto Direito. Portanto, no placar de condenações pelo Supremo estavam cinco votos vindos da era Lula. O primeiro que ele indicou foi Joaquim Barbosa, o severo relator do mensalão e atual presidente do Supremo. A partir de Barbosa, todas as outras indicações ocorreram quando o processo do mensalão já corria no Supremo. Então, o primeiro indicado por Lula foi o fiel Ricardo Lewandowski. Mais na frente veio o fiel Dias Toffoli, ex-advogado do PT. As indicações da presidente Dilma Rousseff foram decisivas na redução da pena de mensaleiros na etapa das infringências. “O que eu acho é que não houve mensalão”, disse Lula em certo momento, em Lisboa, num caso onde o verbo achar funciona como um pensamento incerto, estranho a quem faz cálculos. Como presidente, em agosto de 2006, parecia mais seguro ao providenciar um pronunciamento em cadeia de televisão e rádio para se desculpar pelo mensalão: — Eu me sinto traído. Traído por práticas inaceitáveis das quais nunca tive conhecimento. Estou indignado pelas revelações que aparecem a cada dia e que chocam o país. Agora, na entrevista à televisão portuguesa, a jornalista Cristina Esteves perguntou por pessoas de confiança do então presidente e que estão presas por serem mensaleiras, como José Dirceu e José Genoino. Lula então interrompeu a pergunta. “Não se trata de gente de minha confiança”, atravessou, como quem se sentia incomodado com a conversa: — Tem companheiro do PT preso e eu também não vou ficar discutindo a questão da suprema corte. O que eu acho é que essa história vai ser recontada. Volta e meia Lula promete uma avaliação definitiva do mensalão que ocorreria ao final do processo no Supremo, o que ocorreu em março último. Há um mês, em entrevista a um grupo de blogueiros amigos, ele confirmou o compromisso que não se realiza: “A história do mensalão vai ter que ser recontada nesse país e, se eu puder ajudar, vou ajudar a recontá-la. Quero que a verdade venha à tona. Como não quero julgar ninguém de forma precipitada, tem que esperar a poeira baixar.”

Reinaldo Barreto diz que Cairo Peixoto “dançou” porque subestimou o prefeito Paulo Garcia

[caption id="attachment_3241" align="alignleft" width="250"]bas9 Reinaldo Barreto[/caption] O ex-secretário de Finanças da Prefeitura de Goiânia Reinaldo Barreto diz que seu sucessor, Cairo Peixoto, “caiu rápido porque subestimou publicamente o prefeito Paulo Garcia, que comanda a cidade há três anos, ao dizer que ele não tinha informação sobre a difícil situação financeira municipal. Freitas anunciou medidas que já estavam em andamento, como a criação do Cadin e o projeto de recebimento da dívida ativa, como se fossem iniciativas suas. É um boquirroto”. Um petista, menos moderado do que Reinaldo Barreto, embora prefira o anonimato, chama o ex-secretário de “Parvo de Desfeitas”. “Na verdade, apresentado como o homem que sabia das coisas, Parvo está desatualizado, anacrônico. Ele parou no tempo. Não entendeu que os métodos modernos de gestão de finanças têm pouco a ver com aqueles que empregava na gestão de Darci Accorsi., há duas décadas.” Não procede, porém, que Peixoto, o secretário-meteoro, estaria com depressão e tomando medicamentos controlados. Ele já estaria beirando os escritórios políticos de Júnior Friboi e de Vanderlan Cardoso.

OAB Forte pode apostar em Macalé ou Pedro Paulo Medeiros para presidente da instituição

bas6O grupo de Henrique Tibúrcio, Miguel Cançado e Reinaldo Barreto, entre outros, não definiu o nome do candidato a presidente da OAB-Goiás, sugerindo que a eleição será realizada daqui a um ano.

Mesmo assim, a situação, o grupo OAB Forte, aposta nos seguintes nomes: Sebastião Macalé, Flávio Borges, Reginaldo Martins e Pedro Paulo Medeiros.

Diferentemente do Escorpião Plebeu, Jeovalter Correia é eficiente e discreto

bas3Diferentemente de Cairo Peixoto, o “Escorpião Plebeu” — no dizer de petistas —, o novo secretário de Finanças da Prefeitura de Goiânia, Jeovalter Correia, é, além de eficiente, discreto. O prefeito Paulo Garcia fez uma escolha decente e inteligente.

Jeovalter Correia trabalhou no governo de Marconi Perillo e, ao contrato de Cairo Peixoto, não criou problemas.

Júnior Friboi quer Iris Rezende ou Iris Araújo para o Senado

[caption id="attachment_3236" align="alignleft" width="310"]Iris Araújo: a deputada é firme e pode não aceitar a composição com Friboi Iris Araújo: a deputada é firme e pode não aceitar a composição com Friboi[/caption] Costuma-se dizer que o ex-governador Iris Rezende é mais flexível e que a deputada federal Iris Araújo é mais radical. De fato, o ex-prefeito de Goiânia é mais tolerante, ouve mais e busca composições. A parlamentar é mais arrojada e, quando não gosta, não gosta mesmo e, se necessário, faz cara feia. A peemedebista, que deve disputar a reeleição, não gostou do fato de que Júnior Friboi atropelou Iris Rezende e que este não recebeu a solidariedade dos principais líderes do PMDB. Há aqueles que dizem que a resistência do peemedebismo a Iris Rezende é uma forma de rejeitar Iris Araújo. Puro pretexto. Há muito que grupos do partido queriam arrancar o ex-ministro do comando, mas faltavam-lhe tutano. Com a filiação de Júnior Friboi, que criou uma estrutura poderosa dentro do partido, praticamente tornando-o uma célula do friboizismo, aqueles que queriam afastar Iris criaram coragem. Ao impedir a candidatura de Iris Rezende ao governo, o grupo de Friboi, do qual participam Maguito Vilela, Pedro Chaves, Marcelo Melo, reduziu sua força política. Mas o candidato precisa dos dois Iris. Portanto, Friboi vai trabalhar para que um dos Iris seja candidato a senador em sua chapa. Se não for o Rezende, poderá ser a Araújo. Iris Araújo tem vontade de ser senadora, mas resta saber se o grupo vai aceitar aliar-se a Friboi, acolhendo uma postulação vista como consolação, ou se vai marcar presença, mostrando-se independente. Por ser empresário — e muitos empresários tendem a avaliar que tudo, no reino da mercadoria, está à venda —, Friboi avalia que será fácil dobrar os dois Iris. Não será. O que Friboi quer, de fato, é Iris Rezende empenhado 100% em sua campanha. E sabe que se não estiver na chapa majoritária, ou se Iris Araújo não estiver, Iris pode até apoiá-lo, mas não será um apoio convicto, com forte presença

Friboi precisa de exército, e não mais de mercenários

A frase acusatória de Iris Rezende em sua carta-renúncia reforça a imagem de que Júnior Friboi construiu maioria no PMDB com o bolso farto. Só isso basta na eleição?

A posição vulnerável da presidente sem saída para a queda de prestígio

A cinco meses das urnas de outubro, a falta de meios para evitar a erosão de apoios e votos acentua a dependência da presidente Dilma ao guru Lula. As viagens intensas pelo país não funcionam. Nem a mudança na comunicação presidencial. Nem as formaturas semanais de alunos do Pronatec, programa de formação de técnicos profissionais com cursos gratuitos nos Estados. Nem as máquinas entregues pessoalmente a prefeitos. [caption id="attachment_3103" align="alignnone" width="620"]bra2 “Poste” de Lula, o prefeito Fernando Haddad não pode sair às ruas[/caption] Não há saída previsível para a reeleição. Então Dilma volta à sua fonte de poder, Lula. Foi a São Paulo atrás dele, um mês depois que o ex esteve com ela no Alvorada e ambos, simbolicamente, tiraram a foto onde apareceram em pé e com os punhos cruzados para expor uma aliança inabalável entre os dois. Depois daquilo, cada um ficou em seu canto. Dilma, autossuficiente. Os apelos pelo retorno de Lula ajudam a desestabilizar a candidatura da presidente e estimulam a cautela entre os grandes financiadores de campanhas. As últimas pesquisas de opinião provocam os mesmos efeitos demolidores. Hoje, desfez-se o sonho da reeleição no primeiro turno. Se Dilma estiver no segundo turno, será lucro. A vantagem a favor da presidente é que, se Lula a substituir, o ex demolirá o próprio mito como construtor de postes políticos. No caso, o projeto Dilma seria um fracasso. O prefeito Fernando Haddad não pode ir às ruas em São Paulo por causa da alta rejeição ao seu trabalho. A ideia de eleger o companheiro Alexandre Padilha a governador de São Paulo, em outubro, patina diante da descoberta das relações do ex-ministro da Saúde com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal na Operação Lava Jato, de combate à lavagem de dinheiro. Outro mito em xeque é a argumentação petista de que Dilma cai, mas os oposicionistas não se erguem. Na mais recente pesquisa da agência MDA, divulgada na terça-feira, a votação de Dilma para presidente caiu de 43,7% em fevereiro para 37% no fim de abril. No mesmo período, os votos em Aécio Neves (PSDB) subiram de 17% para 21,6%. A votação em Eduardo Campos (PSB) cresceu de 9,9% para 11,8%. A diferença a favor de Dilma sobre os dois concorrentes caiu de 16,8% em dezembro para 3,6% em abril. A tendência indica a realização de um segundo turno no fim de outubro. Então, na segunda votação Dilma venceria Aécio ou Campos. A folga seria menor em relação a Aécio: 39,2% para Dilma e 29,3% a Aécio. Contra Campos, vitória da presidente seria por 48,7% a 18%. A queda de Dilma tem a ver com os escândalos de corrupção, o aumento do custo de vida e o desempenho negativo dos serviços públicos de saúde, educação e segurança, mais empregos e renda. Pela primeira vez, Aécio e Campos, favorecidos pela presença em programas dos partidos em tevê e rádio receberam votos que seriam de Dilma. Serão ainda mais conhecidos com o horário eleitoral gratuito. A pesquisa da MDA para a Confederação Nacional de Transportes apurou também que a aprovação do governo Dilma caiu para 32,9% em abril contra 36,4% em fevereiro. No mesmo período a rejeição ao governo subiu para 30,6% em abril contra 24,8% em fevereiro.

Um grupo de iristas pode apoiar Antônio Gomide para governador de Goiás

Um grupo de iristas não vai fazer alarde, mas vai trabalhar e votar no pré-candidato do PT a governador de Goiás, Antônio Gomide. Iristas dizem que Gomide, candidato leve, é visto como o “novo” e simboliza a “mudança”. Poderá ser o candidato do tostão contra o milhão (Júnior Friboi). Ideologicamente, os iristas estão distantes de Gomide. Mas a antipatia por Júnior Friboi é crescente. O empresário é visto como o político que levou peemedebistas históricos a traírem Iris Rezende. Durante anos, Goiânia ficou conhecida por sua limpeza e por suas ruas arborizadas. Agora, dada a cobertura da mídia nacional, está se tornando conhecida como “cidadão-lixão”. Não será fácil recuperar a boa imagem de outros tempos. Embora seja um político limpo, a própria imagem de Paulo Garcia está profundamente arranhada. Ele se tornou o Judas de uma cidade que não tem papas na língua. Há quem, inclusive, lamente não ter votado em Jovair Arantes (PTB), o candidato derrotado, em 2012, pelo petista.

Atropelar Iris Rezende foi a primeira grande vitória de Júnior Friboi

Uma coisa é certa: o empresário Júnior Friboi está se tornando um político obstinado e duro. Instado a jogar a toalha, sob intensa pressão do irismo, não apenas não desistiu da luta e, como se fosse uma espécie de Roy Nelson — o lutador americano de MMA que nocauteou o brasileiro Minotauro —, jogou pesado e atropelou Iris Rezende. Derrotar Iris, praticamente aposentando o principal líder do PMDB — pelo menos em termos de disputa para o governo do Estado —, foi o primeiro grande trunfo de Friboi. Fica evidenciado que o empresário não tem medo de enfrentar políticos poderosos, com ampla história. Para seus aliados, foi uma prova de coragem. “Foi a primeira vez que Iris Rezende foi derrotado internamente e de maneira vexatória”, afirma um friboizista. “Júnior pediu para que, a partir de agora, tratemos Iris com carinho e respeito, com o objetivo de atrai-lo para a chapa majoritária, como candidato a senador”, acrescenta. Depois de derrotar Iris, Friboi e seus aliados acreditam que, com um trabalho de Hércules, será possível vencer Marconi Perillo. O problema é que os eleitores não compõem um exército de mercenários...

Sandro Mabel e João Campos devem terçar forças pela Prefeitura de Aparecida de Goiânia em 2016

O que há de comum entre os deputados federais Sandro Mabel, do PMDB, e João Campos, do PSDB? Simples: ambos querem ser candidatos a prefeito de Goiânia, em 2016, mas possivelmente acabarão disputando a Prefeitura de Aparecida de Goiânia. Mabel é católico e Campos é evangélico. Há dois cenários. Se o governador Marconi Perillo for reeleito, Campos será um candidato fortíssimo, com estrutura farta. No entanto, se Júnior Friboi for eleito, a estrutura será de Mabel. Este enfrenta um problema: em Aparecida, o vice-prefeito Ozair José, do PT, garante ter o apoio do prefeito Maguito Vilela, do PMDB, para disputar a prefeitura. Em Goiânia, o PMDB pode bancar Iris Rezende ou Agenor Mariano. João Campos não tem rival de porte em Aparecida, porém, se Marconi foi eleito, seu candidato a prefeito de Goiânia tende a ser o presidente da Agetop, Jayme Rincon, que, de avião como gestor, está se tornando um avião político.

O difícil caminho para a Câmara dos Deputados

As cinco armas mais usadas nas campanhas por deputados federais vencedores

Marconi Perillo volta a sonhar com política nacional e pode disputar Presidência pelo PSDB ou pelo PSD

Atravessando um bom momento político, com a recuperação da imagem e crescimento da popularidade, o governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB, voltou a sonhar com a política nacional. Se for reeleito este ano, Marconi vai trabalhar, dependendo do cenário, para disputar um mandato nacional. Se Aécio Neves, pré-candidato do PSDB a presidente da República, for eleito, em 5 de outubro, o tucano goiano tende a disputar mandato de senador em 2018. No entanto, se Aécio for derrotado, pretende colocar seu nome à disposição para ser candidato daqui a quatro anos. Se encontrar resistência no PSDB, Marconi poderá ser candidato a presidente pelo PSD de Gilberto Kassab.

Rogério Troncoso deve bancar Aluzair Rosa ou Tércio Menezes para deputado estadua

Com 32 mil eleitores, Mor­rinhos costuma lançar vários candidatos a deputado estadual e, por isso, nenhum se elege. Este ano não deverá ser diferente. O prefeito Rogério Troncoso (PTB) deve bancar o vereador Aluzair Rosa, do PP, ou o vice-prefeito Tércio Menezes, do PPS. Aluzair é tido como carismático. Apesar da pressão do pré-candidato a governador pelo PMDB, Júnior Friboi, o peemedebista Tiago Mendonça decidiu não disputar mandato de deputado estadual. Por isso, Friboi deve bancar o vereador Wellington José de Souza (PMDB), o Tom do Supermercado. De fora, devem ter votos em Morrinhos Marquinho do Privê (PSDB), Chiquinho Oliveira (PHS) e Afrêni Gonçalves (PSDB).