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Nesta 2ª-feira sai a nova pesquisa presidencial, depois vem a propaganda política de TV

artigo_scartesini.qxd A primeira pesquisa eleitoral depois da morte de Eduardo Campos deverá ser divulgada nesta segunda-feira, 18, pelo Datafolha em dois cenários presidenciais. Num dos cenários, está a cotação da sigla PSB sem o nome de candidato. No outro desenho, pede-se a intenção de votos em Marina Silva como candidata no primeiro turno, dentro de sete domingos. A ansiedade com que a presidente Dilma aguarda as oportunidades que a propaganda eleitoral oferece ao confronto com os adversários ficou clara há uma semana. Em pleno domingo de Dia dos Pais, a presidente antecipou-se à exibição em mídia de massa. Sem rede oficial à disposição, quebrou o sossego das redações ao convocar uma entrevista coletiva, no bucolismo residencial do Palácio da Alvorada. Em busca da audiência da televisão na noite de domingo, Dilma acusou a mídia e a oposição de produzirem “factoides políticos” para explorar a compra da Refinaria de Pasadena e lançar suspeitas sobre a Petrobrás e seus dirigentes. “Não é correto misturar eleição com a maior empresa de petróleo do país”, censurou como se fosse uma advertência à oposição. Dilma se dirigia em especial a dois então concorrentes presidenciais, Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), interessados na apuração do escândalo junto às duas CPIs que, mesmo controladas pelo governo, arriscam-se a investigar no Congresso a compra de Pasadena, o que estimulou o Tribunal de Contas da União a bloquear bens de dirigentes da petroleira. Naquele domingo, o receio no palácio se agravou com a possibilidade de o TCU rever a decisão que livrou do bloqueio a primeira-amiga e presidente da Petrobrás, Graça Foster. Cada avanço sobre Foster é um passo que aproxima a investigação da própria Dilma, como presidente do conselho administrativo da petroleira na época da operação Pasadena. Numa espécie de luto cívico, a morte de Eduardo Campos, na quarta-feira, colocou em recesso, naquele dia, os poderes institucionais em Brasília, salvo duas exceções no Supremo Tribunal Federal. Numa delas o ministro Gilmar Mendes negou-se a editar a liminar pedida por diretores e ex-dirigentes da Petrobrás para sustar o bloqueio de bens deles pelo TCU. Porém, Mendes deixou em suspense a situação de Graça Foster, que mais tarde se incorporou ao grupo para se prevenir quanto à hipótese de seus bens também se tornarem indisponíveis. O ministro, sem a mesma ansiedade, preferiu deixar a decisão da liminar de Foster para depois de o TCU resolver se a inclui ou não no bloqueio — o que pode demorar. Numa extensão das ansiedades do aparelho do Planalto, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, como quem não quer nada, advertiu que o bloqueio de bens deixaria Foster sem condições de presidir a Petrobrás. Ou seja, a estatal seria abalada com a ruína de seu patrimônio de mercado, como o valor das ações. O aviso de Adams faz sentido, duplo. O candidato Aécio Neves, aparentemente, não deu bola à advertência. No começo da semana, passou por Manaus e gravou imagens para seu horário eleitoral nas emissoras. Admitiu que pode incluir a Petrobrás nas denúncias tucanas para demonstrar o “quanto faz mal ao país o aparelhamento da máquina pública em benefício de um projeto de poder”.

Cientista político Pedro Célio não aposta em ascensão de Marina Silva

Se Marina Silva substituir Eduardo Campos, o cientista político Pedro Célio não acredita que vai repetir os 20 milhões de votos que teve na campanha passada.

Pedro Célio acha que será complicado para a ex-senadora administrar os conflitos em sua coligação.

Reportagens de Veja sobre lama do governo petista são irrespondíveis

A revista “CartaCapital” faz bem ao esclarecer que apoia a reeleição da presidente Dilma Rousseff. As demais publicações deveriam fazer o mesmo, porque, de fato, apoiam um ou outro candidato. O candidato da “Folha de S. Paulo” e da revista “Veja” é o tucano Aécio Neves. Não é a petista. Mas a “Veja”, se não tem apreço por Lula da Silva, respeita Dilma Rousseff. Isto significa que as reportagens do jornal e das revistas devem ser descredenciadas? De maneira alguma. Só tolos, mesmo tolos intelectuais, dizem que não leem a “Veja” ou a “CartaCapital”. Como é possível criticar e até combater um adversário que não se conhece? As reportagens recentes da “Veja”, mostrando como havia uma lavanderia dentro do governo da presidente Dilma Rousseff, sem sua anuência — tudo indica que a petista, no limite, é mesmo honesta —, com um doleiro agindo abertamente e negociando com políticos e empreiteiros, são praticamente irrespondíveis. Talvez seja necessário retirar o “praticamente”. Gente do próprio governo se incrimina. Felizes os tempos em que o Vargas hegemônico do país era Getúlio. Mesmo sendo ditador — e, depois, democrata —, Getúlio Vargas era bem melhor, sem comparação, do que petistas e outros que emporcalham a República. Ressalte-se que há petistas da mais alta qualidade, como a presidente Dilma Rousseff (e o próprio José Genoino não é essa praga do Egito em que foi transformado pelo mensalão; talvez seja um dos políticos mais decentes do país).

Lira Neto afirma que nenhum integrante da família de Getúlio tentou censurar biografia

Lira Neto acaba de pôr no mercado a excelente biografia “Getúlio — Da Volta Pela Consagração Popular ao Suicídio: 1945-1954” (Companhia das Letras, 429 páginas). Na página 354, o jornalista e escritor assinala: “No momento em que o país discute a questão das biografias não autorizadas, nenhum membro da família Vargas tentou interferir no meu trabalho ou exigir a leitura e aprovação prévia do texto”. Biógrafos, até os mais gabaritados, como Ruy Castro e Fernando Morais, estão sendo tratando como criminosos de guerra no Brasil. O primeiro escreveu livros notáveis sobre Nelson Rodrigues, Garrincha e Carmen Miranda. O segundo é autor de livros sobre Olga Benario e Assis Chateaubriand (“Chatô — O Rei do Brasil” é, possivelmente, a melhor biografia jamais escrita no país). Há algum tempo, o cantor Roberto Carlos conseguiu censurar, na Justiça, o livro “Roberto Carlos em Detalhes”, do jornalista e escritor Paulo Cesar de Araújo. Chico Buarque e Caetano Veloso (este, artista das ondas, teria mudado de ideia) lideraram um movimento contra as biografias não-autorizadas. Os dois, de fato talentosos, querem livros que os qualifiquem assim: “Chico e Caetano são mais importantes do que Bach, Mozart e Beethoven e escrevem melhor do que James Joyce e Guimarães Rosa?” É claro que não, mas certamente desejam que seus futuros biógrafos sejam amenos ao tratar de suas contradições.

Presidente confia que tamanho é documento e assume o horário da reeleição nas emissoras

Os marqueteiros da presidente Dilma ficaram para trás. A candidata assumiu a direção do conteúdo dos programas da propaganda do PT na televisão e rádio, com uma certeza na cabeça: o tempo à disposição do partido nas emissoras é um latifúndio que torna a reeleição imbatível quando usado para divulgar obras e programas sociais com a presença da candidata no local. O PT, com 11 minutos e 24 segundos diários, possui quase o dobro do tempo somado pelos dois maiores adversários. O PSDB tem 4 minutos e 10 segundos. O PSB, dois minutos e cinco segundos. Eduardo Campos discursou, na paulista Araçatuba, que não trocava o seu tempo minguado com o gorducho de Dilma. “Porque eu vou ganhar a eleição, mas vou ganhar a eleição com as mãos livres e limpas”, disse que não inchou o horário com barganhas políticas. Na terça-feira, a presidente voltou a visitar a obra da Ferrovia Norte-Sul em Anápolis. Foi mais uma visita que repetiu para gravar novas imagens junto a obras e trabalhadores, para passar a ideia de que acompanha os trabalhos atentamente, como uma gerente zelosa com a engenharia e o bem-estar dos operários. “Quem manda aqui sou eu”, impôs as mudanças ao marketing. O risco que a candidata corre é o de transformar os quase 12 minutos do programa eleitoral num relato maçante de obras e inspeções, daqueles que provocam no público a vontade de ir ao banheiro. É o que ocorre a cada ato público com a presença da presidente nos últimos anos, transformar o discurso num relatório enfadonho sobre obras e programas sociais. A cena se repetiu há 11 dias, Dilma foi a um debate na Con­federação Nacional da Agricultura e Pecuária ao lado dos concorrentes. Era uma discussão estranha onde os candidatos não trocavam perguntas entre si. A presidente aproveitou e leu um relatório de realizações, que recebeu reclamações discretas de ruralistas, aqueles que aplaudiram Aécio em pé. Pura provocação. Lembre-se. A vice de Campos, Marina Silva, queixou-se porque não subiu ao palco junto com o companheiro de chapa, Aécio e Dilma. Ela queria estar lá em cima, mesmo que também estivessem lá embaixo dois vices concorrentes, o tucano Aloysio Nunes Ferreira e o peemedebista Michel Temer. Outro presidenciável que realiza um circuito de obras é Aécio. Mas o projeto dele é desconstruir a fala de Dilma. Mostrar obras federais inacabadas, dinheiro público malgasto, pessoas insatisfeitas... A ideia é demonstrar que, na prática, as coisas não são propriamente como Dilma promete. Também tomou uma resolução, a de ir apenas a debates onde a presidente estiver. No PSB, a ordem a Campos era ir a todos. O consenso entre o PT e o PSDB será a homenagem a Eduardo Campos no programa de abertura do horário eleitoral. Dilma e Aécio estarão de olho na conquista dos eleitores que se sentem órfãos do presidenciável que morreu. O PSB também prestará o seu tributo, até pelo dever de explicar ao público a ausência do companheiro como candidato do partido.

O PSDB de Aécio e o PSB de Campos não estão bem nos Estados deles; em São Paulo, sim

Como presidenciáveis na época, Aécio Neves e Eduardo Campos tiveram a primazia de indicar os candidatos de seus partidos aos governos de Minas e Pernambuco. Mas os eleitores dos dois Estados, que ambos governaram, não parecem satisfeitos com os nomes que escolheram para governador. Conforme a pesquisa do Datafolha publicada na sexta-feira, em Minas o tucano Pimenta da Veiga está atrás de Fernando Pimentel (PT), até recentemente primeiro-amigo da presidente Dilma desde a mocidade estudantil. Pimentel tem 29% das preferências dos eleitores. Pimenta está com 16% e Tarcísio Delgado (PSB) com quatro pontos. Pimenta vence na rejeição: 14% contra 10 de Pimentel. Registre-se que Tarcísio Delgado, ex-deputado do grupo autêntico do velho MDB, está na corrida apenas para marcar presença. O objetivo era garantir um palanque a Campos em Minas, pois a então vice Marina Silva vetou a composição deles com o tucano Pimenta. Ele é pai do deputado Júlio Delgado, líder do PSB na Câmara. Em Pernambuco, o empresário Armando Monteiro (PTB), com apoio do PT, está na frente com 47% contra 13 de Paulo Câmara (PSB), ex-secretário do governo de Eduardo Campos. Câmara vence Monteiro na rejeição, quase o dobro: 17% a 9. Não se pode dizer que a morte de Campos influiu. A pesquisa foi a campo nos dias 12 e 13, data do acidente com o avião. Em São Paulo, os candidatos de Dilma e Lula perdem feio para a reeleição do governador tucano Geraldo Alkmin, que tem 55% e promete levar no primeiro turno. Há um mês, estava com 54%. Em segundo, o empresário Paulo Skaf (PMDB) manteve os 16%. Em terceiro, Alexandre Padilha (PT) subiu de quatro para cinco pontos. Todos estão estáveis em suas posições, menos em matéria de rejeição, quesito que Padilha lidera com 28%. Alkmin é o menos rejeitado, com 19%. Skaf tem 20%. A margem de erros das pesquisas é de 2% para cima ou baixo.

Matias Spektor lança livro notável, mas com erros. Renan Calheiros não foi criada da ditadura

livro-18-dias-matias-spektor-novo-17117-MLB20133310144_072014-OHá um livro brilhante nas livrarias: “18 Dias — Quando Lula e FHC se Uniram Para Conquistar o Apoio de Bush” (Objetiva, 289 páginas), de Matias Spektor, professor da Fundação Getúlio Vargas e doutor em Relações Internacionais pela Universidade de Oxford. O título do livro é bom, do ponto de vista comercial. Mas o livro vai muito além do que sugere, analisando, às vezes de maneira minuciosa, a política diplomático-comercial do Brasil. As relações entre FHC e Lula, tendo em vista uma aliança com Bush, é apenas um dos pontos. Há erros pontuais. Spektor diz que Renan Calheiros serviu à ditadura. O hoje senador era ligado ao PC do B e, depois, deputado pelo MDB. O pesquisador afirma que Henrique Meirelles era deputado federal por Goiás. Ele foi eleito deputado, mas renunciou para assumir a presidência do Banco Central. O acidente do césio em Goiânia nada tem a ver com a política nuclear dos militares e não provocou a morte, salvo engano, de 108 pessoas. O goiano Delúbio Soares é citado na obra.

Candidatos a presidente tratam viciados em crack como vítimas da sociedade

Governo petista já desperdiça R$ 4 bilhões com viciados em crack que reincidem no vício e no crime, mas a oposição ainda promete mais privilégios aos usuários de drogas — sem exigir deles nem o dever da abstinência quando estão em tratamento gratuito no SUS [caption id="attachment_12835" align="alignleft" width="970"]Usuários de drogas: regalias por parte do poder público e nem precisam abdicar do vício | Tânia Rêgo/Agência Brasil Usuários de drogas: regalias por parte do poder público e nem precisam abdicar do vício | Tânia Rêgo/Agência Brasil[/caption] José Maria e Silva O flagelo das drogas, que assola a maioria das cidades brasileiras, de­verá ser objeto das campanhas eleitorais deste ano, tanto nos pleitos estaduais, quanto na eleição para presidente da Re­pú­blica. Uma pesquisa da Univer­si­dade Federal de São Paulo (Uni­fesp), divulgada em abril, mostra que o Brasil tem 2,6 milhões de usuários de crack e cocaína, sendo que metade deles – 1,3 milhão – é dependente da droga. A pesquisa constatou, ainda, que as drogas se espalham democraticamente entre ricos e pobres e um dos motivos é que o preço da cocaína caiu muito nos últimos anos, facilitando o acesso de todos à droga. Diante desses dados, é quase inevitável que, quando começar o horário eleitoral compulsório e pago pelo contribuinte, em 19 de agosto, cada um dos principais candidatos a presidente da República, irá dedicar ao menos um dos programas para falar de suas propostas relativas às drogas, especialmente o crack. E o diapasão deve ser o mesmo das eleições de 2010, quando Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) repetiam a mesma cantilena: as drogas são um caso de saúde pública e o SUS deve acolher, com tapete vermelho, todos os viciados, inclusive os zumbis do crack. Por isso, usei a expressão “propostas relativas às drogas”, pois desde o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), as autoridades já não tratam o viciado como um potencial criminoso a ser combatido, mas como um doente a ser tratado. Em 2010, o então candidato tucano José Serra dedicou às drogas um de seus programas no horário eleitoral da televisão e, em nenhum momento, tratou o assunto como parte das políticas de segurança pública, mas tão somente da saúde. Nesse ponto foi pior do que a petista Dilma Rousseff, então marinheira de primeira viagem, que ao tratar do mesmo assunto, tratou da questão da segurança, mesmo sendo de um partido que, há décadas, defende a transformação das drogas em questão de saúde pública e condena, com veemência, as ações policiais não só contra viciados mas até mesmo contra traficantes, dando como suposto exemplo do fracasso da política de repressão às drogas o caso dos Estados Unidos. [caption id="attachment_12836" align="alignleft" width="957"]Dilma Rousseff (PT): programa do crack já gastou R$ 1,5 bilhão dos R$ 4 bilhões que promete desperdiçar com viciados | Fabio Rodrigues Pozzebom /Agência Brasil Dilma Rousseff (PT): programa do crack já gastou R$ 1,5 bilhão dos R$ 4 bilhões que promete desperdiçar com viciados | Fabio Rodrigues Pozzebom /Agência Brasil[/caption] No plano de governo de José Serra em 2010, o tucano propunha a criação de uma “Rede Nacional para Dependentes Químicos” (vejam a ausência do conceito de “combate às drogas”) e definia o crack, de modo taxativo, como “o mais grave problema de saúde no Brasil”. Grave, na verdade, é essa afirmação. Ela tira completamente o viciado da mira da polícia para colocá-lo na rede de atendimento do SUS, à frente de um paciente de câncer, por exemplo, que, muitas vezes, morre precocemente na fila de espera por não conseguir sequer o diagnóstico correto da evolução da doença, que cresce vertiginosamente no País. Sem contar as pessoas que padecem de doenças renais, pneumonias, diabetes, doenças hipertensivas e doenças cerebrovasculares, cujas incidências também crescem muito mais do que a capacidade de atendimento do SUS. José Serra propunha, então, sete ações para enfrentar o problema das drogas: oferecer clínicas para tratamento de dependentes, com serviços médicos de referência; ampliar a oferta de Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps/AD); prestar apoio psicossocial às famílias de usuários; incluir no Sistema Único de Saúde (SUS) o financiamento de tratamento em clínicas especializadas; desenvolver um programa nacional de prevenção ao uso de drogas; implantar uma rede nacional de tratamentos para os usuários de drogas, entre elas, o crack, em parceria com Estados, municípios, instituições filantrópicas e outras iniciativas da sociedade; e, por fim, implantar um Disque-Atendimento para os familiares e usuários químico-dependentes. Não foi à toa que, em 2010, Serra não conseguiu disputar com os petistas os votos do centro no espectro ideológico, muito menos foi capaz de atrair o vasto eleitorado conservador, que continua órfão nas eleições presidenciais de 2014. Sua proposta em relação às drogas tencionava ser mais vanguardista do que o PT. Transformava o viciado numa vítima da sociedade a merecer todos os cuidados do Estado, com o dinheiro arrancado compulsoriamente dos contribuintes. Serra propunha incluir no SUS o financiamento do tratamento de drogados em clínicas especializadas, o que, obviamente, teria um alto custo, contribuindo para tornar ainda mais falido um sistema que já não funciona nem mesmo para tratar verdadeiras doenças, quanto mais para corrigir falhas de caráter.

Universidades “empoderam” usuários de drogas

Por que resgatar essas propostas de Serra em 2010? Porque elas se repetem no plano de governo de Aécio Neves em 2014. Ou seja, o PSDB continua plagiando a polític [caption id="attachment_12837" align="alignleft" width="162"]Fernando Henrique Cardoso (PSDB): responsável pelo primeiro impulso na danosa política de redução de danos Fernando Henrique Cardoso (PSDB): responsável pelo primeiro impulso na danosa política de redução de danos[/caption] a de drogas do PT. Ou não seria o contrário, levando em conta que o ex-presidente Fernando Hen­ri­que Cardoso é um garoto-propaganda internacional da liberação da maconha e foi em seu governo que a danosa política de redução de danos teve o impulso inicial? Já o plano de governo de Eduardo Campos (PSB) – tragicamente mor­to num acidente aéreo na quarta-feira, 13 – nem se fala: nele es­tá escrito que, se fosse eleito, iria “criar um programa de orientação e proteção aos usuários de drogas e combate à violência institucional”. Como se vê, o plano de governo do PSB e da Rede Susten­tabilidade está preocupado exclusivamente em proteger usuários de drogas e ainda afirma que eles são vítimas da “violência institucional” – uma expressão que deve ser mais da candidata a vice Marina Silva do que do finado Eduardo Campos. Ora, Marina não lê jornal, não vê televisão, não escuta rádio, não navega na internet? Nunca ouviu falar de viciados em crack que roubam, agridem e até assassinam os próprios pais, sem contar estranhos, quando lhes é negado dinheiro para comprar droga? Infelizmente, nenhum jornalista vai exigir de Marina – caso seja candidata em lugar de Campos – que ela explique ao cidadão de bem o que significa, na prática, “proteger os usuários de drogas”. Con­fron­tada com essa frase do plano de go­verno de sua coligação, ela teria co­ragem de assumir que, nessa esconsa visão de mundo, o drogado que rouba e mata inocentes para manter o vício é quem precisa de proteção? O plano de governo de Aécio Neves neste ano não foge à regra. Ele reproduz praticamente as mesmas propostas de Serra em 2010, como a criação de uma rede nacional de atendimento para dependentes químicos, a ampliação dos CAPS e a criação de leitos no SUS, além de uma política nacional de prevenção ao uso de drogas. Mas vai um pouco além, prevendo a realização de um censo da rede de tratamento envolvendo Estados e municípios, a estruturação de um protocolo nacional de tratamento e prevenção para dependentes químicos e a identificação dos pontos mais vulneráveis de uso de drogas no País, bem como o combate à entrada de drogas no Brasil, mediante o fortalecimento da vigilância de fronteiras, aeroportos e portos. [caption id="attachment_12841" align="aligncenter" width="491"]Marina Silva (provável substituta de Campos): proteção a usuário e não à vítima Marina Silva (provável substituta de Campos): proteção a usuário e não à vítima[/caption] O que mais chama a atenção no plano de governo de Aécio é a proposta de “criação da Ouvidoria Nacional para garantir voz permanente para usuários de drogas”. A que ponto chegamos: um candidato a presidente da República, especialmente de oposição, deveria estar preocupado em defender o cidadão de bem dos crimes cada vez mais frequentes cometidos por traficantes e drogados, não em “garantir voz permanente a usuários de drogas”. E Aécio, como os petistas, ainda tem coragem de anunciar isso em voz alta. Ele sabe que os formadores de opinião não irão questioná-lo, pois estão quase todos anestesiados pelo discurso politicamente correto da academia que trata o usuário de droga como vítima da sociedade e não o contrário. Praticamente tudo o que a universidade produz sobre consumo de drogas é no sentido de “empoderar” os drogados para que eles próprios definam as benesses do Estado a que julgam ter direito, desde o recebimento gratuito do cachimbo para fumar crack até o atendimento prioritário em programas de educação, saúde e cultura. Os acadêmicos idealizaram até a “Declaração dos Direitos dos Usuários de Drogas”, que, num de seus mandamentos, declara explicitamente: “Conclamamos as organizações não governamentais e governamentais a incluir usuários de drogas em seus conselhos, gerências e direções”. Essa estapafúrdia declaração é assinada pelo próprio Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), da Unifesp, o maior centro de pesquisa científica sobre drogas no País, que dita as políticas públicas do Ministério da Saúde na área.

Imersão em debates sobre drogas nas escolas

Com a chegada do PT ao poder, mediante a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva em 2002, a política de redução de danos, iniciada timidamente no governo de seu antecessor, tornou-se um dogma oficial do Estado brasileiro, com a promulgação da Lei 11.343, de 23 de agosto de 2006, que instituiu o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas e legalizou, na prática, o consumo de drogas no País. Em decorrência dessa lei, que extinguiu a punição efetiva do usuário, passível apenas de ser admoestado pelo juiz, explodiram as cracolândias nas cidades brasileiras, pois os zumbis podem fumar crack à luz do dia sem serem incomodados pela polícia. Compartilhando a ideologia da redução de danos professada nas universidades, a presidente Dilma Rousseff, já no seu primeiro ano de governo, lançou, em 12 de dezembro de 2011, o “Plano de Enfrentamento ao Uso do Crack e outras Drogas”, que recebeu o nome de fantasia “Crack, É Possível Vencer”, com investimentos previstos de R$ 4 bilhões. Mas, justiça seja feita, Serra não faria diferente, assim co­mo Aécio não fará, como se vê pe­los seus respectivos programas de governo. Na prática, o programa do governo Dilma induz o consumo da droga ao se propor a capacitar 210 mil professores para falar sobre crack a 2,8 milhões de alunos. Essas crianças e adolescentes teriam muito mais proveito cognitivo e moral se fossem estimulados a amar a língua, a matemática, a his­tória, a geografia, as ciências na­turais, que, sem dúvida, lhes ocuparia o cérebro com coisas úteis e sustentavelmente estimulantes. [caption id="attachment_12840" align="aligncenter" width="512"]Aécio Neves e seu plano de governo: tucano plagia a política petista Aécio Neves e seu plano de governo: tucano plagia a política petista[/caption] Esse infindável blablablá sobre crack, sem que jamais se pronuncie palavras como “vergonha” e “punição”, naturaliza a droga – primeiro passo para que um potencial usuário perca o medo e a use. Prova disso é que, quanto mais os governos investem em programas de prevenção, sem punir de alguma forma o usuário, mais aumenta vertiginosamente o consumo de drogas. Segundo o último balanço oficial do Programa “Crack: É Possível Vencer”, divulgado em 4 de agosto pelo jornal “Zero Hora”, de Porto Alegre, o governo federal já investiu R$ 1,5 bilhão no plano de enfrentamento do crack, dos quais R$ 1,4 bilhão são recursos do Ministério da Saúde destinados à ampliação dos serviços que prestam atendimento a dependentes químicos no SUS. Segundo o governo federal, a rede de saúde mental que atende os dependentes químicos já conta com 2.128 Centros de Atenção Psicossocial (Caps), capazes de realizar, em conjunto, 43,1 milhões de atendimentos por ano, enquanto as unidades do Caps que atendem especificamente dependentes de álcool e drogas (Caps-AD) já realizam 8,5 milhões de atendimentos por ano, 26% a mais do que os 6,2 milhões realizados em 2011. Além disso, o Ministério da Saúde criou 2.212 novos leitos para dependentes químicos, dos quais 782 são em enfermarias especializadas nos hospitais gerais, 530 em Caps 24 horas e 900 nas 60 novas unidades de acolhimento criadas. Os usuários de dro­ga contam ainda com 101 Con­sultórios na Rua, que os atendem no local de uso do entorpecente. Todos os Estados aderiram ao programa, que está presente em 119 cidades com mais de 200 mil habitantes.

Tratamento é inútil e 90% tem recaída

Tudo isso não passa de dinheiro público jogado fora. Uma tese de doutorado defendida em abril deste ano na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) constatou que, de cada dez adolescentes internados para se tratar do vício em crack, nove voltam a usar a droga em menos de três meses. O índice de recaída é de 65,9% até 30 dias após a alta da internação, chegando a 86,4% após 90 dias. A média de tempo até a recaída foi de apenas 27 dias. Metade dos adolescentes recaiu em apenas dez dias e 36% dos adolescentes acompanhados pela pesquisa tinham se envolvido com a criminalidade ao cabo de três meses após receberem alta do tratamento. Entre os adultos não é diferente e, além do alto índice de recaída, os homens se envolvem com a criminalidade e as mulheres, com a prostituição. Em torno de 90% dos usuários de crack reinternaram na rede pública de saúde até cinco vezes num prazo de apenas dois anos. Por outro lado, cerca de 65% dos usuários receberam atendimento ambulatorial na rede pública de saúde até três vezes no período de dois anos. “Esses resultados levam a questionamentos científicos e sociais sobre o custo-benefício e a eficácia do tratamento para essa população” – escreve Rosemeri Siqueira Pedroso, autora do estudo, com o qual conquistou o seu doutorado em Ciências Médicas na UFRGS, na área de Psiquiatria. A psicóloga salienta que “estudos prévios nacionais e internacionais corroboraram esses achados”. Mas Rosemeri Pedroso, como acadêmica que é, não consegue render-se à realidade e critica a internação para defender uma política ainda mais danosa – o tratamento ambulatorial intensivo, realizado de forma multidisciplinar, que, segundo ela, tende a ser mais eficaz para usuários de drogas psicoativas. A pesquisadora diz que essa modalidade terapêutica ainda é precária no Brasil, mas, se depender do governo, acrescento, o tratamento ambulatorial do crack será o único possível. Prova disso é São Paulo, onde o prefeito Fernando Haddad (PT) instituiu a cracolândia como política pública, financiando os zumbis do crack até com pagamento de estadia em hotel. Os ideólogos da esquerda – arautos da luta antimanicomial desde a década de 70 – abominam a internação de drogados, mesmo quando eles matam a própria mãe. Até para esses indivíduos, cujo único tratamento eficaz seria a cadeia, o governo federal garante todos os direitos sem lhes cobrar nenhum dever. O viciado não precisa se abster do uso de droga nem para aderir ao tratamento ambulatorial oferecido pelo Caps – que se orgulha de ser um equipamento de “portas abertas”, isto é, o drogado entra e sai a hora que quer. O governo federal, em convênio com os municípios, ainda espalha pelo País as chamadas “residências terapêuticas” – uma espécie de boca-de-fumo estatal que leva intranquilidade à sua vizinhança, pois são instaladas em áreas residenciais, em confortáveis e amplas casas de classe média. Nelas, misturam-se, num total de até oito pessoas, doentes mentais, viciados em drogas e até criminosos tidos como loucos e que, sob esse pretexto, se livraram da prisão. Tudo isso em meio a residências de família – que não pagam impostos altíssimos para ter de conviver com esse tipo de vizinhança. Os técnicos do governo que tratam essa gente no Caps à custa dos nossos impostos não querem saber como eles adquirem a droga que continuam usando, já que ninguém lhes cobra abstinência para se fazerem merecedores de atendimento público e gratuito. Se, para comprar a pedra de crack, um desses viciados derrubou uma velhinha na porta de um banco para arrancar-lhe a bolsa com toda a aposentadoria dentro, problema dessa pobre vítima. O Estado brasileiro não quer saber das vítimas reais da criminalidade urbana exacerbada pelo uso de drogas – ele fez uma opção preferencial pelos dependentes químicos, especialmente os viciados em crack. Cabe ao cidadão de bem somente pagar calado a conta – isso quando o viciado não o obriga a pagar com a própria pele, num assalto que resulta em morte.

Brasil perde Nicolau Sevcenko, um discípulo de Sérgio Buarque de Holanda

Nicolau Sevcenko — um dos historiadores mais respeitados por Sérgio Buarque de Holanda — morreu na quarta-feira, 13, aos 61 anos, de infarto. Professor da USP e de Harvard, era pós-doutor pela Universidade de Londres, na qual deu aulas e dividiu sala com Eric Hobsbawm, maior historiador inglês no século 20. Sevcenko, da linhagem dos scholars que escrevem como os melhores prosadores, especializou-se em história social e cultural. No Brasil, foi pioneiro no uso da literatura como fonte histórica. Ele escreveu livros notáveis. Em “Literatura Como Missão” (editado por Brasiliense e Companhia das Letras), de 1985, usa a obra de Euclides da Cunha e Lima Barreto para entender a história e as tensões socioculturais do país na Primeira República. Trata-se de um clássico. Ele escreveu também “A Revolta da Vacina”, de 1983, “Orfeu Extático na Me­trópole”, de 1992, e “A Corrida Para o Século XXI”, de 2001. A cultura e a história do país perdem muito com a morte precoce de Sevcenko.

Livro de jornalista do “Valor” analisa candidatos a presidente da República

Layout 1Maria Cristina Fernandes é uma das mais talentosas repórteres e analistas de política do Brasil. Seus textos são publicados no jornal “Valor Econômico”. “Os Candidatos — Aécio Neves, Dilma Rousseff e Eduardo Campos” (R$ 9,90), oportuno e-book da jornalista, sai pela Editora Companhia das Letras, com 64 páginas. O único problema do livro é que, com a morte de Eduardo Campos, fica ligeiramente desatualizado. A candidata do PSB deve ser Marina Silva. Ainda assim, o livro é oportuno, até imperdível para quem aprecia política.

Companhia das Letras lança novo romance de Donna Tartt, ganhador do Pulitzer

Depois de publicado nos Estados Unidos — o livro circula na Argentina (o 28º Estado “brasileiro”) há algum tempo —, o belo romance “O Pintassilgo” (Companhia das Letras, 792 páginas, tradução de Sara Grunhagen), de Donna Tartt, sai no Brasil. O livro ganhou o importante prêmio Pulitzer. (Leia no link http://bit.ly/1qcV7gU um texto sobre a escritora). Sinopse da Editora Companhia das Letras: “Theo Decker, um nova-iorquino de treze anos, sobrevive milagrosamente a um acidente que mata sua mãe. Abandonado pelo pai, Theo é levado pela família de um amigo rico. Desnorteado em seu novo e estranho apartamento na Park Avenue, perseguido por colegas de escola com quem não consegue se comunicar e, acima de tudo, atormentado pela ausência da mãe, Theo se apega a uma importante lembrança dela - uma pequena, misteriosa e cativante pintura que acabará por arrastá-lo ao submundo da arte. Já adulto, Theo circula com desenvoltura entre os salões nobres e o empoeirado labirinto da loja de antiguidades onde trabalha. Apaixonado e em transe, ele será lançado ao centro de uma perigosa conspiração. 'O Pintassilgo' é uma hipnotizante história de perda, obsessão e sobrevivência, um triunfo da prosa contemporânea que explora com rara sensibilidade as cruéis maquinações do destino”.

Os Mais Influentes da Comunicação em Goiás. O Jornal Opção é líder

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PSB vai fazer campanha “tranquila”

[caption id="attachment_2178" align="alignleft" width="620"]Foto: Jornal Opção Online/Fernando Leite Foto: Jornal Opção Online/Fernando Leite[/caption] Ainda que timidamente, as ações no município para campanha do candidato do PSB ao governo do Estado, Vanderlan Cardoso, já começaram. O coordenador da sigla em Goiás, Ronnie Pessoni, informou que as atividades propostas têm como base o que a população tem dito sobre as campanhas políticas e os resultados das pesquisas qualitativas. Por isso, as ruas anapolinas estarão mais tranquilas, no que depender do PSB. “A população tem rejeitado os carros de som, as grandes carreatas que atrapalham o trânsito e não têm resultados práticos”, afirma. Assim, o partido pretende algo mais pessoal e tranquilo. Um comitê será montado e contará com uma equipe pequena, informa Pessoni, que visitará as casas, levando o Plano de Metas do partido e conversando com os eleitores. O local do comitê ainda está sendo decidido, mas não terá inauguração. O motivo é o mesmo: “Não faremos inauguração, pois é uma simbologia sem o mínimo de retorno político. O comitê é um ponto de referência para atender a população. Não queremos atrapalhar o trânsito e passar raiva nas pessoas”, afirma. Aos poucos, as ações se intensificarão e o candidato Vanderlan fará uma “curriata” por Anápolis. “Curriata”, explica Pessoni, é um carro de pequeno porte, com o qual Vanderlan passeará pelas ruas, ao lado das lideranças no município, anunciando suas propostas para Goiás. Segundo o coordenador, a aproximação à população é maior, sem as grandes movimentações. Além desse trabalho, o PSB conta com o apoio das lideranças em Anápolis, como os candidatos da sigla a deputado estadual Clécio Siqueira, Junio Lima, Paulo Amparo e de Sebastião Reis, segundo suplente do candidato a senador Aguimr Jesuíno. Vanderlan Cardoso pretende acompanhar as reuniões que eles farão no município para incrementar a campanha. As alianças do partido também contribuirão, diz Pessoni. São elas com o PSC e PRP. O pastor Washington Luiz (PSC), candidato a deputado estadual, e José San­tana (PRP), candidato a deputado federal, somam aos outros na frente da campanha. O presidente do PSC, Joaquim Liminha, fecha o quadro dos que caminharão com o PSB no município. Com as atividades suspensas neste final de semana, a sigla continua em estado de choque pelo falecimento do candidato à Presidência da República, Eduardo Campos, na quarta-feira, 13. “Nós sentimos muito e estamos rezando e pedindo pela família. O candidato Vanderlan está muito entristecido com o fato. Nós pretendemos seguir com o legado de homem sério e ético que foi Eduardo Campos e que sonhava em melhorar o país. Por isso, não desistiremos do Brasil e de Goiás”, diz Pessoni sobre a perda.

Soluções no abastecimento de água

O presidente da Saneago, Júlio Cesar Vaz de Melo, apresentou cronograma de obras e as melhorias no sistema de abastecimento de água para o município, na terça-feira, 13, em audiência pública pro­movida pela Câmara Mu­ni­cipal. Com a execução das obras de novos reservatórios, adutoras e unidades de captação, a capacidade e produção serão ampliadas em 50%, aumentando a vazão para mais de 4,3 milhões de litros de água por hora, garantindo o abastecimento para a população de Anápolis até o ano de 2035, segundo estimativas. A Saneago informou sobre a construção de 15,5 quilômetros de adutoras, no município, para levar água bruta das duas unidades de captação no Ribeirão Piancó até a estação de tratamento de água, que também será ampliada. Seis novos reservatórios serão alimentados com água tratada por uma adutora de 20 quilômetros que compõem a rede de distribuição. Assim, a capacidade de armazenamento em Anápolis cresce para 40 milhões de litros. “Ti­ve­mos alguns contratempos na exe­cução das obras, porém va­mos intensificar estas ações e pos­sibilitar que até o dia 21 de agosto consigamos fazer todas as ligações em Anápolis”, concluiu o presidente.

IV Intermídias reúne grandes nomes da comunicação

Encontro será realizado nos dias 28 e 29 de agosto, no Centro de Convenções de Goiânia