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Grupo de Júnior Friboi está em alta com o governador Marconi Perillo

O grupo de Júnior Friboi (PMDB) apoiou a reeleição do governador Marconi Perillo e, como não pediu nada em troca, está em alta. O tucano-chefe aprecia, além dos prefeitos, os advogados Robledo Rezende e Francisco Bento. Robledo e Chiquinho trabalharam na campanha de Marconi e contribuíram para esvaziar parte do PMDB. Se quiserem, irão para o governo do tucano. Robledo é cotado para a Secretaria da Agricultura, para a Agência de Agrodefesa e para a Emater. Ele foi secretário da Agricultura no governo de Maguito Vilela e foi aprovado tanto pelo peemedebista quanto pelos produtores rurais. Saiu como um dos secretários mais eficientes do governo de Maguito. Chiquinho é expert na área de turismo.

Daniel Vilela e Maguito Vilela distanciaram-se de Júnior Friboi

Seguidores do vilelismo dizem que Daniel Vilela, Leandro Vilela e Maguito Vilela pretendiam enfrentar o grupo de Iris Rezende, para assumir o controle do PMDB, com o apoio de Júnior Friboi. Mais: o líder do grupo seria Friboi. Porém, como Friboi ficou fora do processo em 2014, o vilelismo saiu das eleições com extrema força. Daniel Vilela foi o deputado federal mais bem votado do partido. Na campanha, Friboi levou Daniel Vilela ao frigorífico da família e apresentou-o aos funcionários. Mesmo assim, o vilelismo está meio afastado de Friboi e deve assumir o controle do PMDB.

Todos os aliados de Vanderlan Cardoso apoiam Marconi Perillo para governador

O prefeito de Senador Canedo, Misael Oliveira (PDT), e seu secretário de Governo, Joaquim Liminha, presidente do PSC, trabalharam, como leões, na campanha do governador Marconi Perillo, no segundo turno. “Iris Rezende representa tudo aquilo que Goiás rejeita há 16 anos: atraso e vingança. Marconi Perillo faz um governo moderno. O Estado não é uma província”, afirma Joaquim Liminha. Todos os políticos ligados ao empresário Vanderlan Cardoso apoiam a candidatura de Marconi.

Vanderlan Cardoso não quis segurar a alça do caixão político de Iris Rezende pela segunda vez

Um amigo do empresário Vanderlan Cardoso perguntou: “Por que, tendo apoiado Iris Rezende em 2010, no segundo turno, você não quis ajudá-lo na eleição deste ano?” Vanderlan Cardoso, segundo o amigo, teria dito mais ou menos o seguinte: “Não vou pegar na alça do caixão político de Iris Rezende pela segunda vez”. Em 2010, o líder do PSB apoiou Iris Rezende no segundo turno. E arrependeu-se.

Júlio da Retífica vai assumir mandato de deputado estadual em 2015

O deputado estadual Júlio da Retífica, do PSDB, obteve mais de 27 mil votos, mas, dado o quociente eleitoral, não foi reeleito. Mas o governador Marconi Perillo teria dado garantia, a políticos do Norte goiano, que o tucano vai assumir o mandato.

Mauro Miranda pode recomendar um psicanalista para Iris livrar-se de obsessão com Marconi?

Conta-se que Iris Rezende (PMDB) odeia tanto o governador Marconi Perillo (PSDB) que, ao fazer palavra cruzada, quando aparece “quem incendiou Roma”, o peemedebista tenta escrever “Marconi” e fica intrigado ao perceber que se exige quatro letras. De Nero. Durante os debates, fica-se com a impressão de que Iris Rezende acredita que todos os problemas de Goiás têm como responsável o tucano-chefe. A obsessão é tão grande que alguém próximo de Iris Rezende, como o inteligente e sensato Mauro Miranda, deveria recomendar-lhe sessões com um psicanalista.

“O Ministério Público é independente e não aceita injunções políticas”

À frente do órgão estadual pela terceira vez, o novo Procurador Geral de Justiça diz que manterá trabalho duro contra aqueles políticos que insistirem em realizar ações irregulares [caption id="attachment_18816" align="alignleft" width="620"]Tocantins_1885.qxd Clenan Renaut: "Àqueles que se embrenham pelo mundo do crime, o Ministério Público aparece com rigor" / Foto: Ronaldo Mitt[/caption] Gilson Cavalcante O novo Procurador Geral de Justiça, Clenan Renaut de Melo Pereira, tomará posse no dia 14 de dezembro, comandando o Ministério Público Estadual (MP) pela terceira vez. Na entrevista que concedeu ao Jornal Opção, ele garante que não há interferência política no MP. “Nossa instituição é independente, autônoma e não recebe e nem aceita injunções políticas. Nós somos nomeados pelo governador, mas somos escolhidos, em primeiro lugar, pela classe. Então, nós temos respeito pela nossa classe e com a população, com o povo. A política fica para os políticos, o MP é independente”, advoga. Ela entende que o órgão tem que ter um relacionamento amistoso com os políticos, muito leal, porque a política faz parte do Estado brasileiro, afinal a democracia é política, “então, estamos ao lado da democracia, ao lado do povo. Nós queremos nos relacionar muito bem com a política, sem que a política interfira no nosso trabalho e nós também não interferiremos no trabalho dos políticos”, acrescenta. Mas ressalva que, quando há algo ilegal, quando aparece no órgão algo que diz que um político está se apoderando do erário, que está fazendo políticas ilícitas em detrimento do povo, aí sim, o MP tem que aparecer atrás daqueles gestores púbicos que não seguem as normas, dentro da lei. Ele comandou a instituição por duas gestões, entre 2009 e 2012, quando, segundo ele, foram denunciados 86 prefeitos, dos quais foram afastados 17 e presos três. “Graças ao Judiciário, vários deles não voltaram a atuar na área política e vários estão inelegíveis. E vários vão ficar inelegíveis, porque nós temos muitas ações no Judiciário que ainda serão, com certeza, julgadas procedentes, penalizando esses gestores que utilizaram o dinheiro público em benefício próprio”, observou. Na eleição entre os promotores de Justiça, dos 117 votos, Clenan obteve 89, José Demóstenes de Abreu, 54 e Marco Antônio Alves Bezerra, 43. Clenan admitiu que “há carência” de promotores de Justiça em várias comarcas e ponderou que, apesar de haver concurso público em aberto, o órgão não possui orçamento suficiente para convocar novos membros. “O nosso problema é recurso. O orçamento está aquém do que necessita o MP”, pontuou ele, que promete fazer gestões no Executivo para efetivar a equiparação salarial com o Judiciário e também o auxílio-moradia. Porque o sr. resolveu postular o comando da Procuradoria Geral de Justiça pela terceira vez? Deixou algo pendente, algum desafio? A primeira coisa foi a força interior de estar sempre trabalhando em prol do povo e da sociedade. E eu escolhi o Ministério Público como essa bandeira. Entrei no órgão em 1990 e fui o primeiro promotor público do Estado do Tocantins a ser nomeado para a capital, Palmas. Em Taquaruçu do Porto, porque aqui não era comarca. Na época, aqui só tinha capim e poeira. Ficávamos em Taquaralto, onde só tinham quatro ou cinco casas, e a promotoria utilizava as dependências do cartório do Israel, que era a base dessa promotoria, e assim fazíamos as audiências, eu e doutora Dalva. Trabalhando como promotor de Justiça, sempre me apaixonei pelo Direito, pelas causas de defender os menos protegidos e carentes de justiça. Passei por todos os cargos do Ministério Público, de promotor a diretor-geral, coordenador de setor de combate ao crime organizado e hoje sou corregedor-geral. Bem, resolvi ser candidato novamente a Procurador Geral de Justiça porque eu senti que a instituição necessitava de uma injeção de ânimo, de um trabalho mais dinâmico, mais forte, apesar das administrações anteriores terem sido boas. Contudo, ficaram amarradas por falta de recursos orçamentários. Nas minhas administrações anteriores, consegui incrementar a instituição em 200%. Aparelhamos o órgão, construímos dez sedes novas, implantamos um grande trabalho de tecnologia da informática, inclusive conseguimos implantar o E-proc no poder judiciário (sistema de informática), mas que não tivemos que enfrentar o desafio da falta de verbas. Mas, graças a Deus, consegui os manejos orçamentários, remanejar de um lado e de outro para implantar esse E-proc, que hoje dinamizou e agilizou a Justiça. O Tocantins está bem aquinhoado em termos de andamento de processos judiciais. A instituição sofre alguma interferência política? De maneira nenhuma. Nossa instituição é independente, autônoma e não recebe e nem aceita injunções políticas. Nós somos nomeados pelo governador, mas somos escolhidos, em primeiro lugar, pela classe. Então, nós temos um respeito pela nossa classe e com a população, com o povo. A política fica para os políticos, o Ministério Público é independente. Mas a instituição carrega a pecha que, em determinadas situações, adota uma postura parcial, pelo fato de os primeiros procuradores terem sido nomeados pelo ex-governador Siqueira Campos e que, por isso, ainda exerce influência na Corte. Todos os procuradores gerais são nomeados pelo governador, mas eu não posso falar por outros procuradores gerais, falo por mim. Fui procurador geral por quatro anos e não recebi um pedido sequer de político para fazer algo em prol de determinadas instituições estaduais. Nunca recebi proposta de propina, proposta para parar um processo e deixar de atuar em determinado lado. Eu sempre fui respeitado pela classe política, e por isso respeito os políticos. Às vezes, alguém diz que o Ministério Público não deve se envolver com política e eu já eu ouvi muito isso, mas não sou disso. Acho que o Ministério Público tem que ter um relacionamento amistoso com os políticos, muito leal, porque a política faz parte do Estado brasileiro, a democracia é política, então, estamos ao lado da democracia, ao lado do povo. Nós queremos nos relacionar muito bem com a política, sem que a política interfira no Ministério Público e nós também não interferiremos no trabalho dos políticos. Agora, quando há algo ilegal, quando aparece no Minis­tério Público algo que diz respeito a um político que está se apoderando do erário, que está fazendo políticas ilícitas em detrimento do povo, então, o Mi­nistério Público tem que aparecer atrás daqueles gestores púbicos que não fazem as coisas legais, dentro da lei no Estado. O órgão só trabalha quando é provocado. O maior número de denúncias vem de qual setor? É na área criminal. São nas promotorias criminais que vão as notícias dos crimes. Temos também as promotorias do patrimônio público, para onde vão os casos de improbidade administrativa, o volume é muito grande. O Ministério Público não age quando é provocado, ele age quando há demanda. Agora, aqueles que se embrenham pelo mundo do crime e pelo submundo da ilegalidade, aí sim, o órgão aparece, age e com rigor. Fazemos nossa parte, apresentamos as provas e com processo pronto, encaminhamos ao Judiciário, que é a área competente para decidir e punir aqueles que devem ser punidos. A instituição está mais ágil hoje, no encaminhamento dos processos para a Justiça? Está muito mais ágil. Nós temos um sistema hoje de TI, sistema online, nossos servidores e promotores estão treinados e qualificados para o trabalho. Temos um volume muito grande de processos. Para se ter uma ideia, quando em saí da Procuradoria Geral da Justiça, em 2012, o Ministério Público atuou em mais de 170 mil processos naquele ano. Esperamos que a sociedade seja atendida com justiça nesses processos encaminhados ao Judici­ário. Que os gestores que usaram o cargo público para se beneficiarem sejam realmente punidos, para que o povo saiba que existe justiça neste Estado. Já aconteceu de muitos administradores públicos do Tocantins serem punidos por improbidade? Só na minha administração, entre 2009 e 2012, foram denunciados 86 prefeitos, dos quais 17 foram afastados e três presos. Graças ao Judiciário, vários deles não voltaram a atuar na área política e vários estão inelegíveis. E vários vão ficar inelegíveis, porque nós temos muitas ações ainda no Judiciário que serão, com certeza, julgadas procedentes, penalizando esses gestores que utilizaram o dinheiro público em benefício próprio. Tocantins_1885.qxd Tem muitos processos pendentes, dependendo de um parecer final? Hoje eu estou na Corregedoria Geral e só lido com promotor de Justiça, uma função espinhosa, porque aqui nós mexemos com processos administrativos. Nesses últimos dois anos, não sei como foi a atuação nessa área criminal, de improbidade administrativa. A economia do Tocantins tem o agronegócio como o grande filão e todo ano tem boa parte de sua vegetação devastada pelo fogo. Há muito crime ambiental no Estado? Temos várias e várias ações de crime ambiental praticadas por pessoas simples e também por fazendeiros e produtores rurais, que tocam fogo em suas propriedades. Esse fogo acaba sendo disseminado e, com isso, causa enorme prejuízo ao meio ambiente. Pessoas que desviam os ribeiros e nascentes de suas propriedades, desvio de leitos, irrigação anormal, sem licenciamento ambiental aprovado. Estamos com vários processos em andamento e a punição será feita. Muitos já foram multados e multas pesadas. O Ministério Público está bem estruturado no interior do Estado? Hoje, a instituição é uma das mais bem estruturadas do Brasil. Temos certeza que o Ministério Público do Tocantins está entre os dez primeiros do Brasil, pois construímos promotorias novas no interior, equipadas com tecnologia de ponta. Dis­pomos de servidores qualificados, membros à altura de promover um trabalho digno para a sociedade. Uma das lutas antigas do órgão é a equiparação salarial com a magistratura. Esse é um ponto nevrálgico do Ministério Público. Nesses últimos dois anos, nós perdemos muito em relação à simetria salarial com o Judiciário que, junto com a Defensoria Pública, está muitas léguas na frente em termos salariais. Essa defasagem é muito grande? É uma defasagem em torno de R$ 8 mil, R$ 10 mil ou R$ 12 mil. O Ministério Público sempre se pautou pela legalidade. Nós nunca colocamos o pé adiante da mão. Por isso, nós estamos atrás, estamos procurando legalizar para depois pagar. Não fazemos nada por resolução, nada por ato. Só através de lei aprovada na Assembleia Legislativa. Outra coisa é o auxílio-moradia. Esse auxílio-moradia é curioso. O Ministério Público foi o primeiro no Brasil e, aqui no Estado, a primeira instituição a criar o auxílio-moradia por lei. Temos a lei e nunca recebemos esse benefício. E os outros, sem lei, já receberam há muito tempo. Está dependendo de quê? De orçamento e do Executivo ter boa vontade de passar um orçamento à altura para o Ministério Público.

Ex-deputado do PMDB diz que Iris Rezende deveria ser levado para o Butantan

Um ex-deputado do PMDB saiu com esta na semana passada: “Iris Rezende está destilando tanto veneno que, se for levado para o Instituto Butantan, ninguém achará estranho”. O ex-parlamentar acredita que, terminada a campanha, “terá de se tratar. O ódio excessivo deixa as pessoas doentes”.

Síndico de edifício teme que Iris Rezende dispute seu cargo depois da eleição para governador

O síndico de um edifício que fica ao lado do Restaurante Tribo, um dos mais descolados de Goiânia, no Setor Marista, está preocupado. Ele confidenciou a amigos que, como tem certeza que Iris Rezende será derrotado para governador de Goiás, acredita que o peemedebista-chefe vai querer ser síndico do prédio. Mas, em eleições limpas, é capaz de derrotá-lo, teria sugerido, levemente aliviado.

O velório e o enterro político do peemedebista Iris Rezende

O primeiro turno foi o velório político de Iris Rezende. O segundo turno foi o enterro político do peemedebista-chefe.

Vanderlan Cardoso aposta que Iris Rezende vai disputar Prefeitura de Goiânia

Vanderlan Cardoso (PSB) está “crente” que Iris Rezende será candidato a prefeito de Goiânia. Quer dizer: será seu concorrente na disputa de 2016. Já Iris Rezende não acredita que Vanderlan Cardoso terá coragem de enfrentá-lo em Goiânia.

Herança deixada para próximo governo é de irresponsabilidades administrativas

Marcelo Miranda assumirá Estado com déficit, deixado pela gestão atual, e com sérias dificuldades de se desenvolver [caption id="attachment_18807" align="alignleft" width="620"]Foto: Marcio Vieira / Governo de Sandoval Cardoso (SD) se prepara para dar deixar o Estado com um déficit orçamentário... Foto: Marcio Vieira / Governo de Sandoval Cardoso (SD) se prepara para dar deixar o Estado com um déficit orçamentário...[/caption] Gilson Cavalcante O governo estadual vai deixar uma fatura pe­sada para o próximo governo, principalmente nas áreas da Saúde e da Educação. No entanto, o que mais chama a atenção, devido à irresponsabilidade administrativa, de acordo com dados levantados, é que o atual governo deixou de aplicar os 25% das receitas do Estado no setor educacional, como determina a Cons­tituição Federal. De janeiro a setembro deste ano, por exemplo, foram aplicados somente 19,6%. Segundo analistas, não é difícil chegar a tal dedução: nos oito primeiros meses do ano, o governo repassou para a Secretaria da Educação o montante de R$ 742 milhões, dos quais R$ 601 milhões foram gastos com pessoal e aplicou apenas R$ 20 milhões em investimentos. Isso significa que não foram investidos nem 20% do que manda a lei. No elenco de irresponsabilidades praticadas pelo governo que começa a limpar as gavetas para entregar o cargo para Marcelo Miranda (PMDB), a partir de 1º de janeiro de 2015, está o descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) no que se refere à folha de pagamento dos servidores púbicos. Um exemplo do descuido: em 2013, com os gastos com despesas de pessoal e encargos, foram gastos mais de 51,5% da Receita Corrente Líquida, quando o limite é de 49%. No mês de agosto deste ano, os gastos com folha de pagamento de funcionários foi por volta de 58%; em maio, 69%; em junho, 72%; e em julho na ordem de 53%. [caption id="attachment_18808" align="alignleft" width="620"]Foto: Fernando Leite/Jornal Opção / ... e, por consequência, Marcelo Miranda precisará lidar com sérios problemas no primeiro ano de governo Foto: Fernando Leite/Jornal Opção / ... e, por consequência, Marcelo Miranda precisará lidar com sérios problemas no primeiro ano de governo[/caption] Caso pensado ou imprudência? Só para relembrar: logo que perdeu as eleições, o governador Sandoval Cardoso (SD) baixou o famoso decreto cancelando empenhos não liquidados até 10 de outubro, cujo pagamento não depende da boa vontade de um Comitê Gestor criado para esse fim. Tem gente comentando que a decisão cheira a calote no valor de mais de R$ 1 bilhão. E os números não param por aí. Em 2010, os repasses do governo federal referentes ao Fundo de Participação dos Estados (FPE) para o Tocantins alcançaram a cifra de R$ 2,117 bilhões e o previsto até o final do ano é de R$ 3, 435 bilhões, um crescimento, portanto, do FPE de mais de R$ 1,318 bilhão em quatro anos. Dados divulgados por um jornal diário constaram que de 2003 a 2013, os investimentos do governo no Estado caíram de 35,47% para 9,72%, enquanto os gastos com servidores cresceram 388% no mesmo período. Gastos além do arrecadado O descontrole do governo ficou comprovado, agora, mais uma vez, quando o chefe do Executivo encaminhou recentemente à Assembleia Legislativa a Lei de Diretrizes Or­çamentárias (LDO) para 2015. Reconheceu, pelos números apresentados, que o Estado gastou mais do que arrecadou em 2013. Pelos cálculos apresentados, o resultado primário do Estado no ano passado apresentou um déficit de mais de R$ 550 mil. O governador Sandoval justificou que o que contribuiu para essa negatividade foi o cenário da economia brasileira apresentado em 2013 e das medidas sucessivas de renúncias fiscais promovidas pelo governo federal, o que, no seu entendimento, fizeram com que a execução orçamentária de 2013 fosse atingida por fatores impactantes, afetando o cumprimento das receitas previstas. Esse resultado primário corresponde a 3,71% negativo do PIB estadual. Cuja previsão é de R$ 14.836 milhões. O equilíbrio entre a receita e a despesa, segundo o governo, “continua como pilar fundamental para a manutenção de um regime fiscal responsável e para garantia de um processo de melhoria contínua da administração pública”. A LDO tramita na Comissão de Finanças, Tributação, Fiscali­zação e Controle.

Toinho Andrade se movimenta para tentar a presidência da Assembleia

[caption id="attachment_18810" align="alignleft" width="240"]Foto: Ísis Oliveira / Toinho Andrade: “Vou lutar por minha candidatura à presidência” Foto: Ísis Oliveira / Toinho Andrade: “Vou lutar por minha candidatura à presidência”[/caption] Reeleito com mais de 17.600 mil votos, o deputado Toinho Andrade (PSD) começa a se movimentar no sentido de colocar seu nome em discussão para comandar a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, na próxima legislatura. Recente­mente, ele fez pronunciamento da tribuna da Casa demonstrando esse interesse. O parlamentar circula com desenvoltura entre todas as bancadas e jamais entrou em polêmicas ou provocou animosidades com qualquer colega do parlamento. Por isso, acredita que pode aglutinar forças em torno de seu nome. Toinho Andrade, no entanto, garante que ainda não entabulou nenhum entendimento com vistas à sua postulação, o que pretende fazer no momento “oportuno”. Ele defende a ideia de que o Legislativo tem que ser bem re­presentado para conduzir as discussões e debates de forma equilibrada e sensata. “Vamos ajudar o Executivo no desenvolvimento do Tocantins sem, no entanto, perder a autonomia e fugir ao verdadeiro papel do Legisla­tivo”. Toinho foi o candidato mais bem votado da sua coligação. A principal base eleitoral do parlamentar é Porto Nacional, que estará bem representado no Legislativo estadual, com cinco deputados oriundos daquele município, além de um senador e um deputado federal. “Acredito que a nossa cidade, agora, não terá mais aquelas dificuldades em receber ajuda do governo estadual, ou os recursos das emendas parlamentares em nível federal”, ressalta. O deputado peessedista acredita que um presidente afinado com o próximo governador vai possibilitar que os tocantinenses recuperem sua autoestima e a credibilidade do governo, “para que a gente possa trazer de volta a alegria ao povo desse Estado, em especial, aos servidores públicos”, considera. Embora a coligação de Mar­celo Miranda não tenha elegido a maioria dos 24 parlamentares, Toinho Andrade acredita que o governador futuro não terá dificuldades na Assembleia Legislativa para colocar os seus projetos em prática. Ele entende que Marcelo Miranda é um político habilidoso, disposto ao diálogo e, por isso, está convencido de que a grande maioria dos parlamentares da próxima legislatura não oferecerá resistência ao novo governo. “Marcelo Miranda é um governador experiente, vai para o seu terceiro mandato e sabe fazer uma avaliação correta do cenário não só político, como econômico e social do nosso Estado. Ele vai apresentar à sociedade, por intermédio do Legislativo, suas metas para tirar o Tocantins do sufoco, da situação caótica em que se encontra”, apregoa o deputado. Toinho Andrade reconhece que a postulação pela presidência do Legislativo não será missão fácil, mas garante que está preparado para fazer essa gestão, com parcimônia, articulação e entendimento. “Vou lutar para que a minha candidatura seja posta de maneira consensual, buscando apaziguar eventuais desentendimentos”, pondera, acrescentando que vai, inclusive, conversar com a bancada de oposição, para que o seu intento seja exitoso, com base no princípio da “boa convivência” parlamentar. O deputado advoga a tese que as possíveis arestas que surgirão em plenário terá pulso firme de uma Mesa Diretora capaz de conduzir de “forma impecável” os trabalhos.

Deputado eleito pela 3ª via diz que será um parceiro do novo governador

Com três mandatos como vereador na capital e indo para o quarto de deputado estadual, Eli Borges, egresso do PMDB e reeleito pelo Pros, se define como um anti-siqueirista convicto e, por isso mesmo, já anunciou que vai acompanhar o governador eleito Marcelo Miranda (PMDB), mas com uma visão crítica no que tange à discussão dos projetos que considerar de vital importância para o desenvolvimento do Estado e da democracia. O parlamentar evangélico foi um dos mais bem votados candidatos em Palmas, numa coligação muito pouco expressiva eleitoralmente. Ele avalia que o pleito deste ano foi o mais difícil de todos, principalmente para quem estava em desvantagem financeira. “Ficou constatado que o Tocantins não evoluiu na politização, na consciência cidadã do voto, com algumas exceções. Outra coisa: lideranças políticas do Estado e alguns vereadores participaram do grande leilão de lideranças, no mês de junho, a famosa e tradicional compra de votos”, desabafou, lembrando que perdeu dezenas de apoios de vereadores nessas eleições. Em sua análise, boa parte do eleitor tocantinense ainda sobrevive da negociação do voto e, segundo ele, muitos políticos continuam alimentando essa prática retrógrada. “Parte da justiça eleitoral se preocupa com algum detalhe político das eleições, quando deveria realizar um trabalho muito forte no sentido de coibir esses leilões de lideranças em época de eleições e moralizar a institucionalização da compra de votos, que são as famosas bocas de urna, feito agora de forma diferente, mediante um contrato na reta final da campanha eleitoral”, condena. A expressiva votação que obteve em Palmas não empolga o deputado a pleitear a disputa pela prefeitura da capital, em 2016. “Não tenho disposição para isso, até porque a minha preocupação é de que o poderio econômico acaba fazendo a diferença e se torna muito forte depois do resultado das eleições”, pondera. Eli Borges obteve mais votos do que a deputada derrotada Solange Duailibi (SD), esposa do ex-prefeito Raul Filho (PT), a candidata do prefeito Carlos Amastha (PP), vereador Negreiros (PP), e Eduardo Siqueira Campos (PTB). Sobre a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa, Eli Borges disse que já foi procurado por alguns colegas na intenção de concorrer (não citou nomes), mas adiantou que preferiu não fazer nenhum compromisso, pelo menos daqui até dezembro. “Vamos aguardar os fatos, a composição do governo, a plataforma individualizada que cada um dos deputados que tem a pretensão de se candidatar a presidente da Casa”, tergiversou. O parlamentar ressaltou, no entanto, que se o processo permitir que ele possa surgir como um candidato de consenso não fugirá da raia. E observa que, numa eventual disputa em que desse o empate, ele teria vantagem, porque é o deputado mais velho do parlamento e, com isso, sairia privilegiado. “Mas isso não significa que serei candidato”, ressalva.

Friboi não apenas decidiu votar em Marconi Perillo. Ele pede votos para o tucano

O empresário Júnior Friboi, que está processando Iris Rezende — com sua costumeira falta de habilidade para apresentar provas, o peemedebista-chefe, na hora agá, vai clamar por acordo —, não apenas decidiu votar no governador Marconi Perillo. Ele pediu votos para o tucano-chefe.

Iris Rezende está chateado com Ronaldo Caiado e Paulo Garcia

Iris Rezende persiste chateado com o deputado Ronaldo Caiado, do DEM, e com o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, do PT. Ronaldo Caiado não conseguiu atrair Vanderlan Cardoso para sua campanha, no segundo turno. Porém, ao contrário do que dizem alguns peemedebistas, não procede que Ronaldo Caiado tenha garantido que conquistaria o apoio de Vanderlan Cardoso para Iris Rezende. Mas é verdadeiro que ele tentou atrair, sem sucesso, o empresário para a campanha do peemedebista. Paulo Garcia teria prometido que daria pelo menos 60 mil votos para Iris Araújo em Goiânia. Mas a deputada federal obteve apenas 66 mil votos... em todo o Estado. Mas, afinal, de quem Iris Rezende não está reclamando?

O veto de Iris Rezende à presença de Paulo Garcia em seu programa

Um marqueteiro teria sugerido pôr o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, no programa eleitoral de Iris Rezende. Um irista, dos mais íntimos do peemedebista-chefe, praticamente gritou, irritado: “Quer derrotar Iris inclusive em Goiânia?!”