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Depois de cortejar FHC e Lula, o PSB/Rede busca apoio político para administrar o poder

[caption id="attachment_13985" align="alignleft" width="620"]Fernando Henrique: no mandato de Aécio, Marina é bem-vinda l Foto: Valéria Gonçalves/AE Fernando Henrique: no mandato de Aécio, Marina é bem-vinda l Foto: Valéria Gonçalves/AE[/caption] Antes que se conhecesse a pesquisa do Ibope, o economista Eduardo Gianetti, conselheiro de Marina Silva em seu programa de governo, ofereceu um recado à praça política. Afirmou em entrevista que a presidenciável do PSB/Rede gostaria ter como aliados os ex-presidentes FHC e Lula. A entrevista de Gianetti quis dizer com isso que um futuro governo Marina apreciaria uma composição política com o PSDB e PT estabelecida por entendimentos da nova presidente com os dois líderes, cada um em nome do seu partido. O silêncio da candidata a respeito da proposta expressou a concordância com a fala do porta-voz informal. Conhecida a pesquisa do Ibope, Gianetti renovou o recado. Disse que ele próprio, economista, aceitaria trabalhar na companhia de Fernando Henrique Cardoso num governo tucano. Foi uma maneira de reforçar a mensagem anterior. Se Marina poderia colaborar com um governo Aécio Neves, os tucanos seriam bem aceitos numa presidência marineira. Respondeu FHC, com ironia, que “no mandato do Aécio, eu gostaria muito de ter a aliança da Marina”. Completou com a afirmação de que a “recíproca é verdadeira”. Estava feito o convite para a candidata se integrar a um futuro governo tucano. O próprio Aécio entendeu a troca de recados como um reconhecimento de que o esquema de Marina não dispõe de quadros nem de apoio político suficiente para governar. Gabou-se de uma superioridade tucana. “Ninguém tem propostas em condições melhores do que as nossas”, tripudiou. “Quem vai governar é o PSDB com figuras qualificadas.” O fato prático é que o núcleo dirigente do PSB, a partir dos números do Ibope, já busca alianças em nome da governabilidade numa gestão Marina com a Rede e os socialistas. O presidente do PSB, Roberto Amaral, programa se entender com líderes de outros partidos para a participação de todos num futuro governo. A preocupação faz sentido. Até porque o esquema PSB/Rede iniciou uma aproximação com empresários para vender as suas ideias de governo baseado em alianças políticas e sociais, o que inclui empresas e setores produtivos, como o agronegócio. Além da conquista de confiança da economia privada, trata-se de explorar um canal de financiamento eleitoral – urgente, pois a pouco mais de um mês da eleição.

Reguffe, o homem de Marina Silva no DF

Como a candidata à Presidência, o candidato a senador se quer pairando acima da “sujeira” da política tradicional, o que tem sido um eficiente instrumento de marketing eleitoral

Menos de 16 mil votos definem 1º turno

Com 49,5% das intenções de voto válidos, Marconi estaria a menos de 16 mil votos para vencer no 1º turno, caso as eleições fossem agora. Com nova variação negativa, Iris Rezende registra queda de 4% desde abril. Ronaldo Caiado inverte tendência de queda, volta a variar positivamente e mantém liderança folgada. Instituto ouviu eleitores sobre programas eleitorais: Marconi apresenta mais propostas e Iris é quem mais ataca. Dilma ainda lidera, mas Marina consegue empate técnico. Governo é aprovado por 49% e Marconi tem aprovação de 55% dos eleitores

É possível evitar a vitória de Marconi?

O arsenal usado até aqui contra a reeleição não funcionou. Oposição ainda tem bala na agulha para levar a disputa para o 2º turno? Por que o discurso oposicionista não deu certo?

Aliados de Siqueira fecham com Marcelo Miranda

Quadro sucessório começa a ganhar contornos definitivos e apresenta um cenário vexatório para o governador e candidato à reeleição Sandoval Cardoso

Sandoval quer agradar os servidores, mas sindicato cobra diárias atrasadas

O governador Sandoval Cardoso (SD), candidato à reeleição pela coligação A mudança que gente vê, disse que vai instituir a meritocracia no serviço público e encaminhará para a Assembleia Legislativa um projeto de lei que instituirá que a presidência do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado (Igeprev) será ocupada, obrigatoriamente, por um servidor efetivo do Estado. “Vamos valorizar quem quer trabalhar pelo nosso Estado, vamos instituir a meritocracia no serviço público. E é ouvindo, dialogando, respeitando e valorizando que vamos construindo a nossa política de reconhecimento aos nossos servidores”, garantiu e recente evento de campanha eleitoral, em Palmas. Sandoval falou também sobre o retorno da jornada de oito horas para os servidores públicos. “Sei que foi uma decisão que outro gestor não teria coragem de tomar a cinco meses da eleição, mas se não fosse pelo esforço dos servidores nós não estaríamos com mais de 200 obras em andamento em todo o Estado. Todos têm sua parcela de contribuição para fazer o nosso Estado avançar e nossos servidores estão fazendo sua parte”, frisou Sandoval. O candidato do SD disse que vai continuar ouvindo as diversas categorias e que todas as conquistas dos servidores serão mantidas.

Diárias atrasadas

Enquanto o governador fala em valorizar funcionalismo estadual, o Sindicato dos Servidores Públicos no Estado do Tocantins (Sisepe-TO) protocolou um ofício endereçado à Goverandoria no qual a entidade cobra a correção do valor pago nas diárias dos motoristas do quadro geral do Poder Executivo. A correção reivindicada é de 32,83% e corresponde às diárias para as viagens a serviço dentro do Estado. No ofício, o sindicato lembra que as diárias dos motoristas não são reajustadas há seis anos. Por esta razão, as reclamações da categoria referente à defasagem no valor das diárias e devido a não aplicação do INPC. “Cada motorista está recebendo atualmente R$ 112,50 por diária. Além do valor não ser suficiente para cobrir despesas com alimentação e hospedagem destes servidores públicos, o Governo ainda paga atrasado. Temos registro de denúncia comprovada de que o Governo está devendo mais de R$ 5 mil em diárias atrasadas a um servidor”, pontua o presidente do Sisepe, Cleiton Pinheiro.

OAB sabatina candidatos ao governo nos dia 9 e 10

A Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Tocantins (OAB-TO), realiza rodada de entrevistas com os seis candidatos a governador, nos dias 9 e 10 de setembro, no auditório da entidade, em Palmas. Serão entrevistados três candidatos por dia, em separado, e cada um terá uma hora para responder aos questionamentos. No dia 9 serão entrevistados Eula Angelim (PSol), Sandoval Cardoso (SD) e Ataídes Oliveira (Pros). No dia seguinte é a vez de Carlos Potengy (PCB), Luís Cláudio (PRTB) e Marcelo Mi­randa (PMDB). A ordem de apresentação dos candidatos foi definida por sorteio.

Critérios

As entrevistas terão tempo limite de no máximo uma hora para cada participante. Os 20 minutos iniciais serão reservados para apresentação do plano de governo. O candidato terá os 40 minutos restantes para responder perguntas sobre saúde, educação, geração de emprego e renda, segurança pública. Também será abordada a reforma política, uma medida que segue orientação da OAB, que considera importante que antes de fazer a escolha de seus candidatos os eleitores saibam o que eles pensam sobre propostas como o financiamento público de campanha, o voto em lista fechada e o fim da reeleição no Executivo. O participante terá no máximo cinco minutos para responder a cada pergunta e três minutos para considerações finais. Para evitar tumultos e confrontos — explica o presidente da OAB-TO, Epitácio Brandão Lopes —, cada partido e coligação política poderão levar no máximo 15 acompanhantes, que serão previamente credenciados e receberão os crachás nos comitês de campanha. “O credenciamento deverá ser feito até as 18 horas do dia 5 de setembro pelo e-mail [email protected]. Candidato e convidados deverão chegar ao local da entrevista com pelo menos meia hora de antecedência”, observa. De acordo com o presidente da entidade, não será permitida a entrada no auditório de pessoas portando armas de qualquer tipo ou objetos que possibilitem a prática de violência ou “qualquer coisa que possa ser usada como arma para cortar, apunhalar ou esfaquear, ou como um projétil, especialmente guarda-chuvas longos, dentre uma série de outros objetos e produtos”. Brandão enfatiza que o convidado que manifestar acusações ou ofensas ao candidato entrevistado será retirado do auditório.

Entrevistas

As entrevistas serão realizadas por um mediador, designado pela diretoria da OAB-TO, que fará as perguntas diretamente ao candidato. Os questionamentos deverão ser elaborados e enviados previamente pelos advogados do Estado do Tocantins à entidade regional pelo e-mail [email protected] até o dia 4 de setembro. “Não serão permitidas intervenções ou perguntas vindas de pessoas na plateia”, pontua o presidente. Todas as entrevistas serão transmitidas ao vivo nas Sub­seções de Araguaína e Gurupi e também pela internet, por meio do portal da entidade: oabto.org.br

“A corrupção no Tocantins virou um câncer”

Candidato do Pros ao governo, senador diz que, se eleito, pretende dar reajuste aos servidores da educação, saúde e segurança pública

Vereador critica remanejamento de orçamento

O vereador Joaquim Maia, em recente visita ao assentamento Entre Rios, criticou o cancelamento da construção de um abatedouro de animais de pequeno porte na região. A medida do prefeito Amastha, aprovada pelo Le­gislativo, foi possível devido a um remanejamento no valor de R$ 430 mil que constava no orçamento anual para o gabinete do prefeito. “Assim como aqueles produtores, fiquei frustrado com a ação dos vereadores que aqui votaram a favor do remanejamento. Na sessão em que foi aprovada a retirada da verba para a construção do abatedouro eu não estava presente, mas, assim como meus colegas de oposição, meu voto seria contrário ao re­ma­neja­mento”, disse Joaquim Maia. O vereador lembrou que ain­da há tempo para que o Exe­cu­tivo volte atrás. “Não é possível que a administração municipal não reconheça a importância da construção deste abatedouro. Os produtores daquela região contavam com o empreendimento e, para isso, estavam se preparando, buscando ampliar seus negócios, por meio de financiamentos”, observou o parlamentar.

Senadora Kátia Abreu aponta incompetência do governo estadual

[caption id="attachment_13936" align="alignleft" width="620"]Senadora Kátia Abreu: duras críticas ao governo Senadora Kátia Abreu: duras críticas ao governo[/caption] A Senadora denunciou em palanque o que classifica de incompetência do governo do Estado, que não tem conseguido sequer aplicar os recursos disponíveis para a área da saúde. Ela ressalta que, com muito custo, teve que recorrer à presidente Dilma Rousseff para conseguir aprovar empréstimo junto ao BNDS na ordem de R$ 500 milhões para melhorar a rede de saúde do Estado. “Nada me deu mais alegria do que solicitar esses recursos para a presidente Dilma e ter conseguido, mas infelizmente não tive a alegria de inaugurar estes hospitais porque o governo se fez de sonso e não licitou as obras. E agora, mesmo licitadas, não conseguiu levantar um tijolo sequer”, denunciou em discurso pelo interior do Tocantins.

Presidente do PSDB ameaça dissidentes

A presidente do diretório regional do PSDB, Maria Tereza Rocha, em nota à imprensa faz sérias ameaças aos tucanos que não seguirem as orientações do partido. Reco­menda aos filiados e, principalmente, as lideranças, a apoiarem a­penas candidatos da  agremiação nas eleições deste ano. Te­reza observa ainda que os dirigentes e membros do partido são obrigados a seguir a orientação de apoio às candidaturas de Aécio Neves para presidente e aos candidatos da coligação A mudança que a gente vê. A posição da presidente é uma reação imediata à decisão de Agimiro Costa e Ernani Siqueira em apoiarem a candidatura de Marcelo Miranda (PMDB) ao governo do Estado.

Gesto solidário

O presidente regional do PSD, deputado federal Irajá Abreu, manifestou, em nota à imprensa, solidariedade aos ex-secretários Ernani Siqueira e Agimiro Costa, ameaçados de expulsão do PSDB. O deputado repudiou a tentativa do grupo siqueirista de diminuí-los politicamente por decidirem apoiar a candidatura do governador Marcelo Miranda e da senadora Kátia Abreu.

Decisão corajosa

“A corajosa decisão do ex-secretário estadual da In­dús­tria e Comércio e do ex-secretário do Trabalho e Ação So­cial, tucanos históricos e de respeitosa biografia política e administrativa, vem somar-se à decisão semelhante de muitos companheiros que sentiram-se alijados do processo de discussão e decisão sobre os problemas do Tocantins, e buscaram alternativas para solucionar as questões que afligem a população do Es­tado, levado, com o atual desgoverno, à pior crise institucional, administrativa, política e econômica desde a sua criação”, sustentou Irajá Abreu.

Nada a declarar

“Nós vivemos em um regime democrático. Eu entendo que cada um deve apoiar quem ele acha que é melhor para o Tocantins. Não tenho o que dizer, se ele entende que é melhor o lado de lá, é a ideia dele, é o que ele pensa.” Assim reagiu o governador e candidato à reeleição Sandoval Cardoso (SD) com relação ao apoio prestado pelos tucanos Agimiro Costa e Ernani Siqueira ao candidato a governador Marcelo Miranda (PMDB).

Discurso vazio

Sandoval, apesar das recentes baixas sofridas na sua campanha eleitoral, garante que vai seguir em frente. E resume o episódio, sem entrar em detalhes: “O povo que está fazendo o comparativo sabe que nós estamos avançando muito no Tocantins e eu acredito muito nesse novo momento, acredito muito na nossa campanha crescente e que nós vamos ganhar a eleição e o Estado vai viver bons dias como está vivendo agora”.