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Depois de trocar o PP pelo PSB e de se aliar ao antigo opositor PSD, do vereador Iratã Abreu — filho da ministra da Agricultura, Kátia Abreu (PMDB) —, o prefeito de Palmas, Carlos Amastha agora também quer o PT na aliança para 2016. E a busca pelo apoio petista deverá ser feita por meio de uma composição nacional, intermediada pelo deputado federal e presidente estadual do PSD no Tocantins, Irajá Abreu, e pelo senador Donizeti Nogueira (PT). A intenção de Amastha é aglomerar o máximo de partidos para fortalecer sua candidatura à reeleição. Até o momento, o prefeito tem o apoio de pelo menos oito partidos com votação expressiva na capital tocantinense: PMDB, PSB, PSDB, PSD, PP, PCdoB, PSL e PTN.
No Tocantins a articulação já está a todo vapor. Em Paraíso, o atual prefeito, Moisés Avelino (PMDB), ainda não se decidiu se vai à reeleição. Porém, é o candidato natural para a disputa. Em Porto Nacional, há interesse dos deputados estaduais Ricardo Ayres (PSB) e Valdemar Júnior (PSD). Porém, será uma eleição acirrada. Bem avaliado, o atual prefeito, Otoniel Andrade (PSDB), é cotado como forte candidato à reeleição. “É quase certa a reeleição de Otoniel”, diz um jovem político da cidade. Em Araguaína, os pré-candidatos são os deputados estaduais Valderez Castelo Branco (PP), Jorge Frederico (SD). O deputado Olyntho Neto (PSDB) ainda não se declarou, embora demonstre interesse.
No Entorno do Distrito Federal a situação não é boa para os prefeitos. Todos estão mal avaliados e com pouquíssimas chances de reeleição. Abre possibilidade para quem tem articulado. Em Luziânia, Ernesto Roller (PMDB), embora diga que está focado em seu mandato de deputado estadual, tem articulado fortemente. É o favorito contra o governo do prefeito Cristóvão Tormin (PSD).
Recentemente adquirida pelo grupo francês Bureau Veritas, o Sistema Pri Engenharia, de São Paulo, tem demonstrado interesse no Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia). A empresa, que já conhece o distrito — foi responsável pelo gerenciamento do complexo de obras da Química Amparo/Ypê —, está de olho no grupo texano CCD Biofuels & Energy, LLC, que deverá instalar um Parque de Energia Verde em Anápolis com produção de biodiesel a partir de algas.
A taxa média de desemprego no Brasil alcançou seu maior patamar no trimestre encerrado em maio: 8,1%, uma média muito maior que a do mesmo período do ano passado. A maior dos últimos três anos, na verdade. Com 10% de queda da massa salarial nacional, a preocupação dos empresários é que esta crise chegue a Goiás já no próximo semestre. A secretária da Fazenda de Goiás, Ana Carla Abrão, não refuta a possibilidade, mas diz que a situação do Estado ainda está melhor que a nacional. Segundo ela, o Estado tem a vantagem de ter conseguido maior fôlego nos últimos anos e que isso deverá dar aos empresários melhores condições em seus empreendimentos, sobretudo porque demitir é sempre a última alternativa em uma empresa, pois é caro. Contudo, Ana Carla alerta: “Se não tivermos um sinal positivo na economia nacional nos próximos meses, temo que haja uma onda de instabilidade”.
A transferência de capital, de Goiânia para a Cidade de Goiás, será adiantada neste ano. Geralmente realizada no dia 26 de julho, data de fundação da antiga Vila Boa, a transferência passará para o dia 24 pelo fato de que o dia 26 dará no domingo. Como capital simbólica, a Cidade de Goiás, volta a ser o centro do governo do Estado até a segunda, 27.
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Goiás vai entregar as obras do Museu de Arte Sacra da Boa Morte e da Escola de Artes Plásticas Veiga Valle no dia da transferência da capital: de Goiânia para a Cidade de Goiás, no dia 24 de julho. A obra no Museu foi iniciada no fim do ano passado em uma parceria com o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) com recursos do Fundo Nacional de Cultura (FNC). A intervenção no Museu teve por objetivo conservar o prédio, que foi construído para abrigar a Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte, em 1779, e tombado como patrimônio histórico pelo Iphan em 1950. A igreja só se tornou museu em 1968. Já a restauração do casarão que abriga a Escola de Artes Plásticas Veiga Valle foi realizada com recursos do PAC Cidades Históricas. A Cidade de Goiás é um dos municípios no País em que as obras financiadas pelo PAC estão com nível mais acelerado de execução. Fora essa, há também: a Ponte da Cambaúba, restauração entregue em fevereiro deste ano, sendo a primeira obra do PAC-Cidades Históricas concluída no país; o Mercado Municipal; e o Arquivo Diocesano. As duas últimas intervenções ainda estão em andamento, mas a todo vapor.
Presidente da Câmara argumentou que o artigo 60, usado como argumento para anular a votação que aprovou o tema, não pode ser aplicado a emendas aglutinativas
De acordo com o ministro da Justiça, a atualização foi feita pelo valor da inflação. Documento será lançado em agosto no país
Troca de farpas continua e sem previsão de trégua. Senador goiano voltou a criticar atuação do prefeito petista: "Fica preso no gabinete com medo de andar pelas ruas"
Cleudes Baré defende projeto da Sefaz, que reformula aferição de repasse do Estado para municípios. Secretária Ana Carla Abrão afirma que mudança não irá extinguir prefeitos da discussão
Texto de autoria de Isaura Lemos abrange pessoas jurídicas que tenham doado qualquer quantia às campanhas para governador e deputado estadual
Já está no ar as músicas mais tocadas na redação do Jornal Opção. Agora, ao final, você pode conhecer a Playlist da última edição. Um boa para se despreocupar com qual música escutar, não é mesmo? Então, aumente o som e coloque os pés para cima, que está supimpa. Adam Lambert – Ghost Town Black Sabbath – N.I.B. Cambriana - The Sad Facts Concert For George – My Sweet Lord Gorillaz – Feel Good Inc. John Martyn – Glory Box Keane – Somewhere Only We Know Maria Gadú – Escudos Motörhead – Love Me Like A Reptile Paul McCartney – My Valentine Red Fang – Wires Roberta Sá – Casa Pré-Fabricada Confira as playlists das últimas semanas: 3/7 26/6 19/6
Obra organizada pela professora Marila Velloso e pelo pesquisador Rafael Guarato propõe uma analise da arte e seu vínculo com o poder público
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Divulgação[/caption]
A obra “Dança e Política: Estudos e Práticas” analisa o vínculo entre a arte e o poder público com foco na dança. Lançado nacionalmente no mês de junho, a obra é organizado pela bailarina e professora paranaense Marila Velloso e pelo pesquisador e mestre em história mineiro Rafael Guarato. São artigos científicos e relatos pessoais de pesquisadores, artistas e produtores da dança, que refletem a situação atual dessa arte no Brasil.
Velloso e Guarato registram uma análise nunca publicada em livro anteriormente, restrita apenas às universidades e artigos especializados. Por isso, a obra marca um momento importante na história da dança do país, pois leva à sociedade relatos que revelam a importância do diálogo entre a dança e a esfera estatal.
Dentro desse contexto, o panorama dos mecanismos de fomento e das instâncias de representação da dança junto aos órgãos são analisados pelos pesquisadores. A forma como a relação arte/política se modificou nos últimos 10 anos e como isso interferiu no campo artístico são outros pontos da obra.
Distribuído gratuitamente em escolas de ensino médio, bibliotecas e cursos de dança, o livro “Dança e Política: Estudos e Práticas” será lançado em Curitiba, Goiânia e Anápolis. Na capital goiana, o lançamento será na segunda, 13, no Basileu França.
Serviço
Dança e Política: Estudos e Práticas
Dia: 13 de Julho
Horário: 18h30
Local: Galeria de Arte do Teatro Escola Basileu França
Entrada Franca


