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Um experiemntado peemedebista afirma que Waldir Soares “é a cara de Jânio Quadros”. Por quê? “Porque Jânio renunciou com menos de oito meses de governo e Waldir está planejando trocar de partido com menos de oito meses após a posse.”
Como Lourenço Filho é ficha suja — quiçá sujíssima — e não pode disputar a Prefeitura de Uruaçu, Valmir Pedro, do PSDB, é o favorito nas pesquisas de intenção de voto. Já a prefeita de Uruaçu, Solange Bertulino, vai tão mal, seu desgaste é apontado com gigante, que, se não votar nela mesma, ninguém ficará surpreso.
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Ex-peemedebista Frederico Jayme se filia ao PSDB e pode disputar a prefeitura[/caption]
O ex-deputado peemedebista Frederico Jayme já acertou o seu desembarque no ninho tucano com a possibilidade real de disputar a Prefeitura de Anápolis nas eleições de 2016. O advogado, que é chefe de gabinete do governador Marconi Perillo (PSDB), recebeu vários líderes do principal partido da base aliada do governo estadual que o encorajaram a concorrer ao Executivo anapolino.
O evento de filiação de Frederico Jayme será no próximo mês, em data ainda a ser definida. Não será no mesmo dia da do vice-governador, José Eliton (PP), porque este tem domicílio eleitoral na capital. Após o anúncio, líderes de Anápolis já entraram em contato com o possível pré-candidato, afiançando apoio a sua candidatura, inclusive partidos que já têm nomes próprios para a disputa.
Um dos fundadores do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) que, mais adiante se tornaria o PMDB, Frederico Jayme explica que expulsou a sigla de sua história política por se sentir insatisfeito com os rumos tomados pela legenda nos últimos anos. Ele diz que as hostes peemedebistas erraram ao se aliar com o PT no plano nacional e regional, além de repudiar a influência do senador Ronaldo Caiado (DEM) sobre o partido. “Da mesma forma que Iris entregou a Prefeitura de Goiânia ao PT, em Anápolis o partido está a reboque dos petistas. Para piorar colocaram Caiado, um adversário histórico, como comandante do PMDB em Goiás”, diz.
O principal nome tucano à Prefeitura de Anápolis até então, o deputado federal Alexandre Baldy, ligou para Frederico Jayme para parabenizá-lo e sinalizar que pode apoiá-lo. O plano é unir todos os partidos da base aliada do governo estadual para enfrentar o prefeito João Gomes, do PT, que tentará a reeleição.
O discurso de Frederico Jayme, no momento, é de moderação. O ex-deputado tem evitado se colocar como candidato — apesar de que sua filiação apontar um propósito maior – e se posiciona como o último da fila do processo.
Ele diz que o partido tem vários outros quadros com condições de ir para a disputa, citando os nomes de Alexandre Baldy, o vereador Fernando Cunha Neto, o empresário Ridoval Chiareloto e o secretário de Indústria e Comércio, Victor Hugo Queiroz. “Temos outros bons quadros que fazem parte da base do governador Marconi que são grandes valores, como Frei Valdair, do PTB, e Pedro Canedo, do PP”, complementa.
Declínio petista
Mesmo pregando humildade e se colocando como um “soldado raso” em seu novo partido, Frederico Jayme afirma que não se furtaria da missão de disputar o cargo de prefeito caso o PSDB e as demais siglas aliadas vierem a fechar em torno de seu nome. Mas, para que isso ocorra, ele diz que o grupo precisa estar unido para se chegar a um consenso que resulte em um nome forte com plenas condições de derrotar o projeto político do PT, que completará oito anos no final de 2016. “Com a base unida, João Gomes não tem a mínima chance de ser reeleito”, acredita.
Entusiasta de uma virada nos rumos políticos de Anápolis, Frederico Jayme acredita que é possível organizar uma ampla frente de oposição ao PT capaz de bater João Gomes nas urnas. Para ele, a avalanche de crítica e rejeição que recaí sobre o PT a nível nacional vai minar o projeto da sigla de continuar governando o segundo maior PIB de Goiás. “O PT já está derrotado, e eles sabem disso.”
Ele não acredita que o ex-prefeito de Anápolis Antônio Gomide tenha capilaridade e força política suficientes para alçar João Gomes a um novo mandato e afirma que chegou a vez de o PSDB administrar Anápolis, inaugurando uma nova era na política local. “Gomide não transferiu votos para Iris em 2014, e o mesmo ocorrerá com João Gomes. Ele traiu Anápolis e a derrota do PT é certa em 2016.”
Com o tema Mais Direitos, Participação e Poder para as Mulheres, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social realizou a 2ª Conferência Municipal dos Direitos da Mulher. Os trabalhos aconteceram na semana passada no salão da Paróquia São Francisco de Assis – Bairro Jundiaí. A solenidade de abertura contou com a presença do prefeito João Gomes entre outras autoridades. A Conferência teve como público-alvo mulheres de todas as idades, mas também foi aberta à participação de homens. O prefeito destacou que a administração municipal está atenta às demandas da cidade e, por isso, reúne vários segmentos para criar soluções de igualdade de direitos de homens e mulheres. “É uma oportunidade de avançarmos no diálogo e na comunicação. Quando participamos de debates como este nos tornamos multiplicadores desses conhecimentos e assim conseguimos servir a população com que ela precisa”, disse.
O PMDB, ao menos nos bastidores, praticamente jogou a toalha em duas cidades. Em Uruaçu, onde Solange Bertulino faz uma gestão abaixo da crítica, e em Porangatu, onde o prefeito Eronildo Valadares vai muito mal, segundo seus próprios aliados. Peemedebistas, sabendo que Eronildo Valadares está muito mal, ficam estupefatos quando o ouvem dizer que vai ser reeleito com facilidade.
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Desde 2009, prefeitura investe em banco de horas do efetivo[/caption]
A administração municipal tem mantido uma constante parceria com as Polícias Militar e Civil por meio de várias ações. A Prefeitura acompanha de perto a atuação da Polícia Militar na cidade. Desde 2009, a municipalidade investe no banco de horas do efetivo e ainda no pagamento de imóveis para duas delegacias da Polícia Civil que atendem a população anapolina.
O assessor especial de Segurança Pública do Gabinete de Gestão Integrada do Município (GGIM), coronel Sidney Pontes, afirma que são mais de R$ 6 milhões, mensalmente, de investimentos no setor. “Nunca se investiu tanto como agora. É uma parceria única, se comparada a outros municípios com o mesmo porte”, ressaltou.
Outro importante projeto que Sidney Pontes lembra é a implantação do Sistema de videomonitoramento, que instalou câmeras em pontos estratégicos da cidade. Anápolis recebeu também um projeto do Ministério da Justiça iniciado em 2014 — o monitoramento móvel. A administração recebeu viaturas caracterizadas, duas motos, e mais um micro-ônibus equipado de câmeras e central de armazenamento. Somente nestas unidades foram investidos R$ 800 mil.
Sidney Pontes explica que, por determinação do prefeito João Gomes, a parceria vai continuar e deverá ser ampliada. “É um pedido desta gestão para atender a demanda. Nosso planejamento é continuar com esses projetos. Temos preocupação e uma atenção especial com este setor.”
Do deputado José Nelto: “O ex-deputado Sandro Mabel não pode reclamar dos expurgos dos prefeitos do PMDB que se tornaram marconistas. Ele mesmo participou da elaboração da lista dos que deveriam ser expulsos”. José Nelto diz que não entendeu a crítica que lhe fez Sandro Mabel. “Não há espaço para marconistas no PMDB.”
O PSB de Goiás, presidido pelo empresário e ex-prefeito de Senador Canedo Vanderlan Cardoso terá que apagar um incêndio interno em Anápolis que, por enquanto, é de pequenas proporções. Ocorre que o presidente estadual da sigla acertou com o ex-prefeito Ernani de Paula sua filiação com objetivo de candidatar a uma vaga na Câmara Municipal no pleito do ano que vem. Ocorre que alguém importante não foi avisado: o vereador Jackson Charles, o único representante do PSB na Casa legislativa anapolina. Contrariado, Jackson teria dito que o partido se fortaleceria com a vinda de Ernani de Paula, mas que sua candidatura a vereador não seria bem-vinda neste momento. Noutras palavras: Jackson Charles se posiciona contra a vontade de Ernani de Paula e, automaticamente, a de Vanderlan. O vereador estaria temeroso de ser eclipsado no PSB municipal pela figura de Ernani de Paula? Resta agora aguardar o decorrer da semana para o desdobramento de novos capítulos.
Segundo o deputado estadual José Nelto, “o PMDB abandonou seus liderados no interior. Eu mesmo faço mea culpa”. “Nós precisamos ficar mais próximos das bases”, disse o deputado — falando de Corumbá de Goiás.
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Romance de Gustavo Magnani surpreende pela qualidade e, dada a temática, tende a se tornar best seller | Divulgação[/caption]
O prosador cubano Reinaldo Arenas (1943-1990) escreveu um livro, “Antes Que Anoiteça”, que surpreende pela crueza da narrativa e da história. É um relato da vida homossexual em Cuba, durante parte da ditadura da dinastia de Fidel Castro. Leitores de estômago fraco certamente não terão ânimo para frequentar as páginas de uma obra verdadeira e sem concessões ao moralismo. As histórias, descritas com rara perspicácia, sugerem que a sexualidade é muito mais complexa do que explicitam as categorias rígidas criadas pela cultura. As fronteiras entre a homossexualidade e a heterossexualidade, que parecem tão distantes e conflitantes, às vezes são mais tênues do que imagina nossa vã filosofia. A curiosidade e o prazer sexuais são exibidos com tanta vivacidade por Reinaldo Arenas, autor admirado pelo crítico Harold Bloom, que, ao ler a história, é como estivéssemos presenciando um strip-tease das profundezas da alma, uma devassa não apenas dos corpos dos homens.
O escritor brasileiro Gustavo Magnani publicou um romance que tende a se tornar best seller — tanto pela temática, a conexão entre homossexualidade e religião, especificamente a evangélica, quanto pela qualidade de sua escrita. “Ovelha — Memórias de um Pastor Gay” surpreende pela narrativa precisa de um mundo complexo, ao qual não se deve adentrar com as limitações dos preconceitos (que não servem nem para seus combatentes) de variados matizes, e pela apresentação de um comportamento de maneira (quase) antropológica. O pastor gay é apresentado, sua vida é dissecada, mas o autor evita a rigidez dos julgamentos morais. Os julgamentos ficam por conta dos leitores — se quiserem fazê-los. O autor fornece os elementos para a leitura, ou melhor, leituras.
Surpreende, pelo texto seguro e pela arquitetura sem fissuras, que Gustavo Magnani [foto acima, do arquivo do autor] tenha apenas 20 anos. Sua prosa é de autor maduro. Seu talento lembra o do escritor francês Raymond Radiguet. Já a percepção acurada da vida de um homem complexo e complicado, um homossexual religioso (até fanático), lembra a narrativa de “Antes Que Anoiteça”. O romance é, ao mesmo tempo, um “retrato” da realidade e literatura. Realidade e imaginação imbricadas.
O romance, que possivelmente vai ganhar as livrarias de outros países e as telas dos cinemas, é menos sensacionalista do que insinua. Diria que é uma odisseia profusa e profundamente humana — até nos delírios do personagem — e um registro de como nós, homens, somos sofridos, variados e, portanto, difíceis de apreender por interpretações estreitas.
Trecho do livro de Gustavo Magnani
Despedida
Não é, senhor, o último capítulo.
Falhei talvez em entregar uma história de blasfêmia e ofensa: eu aqui — completamente nu, entregue e verdadeiro.
Já não sei quem é o senhor e isso pouco me importa, não sei também o que dirão dessa carta de suicídio prolongada; de um ser que aos poucos morreu, mas que viveu, não direito, mas intensamente.
Ainda uso aquela túnica, mas ninguém montou em mim.
Talvez seja este meu último desejo: apenas um buraco na terra, insetos em volta do caixão e um esqueleto que acompanha o movimento do mundo: em eterna decomposição.
Senhor, até nunca.
Crimes cometidos na rede mundial de computadores, em especial o do comércio de falsas mercadorias, evidencia falta de fiscalização do poder público e ausência de legislação mais rígida
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Um livro devastador e imprescindível sobre o que nós, homens, estamos fazendo com as demais espécies | Divulgação[/caption]
Em nome do progresso e, às vezes, por puro prazer, os homens arrancam árvores — sem se importar com as vidas de outras espécies — e matam variadas espécies. Recentemente, o dentista americano Walter James Palmer exibiu-se na internet ao lado de um leão, Cecil, que havia matado, no Zimbábue. Porém o que parece um caso isolado, produto de exibicionismo proporcionado pela força do dólar, não o é. Elizabeth Kolbert, especialista em jornalismo científico, escreveu um livro imprescindível, “A Sexta Extinção — Uma História Não Natural” (Intrínseca, 336 páginas, tradução de Mauro Pinheiro). Ganhou o respeitado prêmio Pulitzer.
Depois de cinco extinções, como a dos dinossauros, a mais divulgada pela mídia, enfrenta-se agora o que os cientistas chamam de “a sexta extinção”.
Elizaberth Kolbert, que colheu depoimentos de cientistas e leu dezenas de livros e pesquisas, conclui que será (está sendo) a mais devastadora de todas. Se os dinossauros foram dizimados por um asteroide, nós, homens, seremos os responsáveis pelo próximo apocalipse. A população humana cresce, exige que árvores sejam cortadas — para melhorar a mobilidade urbana e quase todos aparecem alegremente aplaudindo, ignorando que a Terra não pertence apenas aos seres humanos — e que mais animais sejam extintos. Uma onça apareceu recentemene em chácaras localizadas entre Senador Canedo e Bela Vista de Goiás e teria atacado um potro e uma cachorra. Logo será morta por um chacareiro. O que está acontecendo? Os homens estão ocupando mais espaço e destruindo o habitat tanto da onça quanto dos animais que ela preda. Os campos cada vez mais estão se tornando cidades.
Ao examinar 12 espécies, entre desaparecidas e em processo de extinção, Elizabeth Kolbert conclui que, apesar da insensibilidade geral — o progresso não pode ser contido e é preciso alimentar os homens —, centenas de animais foram extintos e estão em fase de extinção. Enquanto abrimos mais espaço para nós, para viver e comer, destruímos outros animais. A pesquisadora aposta que, se não houver uma ruptura — e dificilmente haverá —, a sexta extinção será “o legado final da humanidade”. Ser humano é pensar exclusivamente nos seres humanos? No livro “Cachorros de Palha”, o filósofo britânico John Gray discute a questão de maneira crítica, localizando a ideia que transformou o homem em Deus.
A “Veja” divulgou no seu portal o resultado de um estudo divulgado pela revista “Science” na sexta-feira, 21. “Os humanos são uma espécie única de ‘super-predadores’, com uma eficiência que ultrapassa todas as regras do mundo animal. Matamos outros bichos em uma taxa até 14 vezes superior a outras espécies caçadoras.”
Os pesquisadores estudaram 2.215 carnívoros marinhos e terrestres. “Descobriram que os homens caçam populações adultas que estão no topo da cadeia alimentar, como ursos ou leões, em uma taxa nove vezes maior do que fazem esse animais. Entre as espécies marinhas, a taxa é 14 vezes maior”, registra a “Veja”. A pesquisa sugere que “o mais impressionante no comportamento humano é que costumamos matar animais adultos, diferente do que acontece em todo o reino animal, que prefere presas jovens (e mais fáceis de abater). Os peixes consomem apenas 1% de bichos adultos. Os homens são capazes de fazer isso porque desenvolveram técnicas sofisticadas de caça, que promovem ganho máximo e custos mínimos”.
Os ataques intensos, sem escapatória — as armas são cada vez mais precisas —, geram “taxas de extinção elevadas”, pois eliminam “bichos que estão no auge da época reprodutiva. Esse modo de caçar contribui para desequilíbrios ambientais e distúrbios na evolução de algumas espécies, como o incentivo a seu tamanho reduzido, o que é verificado em alguns peixes”.
Os cientistas sugerem que o homem se tornou um “insustentável super-predador”. “Em vez de garantir a sobrevivência das espécies que caça, ele acaba com as presas e, em consequência, com a própria alimentação.” Há uma saída? “Entre as alternativas para que” a humanidade “seja um predador ecologicamente mais eficiente, os autores” da pesquisa “sugerem que os homens observem os caçadores naturais e imitem sua maneira de agir”. Porém, se somos os donos da Terra, deuses que substituíram Deus, mesmo quando religiosos, por que mudaremos? Talvez para sobreviver. Poderíamos começar arrancando menos árvores nas cidades.
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Os conservadores são em geral
os principais apóstolos de
uma sociedade moderna e aberta | Divulgação[/caption]
Dada a ditadura de 1964, dirigida tanto por militares quanto por civis (criaram todo o escopo institucional, fazendário e de planejamento do regime), tende-se, ao menos no Brasil, a se confundir “monstros” repressores com liberais e conservadores. Todo aquele que não é de esquerda se tornou sinônimo de reacionário e, sobretudo, contrário à melhoria das condições sociais. Noutras palavras, estamos falando de verdadeiros “monstros”. Na verdade, ao contrário do que tradicionalmente se pensa, um conservador às vezes, ou quase sempre, é mais “progressista” (termo excessivamente contaminado pela ausência de debates mais abertos) do que esquerdistas.
O filósofo britânico Roger Scruton, apreciador e comentarista dos bons vinhos, escreveu dois livros que são fundamentais para que os leitores tenham uma compreensão abrangente do que é ser conservador. Os que querem elementos — ideias — para se contrapor à esterilidade de alguns discursos da esquerda, sempre hegemônica mesmo quando está por baixo, como agora, devem consultar, apreciando a argumentação bem fundamentada e um texto delicioso e às vezes mordaz, duas obras de Roger Scruton: “Como Ser um Conservador” (Record, 294 páginas, tradução de Bruno Garschagen) e “O Que É Conservadorismo” (É Realizações, 328 páginas, tradução de Guilherme Ferreira Araújo).
Lidos os livros, o leitor, se conservador, vai perder o receio de se apresentar como “conservador”. Porque vai descobrir que os conservadores são responsáveis, em larga medida, pelo avanço da sociedade, do mundo.

