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O vereador de Palmas Pastor João Campos (PTC) surpreendeu os colegas e populares presentes na galeria do plenário, na sessão de quinta-feira, 19, ao afirmar que não fará parte do palanque do prefeito Carlos Amastha em 2016. O parlamentar justificou sua decisão enfatizando que a forma do prefeito fazer política não o motiva.
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Titular da SSP, Cesar Simoni: “É preciso dar segurança à sociedade”[/caption]
A criação do Fundo de Modernização da Polícia Civil (Fumpol) foi um dos benefícios anunciados, na terça-feira, 17, durante solenidade de abertura do Congresso Jurídico dos Delegados de Polícia do Tocantins. O anúncio foi feito pelo subsecretário da Secretaria de Estado da Segurança Pública, Abzair Paniago, que ressaltou o empenho do titular da pasta nessa conquista. “Tenho a honra de anunciar aqui, em primeira mão, a concretização de um sonho de toda a Polícia Civil, que é a criação do Fumpol, pelo qual lutamos desde 1994 e ressalto que essa conquista só foi possível graças ao empenho e a dedicação do secretário Cesar Simoni, que abraçou a causa”. Paniago explicou que o Fundo será uma ferramenta de transformação para a Polícia Civil do Tocantins.
Cesar Simoni destacou as dificuldades enfrentadas e agradeceu a compreensão da categoria, diante dos obstáculos deste primeiro ano à frente da Secretaria de Segurança Pública (SSP). O secretário falou dos altos índices de violência contra a mulher e pediu aos delegados que continuem fazendo o possível para dar à sociedade a sensação de segurança necessária.
Durante o evento, várias autoridades destacaram a importância da atuação do delegado de polícia na promoção de segurança da sociedade e na condução de processos investigatórios. O presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJ), desembargador Ronaldo Eurípedes, falou sobre os avanços e conquistas do Poder Judiciário, sobretudo na colaboração com a Polícia Civil.
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Aleandro Lacerda é eleito diretor de fórum nacional de secretários[/caption]
O secretário estadual de Habitação, Aleandro Lacerda, foi eleito diretor da Região Norte no Fórum Nacional de Secretários de Habitação e Desenvolvimento Urbano. A nova diretoria é composta pelo presidente Rodrigo Garcia, secretário do Estado de São Paulo. Segundo o tocantinense, a missão frente ao cargo é contribuir para melhor aplicação dos programas habitacionais na Região Norte. No evento foram discutidos assuntos referentes ao Programa Habitacional Minha Casa, Minha Vida e a implementação de nova modalidade do programa que contempla cidades com menos de 50 mil habitantes. O secretário explicou que essa é uma das principais demandas dos prefeitos do interior. O evento aconteceu na quarta-feira, 18, em Brasília, e contou com a participação de agentes públicos de Habitação de todo o país.
Dentre os 139 municípios tocantinenses, 21 não possuem portais da transparência. Por tal razão, a Controladoria Geral da União (CGU) solicitou a suspensão das transferências voluntárias estaduais e federais, aplicação de multa e ajuizamento de ações judiciais contra os prefeitos. O bloqueio já foi efetivado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). Os atuais gestores poderão ter problemas com o julgamento das suas contas, responder por atos de improbidade administrativa, além de ficarem inelegíveis. O promotor de Justiça Edson Azambuja explicou que as promotorias receberão o relatório para que possam instaurar inquérito civil, emitir recomendações aos prefeitos e, caso não seja regularizada a situação, ajuizar ações civis públicas. Representando a Controladoria Geral do Estado, a servidora Kátia Barcelos informou que as prefeituras tiveram acesso a capacitações, softwares e construção de site sem custo algum. “Foram oferecidas soluções gratuitas aos prefeitos.” O presidente do TCE, conselheiro Manoel Pires, explicou que as fiscalizações serão estendidas ainda às câmaras municipais, governo do Estado, Assembleia Legislativa, Judiciário e às organizações que recebem recurso público, além de estimular a população tocantinense a fiscalizar as gestões. Os 21 municípios que não se adequaram: Almas, Aparecida do Rio Negro, Araguaçu, Axixá do Tocantins, Cariri, Carmolândia, Dueré, Formoso do Araguaia, Fortaleza do Tabocão, Jaú, Lagoa do Tocantins, Monte Santo, Oliveira de Fátima, Pau D’Arco, Presidente Kennedy, Riachinho, Sampaio, Santa Tereza, São Bento, Sítio Novo e Wanderlândia.
A Agência Tocantinense de Saneamento (ATS) promoveu reunião com representantes de moradores de oito cidades das regiões Norte e Nordeste do Tocantins, acompanhados do deputado estadual Elenil da Penha (PMDB). A reivindicação dos moradores – a construção de poços artesianos e obtenção de água potável – foi recebida pela ATS, e será inclusa nos programas de atendimento do órgão. Os municípios beneficiados serão Araguaína, Muricilândia, Nova Olinda, Wanderlândia, Santa Fé do Araguaia, Itacajá, Babaçulândia e Goiatins.
A Semana Nacional da Conciliação começará nesta segunda-feira, 23, com mais de 3 mil processos incluídos na pauta de julgamento no Tocantins. A abertura oficial do mutirão será feita pelo presidente do Tribunal de Justiça no Tocantins, desembargador Ronaldo Eurípedes, no Tribunal Pleno do TJTO, às 9 horas. A solenidade será transmitida via satélite para todas as comarcas. Após a abertura serão realizadas audiências de conciliação de 2º grau na sede do Tribunal, com apoio do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Soluções de Conflitos, coordenado pela juíza Umbelina Lopes Pereira, também coordenadora da Semana Nacional da Conciliação no Tocantins. Além da capital, mais 23 comarcas participam deste esforço concentrado criado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para disseminar a cultura da paz e do diálogo. Realizadas desde 2006, as semanas nacionais já resultaram em mais de 1 milhão de acordos, superando R$ 7 bilhões em valores homologados. No Tocantins foram realizadas no ano passado 2.862 audiências em 25 comarcas durante a Semana Nacional da Conciliação, que resultaram em 1.208 acordos, gerando R$ 4,8 milhões.
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Michel Temer, Daniel Vilela e Iris Rezende: o vice-presidente quer uma convivência harmoniosa entre o novo e o histórico, mas sua opção é por quem tem voto, como o deputado[/caption]
Vice-presidente da República e poderoso chefão do PMDB, Michel Temer está preocupado, no momento, com a possibilidade de suceder a presidente Dilma Rousseff, que pode sofrer impeachment. O peemedebista-chefe encomendou um plano de governo, elaborado por economistas — entre eles o ex-ministro Delfim Netto —, o qual tem sido elogiado por liberais e por revistas e jornais, dado o que chamam de “realismo”. O plano se propõe, por exemplo, a enfrentar o problema histórico da Previdência.
Portanto, a política de Goiás não está entre as principais preocupações de Temer. Porém, como tem sido procurado por políticos do Estado, com e sem mandato, avalia que é preciso dar alguma atenção à crise local, que opõe os grupos de Iris Rezende e Maguito Vilela. O líder do PMDB nacional quer valorizar o novo, como o deputado federal Daniel Vilela, mas sem menosprezar os históricos, como Iris Rezende. Por isso, depois de conversar com Daniel Vilela, vai conversar com Iris Araújo — e, se quiser ir junto, Iris Rezende — nesta semana.
Discreto, agindo no seu timing e sem absorver a “pilha” de aliados regionais, Temer não explicita publicamente, mas, em conversas reservadas com aliados goianos, comenta que o PMDB de Goiás vai mal, muito mal. Em Brasília é assim: quem não tem mandato de deputado federal e senador tem menos importância. A força do PMDB no Congresso Nacional e no governo da presidente Dilma Rousseff advém de sua imensa bancada no Senado e na Câmara dos Deputados. Ao examinar o resultado eleitoral de 2014, Temer notou que, dos 17 deputados federais eleitos por Goiás, apenas dois são do PMDB — Daniel Vilela e Pedro Chaves, ambos ligados ao prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, e nenhum ao grupo de Iris Rezende. O PMDB, além de não ter nenhum dos três senadores, contribuiu para eleger Ronaldo Caiado, que é do DEM e adversário do governo federal.
Mesmo sem menosprezar os históricos, como Iris Rezende, de 82 anos, o objetivo de Temer é prestigiar quem tem voto e, assim, envia representantes para Brasília, para fortalecer o PMDB nacionalmente. Eis a verdade; o resto é fuxico de botequim.
A chamada Cidade Luz está associada ao romantismo, mas quando se estuda a história do terrorismo, ela aparece como personagem principal
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Foto: Renan Accioly[/caption]
O PMDB de Goiás está amplamente fracionado. De um lado, Iris Rezende, político de 82 anos, que não ganha uma eleição para o governo do Estado desde 1998 — embora já tenha disputado três vezes —, e, de outro, o deputado federal Daniel Vilela, corajoso e atento.
Daniel Vilela pretende ser o presidente da comissão provisória do PMDB. Seu objetivo é garantir eleições limpas, não viciadas, para o Diretório Estadual do partido.
Mas há possibilidade de se indicar um tertius, o deputado federal Pedro Chaves. Trata-se de um político moderado, que, embora aliado de Daniel Vilela e de certo desconforto com o caciquismo de Iris Rezende, não tem contencioso incontornável com o irismo. É palatável para todos os grupos e, por isso, pode ser, como alguns o chamam, o “presidente do consenso”.
Depois de cinco mandatos consecutivos — daí ser chamado de “rei do Nordeste goiano” —, Pedro Chaves não deve ser candidato a deputado federal em 2018. Político autenticamente municipalista, pretende disputar mandato de senador ou ser vice de Daniel Vilela. Este almeja disputar o governo de Goiás.
“Foram publicadas na edição de nº 2098 do ‘Jornal Opção’, entre os dias 20 a 26 de setembro, 05 (cinco) reportagens tendo por destaque o candidato à presidência da OAB/GO Lúcio Flávio Siqueira de Paiva, da chapa ‘OAB que Queremos’. Ao analisar tais reportagens, entendeu o egrégio Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, nos autos do Agravo de Instrumento nº 201594048975, que elas foram ‘genéricas’, ‘baseadas no ouvi dizer’, imputando ao referido candidato uma série de ‘denúncias acompanhadas de termos ofensivos’, sem ‘buscar fontes fidedignas’ ou ouvir previamente o Sr. Lúcio Flávio. Por tais motivos, concedeu o TJGO o direito de resposta ao referido candidato, que cuida de esclarecer as imputações que lhe foram direcionadas: 01 — Quanto à matéria “Grana alta — O empresário Júnior Friboi, investigado na CPI do BNDES, banca campanha de Lúcio Flávio na OAB” Resposta: Lúcio Flávio Siqueira de Paiva, candidato à presidência da OAB/GO pela Chapa “OAB Que Queremos”, esclarece que sua campanha é custeada, na íntegra, com recursos oriundos dos candidatos e apoiadores advogados. Não há nenhuma outra fonte de receita, tampouco doações de qualquer grupo político. O candidato Lúcio Flávio Siqueira de Paiva não tem qualquer relação pessoal com o Sr. Júnior Friboi. O imóvel onde está localizado o escritório político da Chapa “OAB Que Queremos”, na Avenida 87 em Goiânia, Goiás, pertence ao Sr. Malkon Merzian e foi locado à pessoa física do Candidato Lúcio Flávio Siqueira de Paiva pelo período de 6 (seis) meses, tendo a negociação sido conduzida pela Imobiliária Provenda. Por fim o Candidato Lúcio Flávio Siqueira de Paiva refuta veemente a ilação de que teria vinculação com qualquer grupo ou partido político. 02 — Quanto à matéria “Carguismo — Campanha de Lúcio Flávio para presidente da OAB-Goiás virou briga por cargos” Resposta: Lúcio Flávio Siqueira de Paiva, candidato à presidência da OAB/GO pela Chapa “OAB que Queremos”, refuta veementemente a lição de que sua campanha teria se transformado em “briga por cargos”. Todos os candidatos da Chapa “OAB Que Queremos” foram escolhidos democraticamente entre os apoiadores do Movimento Renovação + Atitude. Da mesma forma, o Candidato Lúcio Flávio Siqueira de Paiva repudia as demais afirmações inverídicas, maldosas e infundadas constante da matéria. 03 — Quanto à matéria “Novos convertidos — Lúcio Flávio sugere que sua ‘igreja’ é para cristão-novo, quer dizer, ex-integrantes da OAB Forte” Resposta: Lúcio Flávio Siqueira de Paiva, candidato à presidência da OAB/GO pela Chapa “OAB Que Queremos”, repudia a utilização de metáforas e sátiras feitas pelo Jornal Opção com expressões religiosas. A Chapa “OAB Que Queremos” respeita todas as crenças e credos, não se tratando de “igreja”, mas sim de uma chapa que visa apresentar à advocacia goiana um projeto de mudança de gestão na OAB/GO. Refuta-se, de igual modo, a afirmação de que o candidato tem seu foco eleitoral em ex-integrantes do Grupo “OAB Forte”. O foco da Chapa “OAB Que Queremos” é o advogado goiano, tratando-se de um projeto coletivo, afinal após as eleições não haverá mais chapas, subdivisões temporárias e ideológicas de uma única categoria. 04 — Quanto à matéria “Crise interna — Rafael Lara provoca discórdia entre os grupos de Leon Deniz e Lúcio Flávio” Resposta: Lúcio Flávio Siqueira de Paiva, candidato à presidência da OAB/GO pela Chapa “OAB Que Queremos”, faz, no uso de seu direito de resposta, uma defesa à pessoa do advogado Rafael Lara Martins, também candidato ao Conselho Seccional pela Chapa, gratuitamente atacado na matéria em comento. Afinal, essa é uma das bandeiras do movimento: defender com todo afinco os advogados que forem atacados injustamente. E, no caso em comento, trata-se de profissional respeitado e que apenas agregou ao movimento, jamais provocando divisões. O grupo oposicionista (imensamente maior do que os integrantes da chapa) é notavelmente coeso e unido, pois há um ideal maior que nos dá homogeneidade em nossa diversidade: um projeto sólido para a mudança de ares na administração da Ordem. 05 — Quanto à matéria “Presidência da OAB — Advogados sugerem que a campanha de Lúcio Flávio funciona na base de nepotismo e grana” Resposta: Lúcio Flávio Siqueira de Paiva, candidato à presidência da OAB/GO pela Chapa “OAB Que Queremos” repudia as inverídicas e maldosas afirmações da matéria. Ao contrário do que divulgado, a campanha da Chapa “OAB Que Queremos” funciona à base do incansável trabalho de seus apoiadores. Não há nenhum familiar do Candidato Lúcio Flávio Siqueira de Paiva na composição da Chapa “OAB Que Queremos” e seu irmão Luiz Antônio Siqueira de Paiva, também advogado, trabalha na campanha, de forma voluntária, auxiliando na Coordenação Política. Quanto a afirmação de que a campanha da Chapa “OAB Que Queremos” funciona na base da “grana”, também se repudia a afirmação difamatória. Os apoiadores da Chapa “OAB Que Queremos”, voluntariamente, se dispõem a colaborar com a campanha, não sendo o “dinheiro” condição para escolha de qualquer apoiador ou candidato.
Comentário de um petista do primeiro escalão: “Anápolis pode assistir, em 2016, um jogo político inusitado. De um lado, o prefeito João Gomes, do PT, disputando a reeleição com o apoio do governador Marconi Perillo, do PSDB. De outro, o deputado Alexandre Baldy — no PSDB ou noutro partido (estaria cogitando sair junto com o deputado Waldir Delegado Soares) —, bancado pelo senador Ronaldo Caiado. O presidente do DEM tende a apoiar Baldy em Anápolis e a apostar num irmão do deputado, Joel Santana Braga, para vice na chapa de Iris Rezende em Goiânia”. Pode ser mera especulação, mas Baldy não parece entrosado na base marconista. Há um certo mal-estar, ainda que não inteiramente explicitado, entre o consolidado marconismo e o nascente baldysmo.
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Prefeito Maguito Vilela e vereador Gustavo Mendanha | Foto: reprodução / Facebook[/caption]
Tudo indica que o presidente da Câmara Municipal, Gustavo Mendanha, está praticamente consolidado como candidato (pré, por enquanto) do PMDB a prefeito de Aparecida de Goiânia. O prefeito Maguito Vilela pretendia bancar o ex-deputado federal Euler Morais, mas seu nome encontrou resistência entre os peemedebistas locais. O maguitismo afiança que Gustavo Mendanha agrega, é fato novo e tem o apoio de 20 dos 25 vereadores do município. Só precisa definir um projeto para que possa ser visto como um avanço em relação a Maguito Vilela. Seus aliados querem a definição do nome para que possa ser massificado e conhecido de todo o eleitorado.
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Foto: Rafaella Pessoa[/caption]
Com regência do maestro britânico Neil Thomson e solo do pianista Fábio Martino, a Filarmônica de Goiás apresenta o concerto especial para Piano e Orquestra com obras de Bartók e Bruckner. No programa, o Concerto nº 3 para Piano e Orquestra, Sz. 119 (I. Allegretto; II. Adagio religioso; III. Allegro vivace), de Bartók, e a Sinfonia nº 4 em Mi bemol Maior, “Romântica” (I. Bewegt, nicht zu schnell; II. Andante quasi Allegretto; III. Scherzo: Bewegt; IV. Finale: Bewegt, doch nicht zu schnell), de Bruckner. A apresentação começa pontualmente às 20h30 na quinta-feira, 26 de novembro, e será realizada no Centro Cultural Oscar Niemeyer (CCON). A entrada é franca.
Radicada em Goiânia, a psicanalista e poetisa Claudia Machado participou do evento, lançando dois livros, e aproveitou para contar a história da viagem
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Foto: Fernando Leite/ Jornal Opção[/caption]
O vereador Fernando Cunha Neto vai se licenciar da presidência do PSDB de Anápolis, nesta semana, para intensificar seu trabalhado como pré-candidato a prefeito do município. “Sei que, como tenho boa aceitação em Anápolis, posso viabilizar meu nome. Alexandre Baldy afirma que será candidato, mas não conversou com os integrantes do partido na cidade.” Cunha afirma que não será candidato à reeleição. “Meu foco é a disputa majoritária.”
“Baldy me disse: quem conseguir se viabilizar será o candidato. Nós somos aliados e não vamos romper. Nós, inclusive, temos laços familiares. Minha irmã é casada com Marcelinho Limírio, irmão de Luana Baldy, mulher de Alexandre”, afirma Fernando Cunha.
O vereador de 34 anos frisa que sua família tem tradição política em Anápolis e no Estado. “Meu avô, Fernando Cunha, foi deputado federal atuante durante a ditadura e, depois, trabalhou por vários anos com o governador Marconi Perillo. Ele sempre sugeriu que o político deve ser ousado, articulado e não ter receio de disputar eleição. Dava como exemplo Marconi Perillo, o político que derrotou dois dos líderes mais importantes da oposição, Iris Rezende e Maguito Vilela. Eu acho que posso derrotar o prefeito João Gomes, do PT, e estou colocando meu time em campo.”

