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Renato Monteiro, ás do marketing político, está numa encruzilhada. Tudo indica que fará a campanha do candidato a prefeito de Goiânia pelo PT, sobretudo se for Adriana Accorsi ou Luis Cesar Bueno — deputados estaduais.
Entretanto, se o deputado federal Giuseppe Vecci disputar a Prefeitura de Goiânia, Renato Monteiro ficará numa situação muito difícil. Os dois são amigos há vários anos, independentemente de ideologias e questiúnculas político-partidárias. O publicitário chama Vecci de Pepe e o economista o nomina de Renatinho.
Disputa eleitoral precisará sair do senso comum para convencer eleitor do melhor projeto para a capital. Temas centrais como mobilidade urbana, saúde, educação, meio ambiente e segurança vão dominar as discussões de campanha
Um dos maiores nomes do marketing político no Brasil diz que não se contentará apenas em tentar eleger seu candidato nas próximas eleições: quer que o vencedor assuma compromisso com uma nova cultura de administração pública
O risco existe, mas é certo que os serviços de inteligência israelenses estão muito mais preparados do que os da França
Oposição interna avança e pode estar em andamento o ataque final contra Iris Rezende, o principal líder peemedebista há mais de três décadas
Poderosos chefões da jogatina apoiaram a repressão da ditadura civil-militar e criaram um exército com integrantes das Forças Armadas e da polícia. O capitão do Exército Ailton Guimarães Jorge ampliou os negócios da máfia patropi. Os coronéis Paulo Malhães e Freddie Perdigão foram generais dos capos
Irapuan Costa Júnior escreve ao Opção Cultural para explicar como foi o processo de tradução de “First Principles”, livro do filósofo inglês Herbert Spencer
A memória da Imprensa é curta. Traficantes deram toque de recolher no bairro Real Conquista, em Goiânia, e os comerciantes — assim como uma escola — fecharam as portas de suas lojas. A polícia apareceu, prendeu suspeitos e sugeriu que o comércio poderia reabrir. Ninguém descumpriu a ordem dos criminosos. Esperava-se que os jornais enviassem repórteres para verificar se tudo voltou à normalidade nos dias seguintes. Mas os jornais esqueceram o bairro e certamente vão esperar outro dia de fúria dos traficantes. Se querem entender como vive uma comunidade, sobretudo as razões de terem acatado de imediato as ordens dos traficantes, os repórteres precisam frequentar o setor, conversar com as pessoas de maneira informal, e sem excesso de pressa. A pressa excessiva, porque o texto tem de sair no mesmo dia ou no dia seguinte, às vezes impede que se tenha uma compreensão detida dos fatos. O repórter não raro leva um recorte da realidade, frequentemente muito pequeno e estreito, e publica-o como se fosse toda a realidade. Resulta que, se a reportagem provoca sensação e gera debates nas redes sociais — por exemplo, sobre a ausência do poder público no dia a dia da comunidade —, dificilmente consegue compreender os fatos com certa precisão. A riqueza da vida de um bairro só pode ser apreendida se o repórter tem vívido interesse por aquilo que vai narrar em seu texto. Matérias feitas unicamente para que se cumpra a pauta passada pelo editor geralmente são pobres e redutoras.
Confira a lista com algumas dos singles que mais fizeram sucesso durante o ano
Há dois livros seminais para que o leitor entenda os motivos pelos quais o presidente Fernando Collor sofreu impeachment, em 1992. O sociólogo Brasilio Sallum Jr. lançou “O Impeachment de Fernando Collor — Sociologia de uma Crise” (Editora 34, 424 páginas). A obra sugere que o personalismo do político contribuiu, de maneira decisiva, para sua queda.
A presidente Dilma Rousseff, neste sentido, é parecida com o senador do PTB, porém é menos vaidosa e é blindada pelo PT e, em parte, pelo PMDB. O político de Alagoas tinha o apoio do PRN, um partido sem nenhuma expressão no Congresso. O cientista político Carlos Melo publicou “Collor: O Ator e Suas Circunstâncias” (Novo Conceito, 256). As obras ajudam a entender a ação contra a petista-chefe.
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O espetáculo "Autopsia" integra a programação do Fuga 8 | Foto: Rafaella Pessoa[/caption]
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Criado em 2007, o Festival Universitário de Artes Cênicas de Goiás (Fuga) se tornou a principal data do calendário acadêmico das cênicas da Universidade Federal de Goiás, colaborando com o fortalecimento artístico de Goiás. Produzido por meio do projeto de extensão e cultura Universidade em Cena, em parceria com coordenadores da Escola de Música e Artes Cênicas (Emac/UFG), sua gestão e organização contam com o trabalho colaborativo entre professores, estudantes e demais envolvidos nas artes. A fim de entrelaçar a dimensão da formação, reflexão e fruição cênica, o Fuga chega a mais uma edição. Sua programação tem início na quinta-feira, 10, na Emac, e conta com espetáculos locais e nacionais, oficinas, debates e atividades científicas voltada para o desenvolvimento e profissionalização. Mais informações: [email protected].
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Com regência de um dos maiores nomes da Música de Concerto do mundo, o maestro Isaac Karabtchevsky, a Orquestra Filarmônica de Goiás apresenta as Bachianas Brasileiras de Villa-Lobos e a Sinfonia nº 5 de Tchaikovsky no Centro Cultural Oscar Niemeyer, na quinta-feira, 10 de dezembro. Com entrada franca, o espetáculo tem início às 20h30.
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A série musical Prosa Sonora, que busca a ampliação do acesso a música regional brasileira e cultura popular, traz a Orquestra Contemporânea de Olinda para os palcos do Instituto Federal de Goiás — Campus Goiânia. Além do grupo pernambucano, se apresentam Luiz Salgado (MG) e Erotori (GO). Com entrada franca, o evento tem início às 19h.
[gallery type="slideshow" size="full" ids="53943,53944"] Entre 10 e 12 de dezembro, de quinta a sábado, o grupo brasiliense Sutil Ato apresenta em Goiânia, no Centro Cultural da Universidade Federal de Goiás, o espetáculo “Autópsia”. Com direção de Jonathan Andrade e dividida em dois atos, a obra foi considerada pela imprensa e crítica especializada o melhor espetáculo teatral brasiliense de 2014. De 2002, o grupo nasceu no Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília (UnB). No palco, oito corpos em cena. Oito personagens despidos de pudor ou moralidade. “Autópsia” é uma adaptação de cinco clássicos do dramaturgo brasileiro, o “autor maldito”, Plínio Marcos. A meia-entrada custa R$ 5 e a classificação etária é de 18 anos. A apresentação começa às 19h.



