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Após o parlamentar abandonar as prévias, presidente do PSDB Goiânia afirma, em carta, que Waldir deu as costas aos filiados e a boa parte de seus eleitores
Sem terras chegaram em ônibus e caminhões e pretendem montar acampamento no local para se juntar aos manifestantes contrários ao programa de gestão por OSs
Grupo comandado pelo deputado federal Daniel Vilela, eleito no último dia 5 de fevereiro, discute rumos do partido
Cerca de 50 manifestantes usaram a tarde de domingo para repudiar atitude do tradicional bar. Advogado e produtor denunciaram ter sido agredidos com faca
Água de enxurrada alcançou altura das maçanetas e invadiu veículos. Um deles, estacionado na Avenida T-10, foi lançado contra o da frente e subiu na calçada
Depois do feriado do Carnaval, prolongado até terça-feira, Congresso deve retomar discussões deixadas em aberto no ano de 2015. Produção até o momento foi pequena
Governador em exercício se declarou “indignado” com sugestão de que Estado teria financiado desfile de agremiação carioca que homenageou Zezé Di Carmargo e Luciano
Sexta colocada entre as escolas do Rio, Imperatriz Leopoldinense participou do momento que marca fim do Carnaval de 2016, vencido pela Mangueira
O jornalista é responsável pela comunicação atenta e sempre presente
Apontada como executiva eficiente, com larga visão do mercado financeiro, Marise Fernandes de Araújo, a chefona da Caixa Econômica Federal em Goiás, é cotada para disputar mandato de deputada federal em 2018.
Vários partidos, do PT ao PSDB, estão na sua cola. Todos querem lançá-la. Marise Fernandes não aparece muito na imprensa, mas é bastante conhecida em todo o Estado.
Marise Fernandes é uma executiva diplomática e atende todos bem, com eficiência. Os vários grupos políticos frisam que seu trabalho é técnico e não se preocupa com ideologias partidárias.
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Marconi, Aécio e José Eliton: trio para 2018 | Foto: Wilder Barbosa[/caption]
Um pesquisador experimentado tem feitos levantamentos sobre a disputa para governador em 2018. Ele admite que está cedo para fazer pesquisas, exceto para orientação de possíveis candidatos, mas afirma que os dados são reveladores.
O quadro de 2018, se configurado como se apresenta hoje, pode repetir o de 1994—prejudicando as oposições. Em 1994, a divisão entre Lúcia Vânia e Ronaldo Caiado, que faziam oposição ao PMDB, contribui para a vitória de Maguito Vilela. Caiado e Lúcia Vânia chegaram a figurar em primeiro e segundo lugares, mas acabaram derrotados pelo terceiro colocado, Maguito Vilela.
Em 2018, com o DEM bancando Ronaldo Caiado e o PMDB lançando Daniel Vilela para o governo, pode se repetir o quadro de 1994? É possível. Ronaldo Caiado e Daniel Vilela dividirão a oposição e o beneficiado pode ser José Eliton, do PSDB, que, em 2018, possivelmente estará no governo, disputando a reeleição.
Dois marqueteiros experimentados, supostamente procurados por integrantes da família de Iris Rezende, em 2015, teriam dito que não têm interesse em fazer a campanha do decano peemedebista para prefeito de Goiânia na eleição de 2 de outubro. Os nomes? Peemedebistas dizem que são Hamilton Carneiro (foto acima) e Luiz Felipe Gabriel. Eles já trabalharam para o ex-prefeito. Luiz Felipe Gabriel, profissional experimentado, é conhecido como "marqueteiro do PMDB" (o que não procede. Ele é um profissional).
Qual é o problema-chave? Primeiro, é muito difícil receber dinheiro de candidatos peemedebistas. Segundo, Iris Rezende, nas campanhas, não costuma respeitar as táticas formuladas pelos marqueteiros. Ele costuma seguir sua própria intuição, dando pouca importância às pesquisas e às orientação de marqueteiros experimentados.
De um irista juramentado: “Quero ver o que os adeptos de Daniel Vilela vão fazer se Iris Rezende não disputar a Prefeitura de Goiânia e o PMDB não conseguir eleger o próximo gestor da capital. Sem Goiânia, e só com Aparecida de Goiânia e Jataí, o próximo candidato a governador de Goiás pelo partido terá pouca musculatura”.
Por que Iris Rezende desistiria da disputa, contrariando de políticos a cientistas políticos, que apostam que vai concorrer? “Por vingança”, afirma o irista. “Iris foi traído por políticos que, durante anos, ajudou com cargos”.
De um dos articuladores do nome do presidente da Câmara Municipal de Goiânia, Anselmo Pereira, para a disputa da prefeitura da capital: “Não há a menor dúvida de que Anselmo é político competente e conhece a cidade como poucos. Mas, com sua pré-candidatura posta, o homem vai curtir lua de mel na Rússia! Assim, ninguém vira candidato a nada”.
Luas azuis avaliam que, em 2018, pode pintar uma dobradinha Mar-Mag, quer dizer, Marconi Perillo e Maguito Vilela para o Senado. Isto pode acontecer sobretudo se Iris Rezende for derrotado na disputa para prefeito de Goiânia.
Quem não se lembra que, na década de 1960, houve uma dobradinha famosa para presidente da República? O vice de Jânio Quadros era o mineiro Milton Campos e o vice de Henrique Lott era João Goulart, o Jango. A legislação permitia que o mais votado para vice fosse o eleito. Jânio e Jango estimularam a dobradinha Jan-Jan e o resultado é que os dois foram eleitos.

