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Dr. Luiz quer devolver a autoestima aos neropolinos e diz que vai asfaltar todas as ruas

O médico, que deve disputar a prefeitura pelo PSD, afirma que, se eleito, Nerópolis se tornar uma cidade “limpa de verdade”

Overfest: primeira edição reúne Overfuzz e Dry no Complexo Estúdio

Projeto musical da banda Overfuzz será realizado no sábado, 27, e apresenta na íntegra o atual disco “Bastard Sons of Rock 'n' Roll” [caption id="attachment_59614" align="alignnone" width="620"]Foto: Rafaella Pessoa Foto: Rafaella Pessoa[/caption] Sem rótulos, através de um misto de riffs impactantes, grudentos e pesados, a banda Overfuzz, formada em 2010, promove a primeira edição da Overfest, um projeto musical de continuidade que reitera o crescimento e ascensão de diferentes grupos de Goiânia. Para a abertura, a Overfuzz convida a banda Dry para um show especial na noite do sábado, 27, no Complexo Estúdio & Pub. O grupo toca pela primeira vez o disco “Bastard Sons of Rock 'n' Roll” na íntegra, comemorando a chegada da edição oficial dos CDs físicos. Trata-se do primeiro álbum de estúdio da banda, gravado na cidade de Pirenópolis (GO), no Estúdio Rocklab, com produção de Gustavo Vazquez. Todas as músicas são emendadas, gerando uma sequência de diferentes climas, passando por sonoridades insanas e agressivas, outras mais calmas e macias e, algumas, até lúdicas. Segundo o vocalista e guitarrista Brunno Veiga, o disco possui músicas que o grupo já vem apresentando ao longo dos últimos anos, além de canções inéditas. “Algumas faixas foram repaginadas e outras são originais que nunca apresentamos em shows. Gravar no Rocklab foi uma experiência única”, comenta. A banda Dry foge da obviedade em suas composições, com uma influência da sonoridade da década de 1990 e do rock contemporâneo. Da combinação dos diferentes gostos, personalidades e experiências musicais dos integrantes que emerge o caráter da banda. Serviço Overfest Data: 27 de fevereiro de 2016 Horário: 19h Local: Complexo Produções Musicais Ingressos: R$15 (promocional R$10 para quem estiver usando camiseta da Overfuzz)

Playlist Opção

Bora descobrir as músicas mais escutadas pela equipe do Jornal Opção nessa semana? É só dar o play! Alabama Shakes – You Ain't Alone Avril Lavigne - Sk8er Boi Buika – No Habrá Nadie En El Mundo CPM 22 – Dias Atrás Detonautas – O Amanhã Dinosaur Jr – In a Jar Los Hermanos – Último Romance Metallica – Nothing Else Matters Tourniquet – Viento Borrascoso Belvedere - Slaves to the Pavement

Oscar 2016: entre acertos e pecados

Ao longo de 80 anos, o Oscar é o prêmio mais querido, odiado e, sem dúvida alguma, o mais relevante comercialmente. A Academia de Hollywood anuncia os vencedores do prêmio no domingo, 28 [caption id="attachment_59602" align="alignnone" width="620"]Foto: Reprodução Mistura de reality show de sobrevivência e western à moda antiga, a obra de Alejandro González Iñárritu, “O Regresso”, é, sem dúvida, o favorito ao homenzinho dourado | Foto: Reprodução[/caption] Raul Majadas Ninguém pode tirar o mérito da Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood por ter conseguido fazer do Oscar o prêmio de cinema mais querido, odiado, discutido, defenestrado e comercialmente relevante ao longo de mais de 80 anos. Está aí um fato: goste ou não do homenzinho dourado, ele pode mudar completamente a trajetória comercial de um filme e aumentar significativamente a credibilidade de um artista. Essa não tem sido, no entanto, uma jornada sem atropelos. Inúmeras vezes, as premiações ficaram marcadas por injustiças, seja por falta de merecimento de alguns vencedores, seja por ignorar grandes filmes, atuações e trabalhos técnicos. Exemplos disso não faltam: desde a incrível derrota de “Cidadão Kane”, de Orson Welles, para o apenas bonitinho “Como era verde o meu vale”, em 1941, na categoria de Melhor Filme, até absurdos mais recentes, como premiar “Crash – no limite”, em vez do divisor de águas “O Segredo de Brokeback Mountain”, em 2007; observa-se um longo rol de atrocidades cometidas contra a arte cinematográfica. Nem tudo, no entanto, são espinhos. Clássicos como “Casablanca”, “E o vento levou...”, “O poderoso chefão” e tantos outros tiveram o merecido reconhecimento. É nessa gangorra de acertos e erros que se chega à premiação deste ano, que, apesar de não ter apresentado a melhor safra de filmes dos últimos tempos, ofereceu ao público boas produções e atuações marcantes. Como sempre, no entanto, nem todos os favoritos são merecedores de láureas. Vejamos, por exemplo, a categoria de Melhor Filme. “O Regresso”, mistura de reality show de sobrevivência e western à moda antiga, é o favorito. O filme de Alejandro González Iñárritu é, sem dúvida, um assombro técnico: fotografia e trilha sonora impecáveis, excelente direção de arte, bom elenco. Falta-lhe, no entanto, maior profundidade dramática: o personagem de Leonardo DiCaprio, Hugh Glass, explorador do século XIX que sobrevive ao impossível e é movido por um indomável sentimento de vingança, sofre, fere-se, é atacado por um urso, deixado para trás, traído por um colega e tem o filho morto pelo traidor. E o ator, favorito na categoria principal, expressa todo esse sofrimento em um overacting de manual, revirando os olhos, rangendo os dentes e babando. Um exagero que, em vez de somar carga dramática ao filme, torna-o hiperbólico, quase expressionista, o que não parece ser a intenção para um filme que se pretende realista. O outro favorito, “Spotlight – Segredos Revelados”, de Tom McCarthy, é um filme “sério”. E útil. E oportuno. E bom. E só. São, no entanto, dois filmes com “cara” de Oscar, sem dúvida. É aí que a gangorra pesa para o lado dos pecados hollywoodianos. Há alternativas mais estimulantes, filmes mais criativos ou simplesmente mais pungentes na disputa, principalmente o espetacular “Mad Max – Estrada da Fúria”, de George Miller, e o dolorido e belo “O Quarto de Jack”, de Lenny Abrahamson. [caption id="attachment_59601" align="alignnone" width="620"]“O Quarto de Jack”, de Lenny Abrahamson, uma pérola humanista que, ao retratar a relação entre Joy e seu filho pequeno (Jack, nascido no cativeiro em que sua mãe é mantida por um sequestrador que a violenta frequentemente), comove pela sinceridade das atuações, pela direção discreta e pelo roteiro cheio de acertos De Lenny Abrahamson, o longa “O Quarto de Jack” é uma pérola humanista que comove pela sinceridade de atuações, direção discreta e pelo roteiro cheio de acertos | Foto: Reprodução[/caption] A recriação de Miller para sua saga pós-apocalíptica, sucesso nos anos 80, atualiza não só o discurso, como a linguagem do filme de ação como um todo. O filme é uma orquestra sensorial, regida com vigor assustador por um senhor de quase 80 anos. O diretor mostra-se tão antenado com os novos tempos que, além das ousadias estéticas de sua obra, ele se arrisca com sucesso em uma trama de forte cunho feminista, rompendo a fronteira do filme de “macho”, que sempre limitou os filmes de ação. E temos “O Quarto de Jack”, de Lenny Abrahamson, uma pérola humanista que, ao retratar a relação entre Joy e seu filho pequeno (Jack, nascido no cativeiro em que sua mãe é mantida por um sequestrador que a violenta frequentemente), comove pela sinceridade das atuações, pela direção discreta e pelo roteiro cheio de acertos, escrito pela autora do livro homônimo (e no qual o filme é baseado), Emma Donaghue. É estranho pensar que a Academia acredite que o filme seja “pequeno” demais para ganhar o prêmio principal, quando há um histórico de dramas humanos laureados nessa categoria, como “Gente como a gente”, de 1980, “Laços de Ternura”, de 1983, e, mais recentemente, “Menina de Ouro”, de 2005. Por outro lado, é bom ver que obras interessantes como essas não tenham sido esquecidas pela Academia, ou relegadas a categorias técnicas: ambas concorrem ao Oscar de Melhor filme e Diretor. Resta saber se, na gangorra de acertos e pecados hollywoodianos, pesará mais a “fórmula” para o filme “de Oscar” ou um senso artístico menos esquemático, que consiga perceber o cinema como mais do que um espetáculo visual ou uma cartilha bem-intencionada. Ao que tudo indica, a gangorra vai pesar para a primeira opção. Mas não custa sonhar, porque de sonho também vive o cinema. Veja os trailers das obras indicadas à categoria de Melhor Filme do Oscar 2016 A Grande Aposta Brooklyn Mad Max: Estrada da Fúria O Quarto de Jack O Regresso Perdido em Marte Ponte dos Espiões Spotlight – Segredos Revelados Veja os demais indicados às principais categorias Diretor Adam McKay (A Grande Aposta) George Miller (Mad Max: Estrada da Fúria) Alejandro González Iñárritu (O Regresso) Tom McCarthy (Spotlight - Segredos Revelados) Lenny Abrahamson (O Quarto de Jack) Ator Eddie Redmayne (A Garota Dinamarquesa) Matt Damon (Perdido em Marte) Leonardo DiCaprio (O Regresso) Michael Fassbender (Steve Jobs) Bryan Cranston (Trumbo:Lista Negra) Atriz Charlotte Rampling (45 Anos) Saoirse Ronan (Brooklyn) Cate Blanchett (Carol) Jennifer Lawrence (Joy: O Nome do Sucesso) Brie Larson (O Quarto de Jack)

Em vídeo, suspeita de matar estudante em Goiânia diz que vítima não reagiu a assalto

Natália Gonçalves confessou crime que vitimou estudante na porta de um colégio no Setor Marista, em Goiânia

Alsueres Mariano deve disputar Prefeitura de Senador Canedo pelo PR

O vice-prefeito será bancado pela deputada federal Magda Mofatto, presidente do Partido da República em Goiás

Juquinha das Neves é alvo de desdobramento da Lava Jato

Ex-presidente da Valec é suspeito de participar de esquema de lavagem de dinheiro nas obras da Ferrovia Norte Sul e Ferrovia de Integração Leste-Oeste

Lava Jato em Goiás: Operação investiga desvio de R$ 630 milhões nas obras da Ferrovia Norte-Sul

Ao todo são sete mandados de condução coercitiva e 44 mandados de busca, que estão sendo cumpridos simultaneamente em Goiás e em outros cinco Estados

PM prende mulher suspeita de matar estudante Nathália Zucatelli

Segundo informações da polícia, ela teria confessado o latrocínio, ocorrido na última segunda-feira (22/2)

O Popular sai com página cortada e impede leitura de informações sobre cinema

A impressão do jornal do Grupo Jaime Câmara já foi considerada a melhor de Goiás

Anselmo avisa que ainda não desistiu de ser candidato a prefeito de Goiânia em 2016

Após abandonar as prévias partidárias às vésperas de sua realização, o presidente da Câmara de Goiânia, Anselmo Pereira, surpreendeu ao informar, em entrevista à rádio 730, nesta quinta-feira (26/2), que ainda não desistiu da candidatura à Prefeitura de Goiânia para este ano. "Não adianta ganhar e não levar. Eu preferi dar uma recuada e esperar o momento correto, porque prévias não é decisão de candidatura. Decisão de candidatura para lei eleitoral é a convenção, e eu estou de olho na convenção," disse à rádio. Ainda assim, Anselmo garantiu que trabalha para Giuseppe Vecci, pré-candidato oficial do PSDB para a disputa, e acrescentou que a desistência das prévias foi motivada realmente pela unidade da legenda. Por fim, o vereador garante que não cogita deixar o PSDB, aconteça o que acontecer.

Seduce aprova cinco Organizações Sociais na fase documental do chamamento público

Secretaria considerou habilitadas as OSs Associação Educacional Olimpo, IBCES, Faesp, Instituto Consolidar e Inove para a segunda etapa no processo

PM inicia Operação Tolerância Zero na sexta

Em sua primeira ação como secretário de Segurança Pública, vice-governador José Eliton (PSDB) determina que todo o efetivo da capital vá para as ruas

Com nova regulação, Paço propõe que Uber pague mais que taxistas

Minuta cria regras para as Operadoras Regulares de Mobilidade Sustentável e define que elas paguem taxa por quilometragem rodada, valor que não é cobrado das cooperativas

Publicitário Renato Monteiro é sondado por mais de um candidato em Goiânia

De olho nas Eleições 2016, profissional participa de curso em SP neste final de seman