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“Dono de uma inteligência notável, o jornalista deixa um legado à altura dos melhores periódicos nacionais e internacionais. Certamente será estudado e continuará a influenciar gerações”, diz o vice-governador
O vice-governador e secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária, José Eliton, homenageou em sua página no Facebook o jornalista e economista Herbert de Moraes, fundador do Jornal Opção, que morreu na quinta-feira, 24, aos 73 anos, no Hospital Anis Rassi, em Goiânia. O velório está marcado para a partir das 15h, no Cemitério Vale do Cerrado.
“Herbert deixa um legado jornalístico à altura dos melhores periódicos nacionais e internacionais. Certamente será estudado e continuará a influenciar gerações”, disse o vice-governador. “Ele dedicou sua vida ao sonho de criar um veículo de comunicação que fosse a essência do seu pensamento social”.
Segundo José Eliton, o Jornal Opção “se consolidou, no decorrer de 40 anos, como espaço democrático e eficaz para a opinião e o debate de ideias, destacando-se em nível nacional pela sua qualidade e profunda lealdade a uma linha editorial lúcida, influente e fiel às concepções do seu fundador”.
Ele qualifica Herbert como “dono de uma inteligência notável”. O jornalista “soube manter o semanário enquanto opção moderna, crítica e corajosa” e “foi testemunha e agente de grandiosos fatos que mudaram o perfil histórico de sua época”.
O vice-governador citou uma frase do fundador do Jornal Opção: “O factual passa. A análise, desde que sólida, fica e reverbera”. Para ele, as páginas do semanário “se mantiveram repletas de argumentos que influenciam Goiás e o Brasil”. Herbert, segundo ele, “nunca temeu desafiar poderosos ou ideias cristalizadas. Sempre defendeu os princípios de uma imprensa livre, democrática e comprometida com o interesse público”. Além disso, “o tempo todo, soube debater com honestidade e propósitos justos. Jamais cedeu à insensatez”.
De acordo com José Eliton, “as páginas do Jornal Opção sempre estamparam discussões que desafiam clichês e paradigmas”.
Para o vice-governador, a esposa Nanci Guimarães de Melo Ribeiro, diretora financeira, os filhos Patrícia Moraes Machado, diretora-editora-executiva, Herbert Moraes filho, correspondente da Rede Record em Israel e colunista do jornal, a médica Ludmila Melo, bem como o diretor editor-chefe Euler de França Belém, “saberão perpetuar, em suas respectivas áreas de atuação, os ideais do fundador”.
“Aos familiares, amigos e leitores, à equipe do Jornal Opção, os nossos sentimentos”, concluiu o vice-governador José Eliton.
Abaixo, a íntegra da homenagem póstuma.
“O jornalista Herbert de Moraes dedicou sua vida ao sonho de criar um veículo de comunicação que fosse a essência do seu pensamento social.
O Jornal Opção se consolidou, no decorrer de 40 anos, como espaço democrático e eficaz para a opinião e o debate de ideias, destacando-se em nível nacional pela sua qualidade e profunda lealdade a uma linha editorial lúcida, influente e fiel às concepções do seu fundador.
Dono de uma inteligência notável, Herbert soube manter o semanário enquanto opção moderna, critica e corajosa.
“O factual passa. A análise, desde que sólida, fica e reverbera”, sentenciava ele.
Herbert foi testemunha e agente de grandiosos fatos que mudaram o perfil histórico de sua época.
As páginas do Jornal Opção se mantiveram repletas de argumentos que influenciam Goiás e o Brasil.
Nunca temeu desafiar poderosos ou ideias cristalizadas. Sempre defendeu os princípios de uma imprensa livre, democrática e comprometida com o interesse público.
O tempo todo, soube debater com honestidade e propósitos justos. Jamais cedeu à insensatez.
As páginas do Jornal Opção sempre estamparam discussões que desafiam clichês e paradigmas.
Deixa um legado jornalístico à altura dos melhores periódicos nacionais e internacionais. Certamente será estudado e continuará a influenciar gerações.
A esposa Nanci Guimarães de Melo Ribeiro, diretora financeira, os filhos Patrícia Morais Machado, diretora-editora-executiva, Herbert Morais filho, correspondente da Rede Record em Israel e colunista do jornal, a médica Ludmila Melo, bem como o diretor editor-chefe Euler de França Belém, saberão perpetuar, em suas respectivas áreas de atuação, os ideais do fundador.
Aos familiares, amigos e leitores, à equipe do Jornal Opção, os nossos sentimentos”.
Os primeiros testes com a fosfoetanolamina sintética, substância utilizada na pílula do câncer, mostraram que o conteúdo das cápsulas não é puro e que ela não tem eficácia contra células cancerígenas. A conclusão é de grupo de pesquisadores instituído pelo governo, em uma iniciativa coordenada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e o Ministério da Saúde. Os pesquisadores concluíram que a fosfoetanolamina apresentou quatro substâncias diferentes. A eficácia da substância foi testada apenas em culturas de células, os chamos testes in vitro. “No início, acreditávamos que havia apenas um componente na cápsula, que era a fosfoetanolamina pura, segundo o grupo da [Universidade de São Paulo do campus de São Carlos] afirmou. Quando realizamos as análises dos componentes da cápsula, percebemos que tem cinco componentes lá dentro”, disse Luiz Carlos Dias, professor do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que participou da pesquisa na fase de caracterização e síntese dos componentes da pílula. A quantidade encontrada de fosfoetanolamina era de somente 32,2%, o restante incluía monoetanolamente, fosfobisetanolamente, fosfatos e pirofosfatos. “Essa fosfoetanolamina é impura, esses outros quatro componentes não deveriam estar dentro da cápsula”, disse o professor. O grupo de Dias foi responsável por isolar e caracterizar cada um dos componentes para que estes pudessem ser testados separadamente em células tumorais. A partir daí, foram realizados os testes in vitro, no qual as substâncias são testadas em culturas de células. “Os resultados dos testes in vitro não foram muito animadores para a fosfoetanolamina. Eles mostraram nenhuma eficácia da fosfoetanolamina de matar células cancerígenas”, disse o professor. Uma das impurezas, a fosfobisentanolamina, também não apresentou eficácia para matar células de câncer, mas, segundo Dias, “o interessante é que nem uma nem outra são tóxicas”. Já um terceiro componente, a monoetanolamina, apresentou um pequeno efeito antitumoral, mas muito menor quando comparado com dois antitumorais utilizados no combate ao câncer: a gencitabina e a cisplatina, de acordo com o relatório. A variação da quantidade de substância contida em cada cápsula também foi apontada nos relatórios. Os pesos encontrados pelos pesquisadores variou de 233 miligramas (mg) até 368 mg, quando o rótulo indicava “Fosfoetanolamina sintética 500mg”. Para Dias, essa medição é extremamente importante porque, se o rótulo traz uma informação, o médico vai trabalhar com esse dado para prescrição da substância ao paciente, dependendo de seu peso e do efeito terapêutico desejado. Porém, nesse caso, havia menos miligramas que o indicado, induzindo a um erro na utilização. Além disso, o paciente tomaria a cápsula com todas as impurezas identificadas pela Unicamp. “Olha só o perigo que é isso, a responsabilidade, porque você não sabe os efeitos tóxicos que os outros componentes têm”, disse Luiz Carlos Dias. Os primeiros relatórios da pesquisa foram divulgados na última sexta-feira (18). Na última terça-feira (22), o Senado aprovou o projeto de lei que garante aos pacientes com câncer o direito de usar a fosfoetanolamina, mesmo antes de ela ser registrada e regulamentada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Testes em animais
A fase seguinte, que já foi iniciada, é o teste in vivo das três principais substâncias da cápsula, ou seja, em organismos vivos, neste caso, animais de pequeno porte. O professor explicou que, normalmente, quando os testes in vitro dão negativos, a substância não segue para testes in vivo. “Não sacrificamos animais para fazer testes com algo que in vitro não deu resultado, porque tem que usar animais de pequeno porte nas fases de testes in vivo. Então normalmente só vamos para testes in vivo com moléculas que são promissoras nos testes in vitro”, disse o professor de química Luiz Carlos Dias, da Unicamp. Mesmo com os testes in vitro tendo apresentado resultados desanimadores, os testes em animais vão ser realizados, segundo Dias, devido a uma pressão popular. Na avaliação do pesquisador, no entanto, “a cápsula hoje, como ela está com esses cinco componentes, não deveria ser ingerida por ninguém, sem saber o que cada componente provoca no organismo”.Monoetanolamina
Dias informou que a monoetanolamina, que apresentou uma atividade antiproliferativa das células cancerígenas, ainda passará por mais estudos. “A monoetanolamina, que ainda não foi determinada se é tóxica ou não, ela tem um pequeno efeito antitumoral. Isso [pesquisa] está em andamento, porque nós não esperávamos que ela fosse apresentar, mesmo que pequeno, um efeito antitumoral. Nós esperávamos a fosfoetanolamina apresentando [efeito antitumoral]”. Na próxima semana, segundo o professor, um relatório mais detalhado das pesquisas, contendo toda parte de avaliação e síntese, será entregue ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.Histórico
A fosfoetanolamina sintética foi estudada pelo professor Gilberto Orivaldo Chierice, hoje aposentado, quando ele era ligado ao Grupo de Química Analítica e Tecnologia de Polímeros da USP. Algumas pessoas tiveram acesso gratuito às cápsulas contendo a substância, produzidas pelo professor, porém sem aprovação Anvisa. Esses pacientes usaram a substância como se fosse um medicamento contra o câncer. Em junho de 2014, uma portaria da USP determinou que substâncias em fase experimental deveriam ter todos os registros antes de serem distribuídas à população. Desde então, pacientes que tinham conhecimento das pesquisas passaram a recorrer à Justiça para ter acesso às pílulas. O projeto aprovado no Senado busca resolver a questão do acesso, liberando o uso da substância mesmo sem o registro da Anvisa. Assim, diante da expectativa gerada em torno do efeito antitumoral da fosfoetanolamina, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação criou o grupo de trabalho para testar a “pílula do câncer”. O objetivo é investigar os efeitos da substância e esclarecer se ela é efetiva contra a doença. “O único objetivo é esclarecer. Não é fazer alguma coisa contra o pessoal de São Carlos ou a favor. Todo mundo torce obviamente para que o negócio seja verdade, mas nós temos que esclarecer”, disse Luiz Carlos Dias.Legalidade
No último dia 14, a Sociedade Brasileira de Cancerologia (SBC) divulgou nota dizendo que não apoia a legalidade da chamada pílula do câncer. Na semana anterior, o plenário da Câmara dos Deputados havia aprovado o Projeto de Lei 4.639/16 autorizando a produção da fosfoetanolamina sintética. O projeto, assinado por 25 parlamentares de diversas legendas, seguiu para o Senado, onde foi aprovado. A Anvisa também se manifestou dizendo que vê com preocupação a aprovação do projeto. A agência reguladora argumentou que a fosfoetanolamina é uma substância utilizada há 20 anos de maneira ilegal e que nunca foi testada de acordo com as metodologias científicas internacionalmente utilizadas para comprovar sua segurança e eficácia.
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Numa quinta-feira que mais parece sexta, a Playlist vem um tico mais cedo, na véspera de feriado. Você escuta abaixo as músicas que mais embalaram a redação do Jornal Opção. Uma boa para curtir o final de semana prolongado. É só dar play! Beyoncé – Jealous Douglas Borsatti – La Valse d'Amelie (Yann Tiersen) Faith No More – The Gentle Art of Making Enemies Inês Brasil – You Know You Like 1 Derererê Iron Maiden – Speed Of Light Rodrigo Ogi – Virou Canção The Beatles – Revolution Tulipa Ruiz - Do Amor
Em cartaz na Cia Novo Ato, a peça escrita por Ariano Suassuna tem direção de Guilherme Oliveira e Kleber Damaso [gallery type="slideshow" size="full" ids="61949,61952,61951,61950"] Por meio do Laboratório de Formas Animadas (LATA), a Escola de Música e Artes Cênicas da Universidade Federal de Goiás (EMAC-UFG) tem realizado uma curta temporada de apresentações do espetáculo “O Santo e a Porca”. Livre adaptação da obra do poeta paraibano Ariano Suassuna, a pela tem direção dos pesquisadores Guilherme Oliveira e Kleber Damaso. Escrito em 1957, o texto é inspirado na peça romana “Aulularia” (A Comédia da Panela), que trata de maneira descontraída e auspiciosa dos desvios morais e de comportamento motivados pela avareza e privação afetiva de seus personagens. Sua atualidade crítica apoia na discussão sobre os desafetos desencadeados pela supervalorização do aspecto econômico nas relações sociais. O texto é libidinal e malicioso e nos enche de coragem ao rever o lugar e importância das coisas, a desvirtuação dos valores e distorções entre ter e ser. Daí surge a escolha política; do desafio de construir a cenografia e vestir os atores com figurinos feitos de papel. A reciclagem do papel ascende a dupla função de ressignificar o valor do que é social e culturalmente desprezado, como de assumir as limitações e fragilidades humanas diante o risco de que os figurinos se rasguem durante as oscilações comportamentais dos personagens. “O Santo e a Porca” é uma trama de sentimentos comuns, com pessoas comuns, com medos e desavenças, que não perdem a habilidade de rir e criticar as incoerências humanas. Falecido em julho de 2014, Suassuna foi o grande pensador responsável pela criação e implementação do Movimento Armorial — proposta de integração das expressões artísticas que, entre outros objetivos, procura romper a distância entre o popular e o erudito. A peça segue em cartaz até a quinta-feira, 31 de março. Damaso destaca o apreço pela parceria entre o Espaço Cultural Novo Ato e as produções da Escola de Música e Artes Cênicas da UFG: “O surgimento e a consolidação de espaços não institucionalizados, geridos diretamente por artistas, é imprescindível para dinamização e renovação da atividade cultural no campo geral das artes”. Serviço Espetáculo “O Santo e a Porca” Data: 24 e 31 de março Horário: 20h Ingressos: R$ 5, a meia Local: Espaço Cultural Novo Ato Classificação Livre
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Reprodução[/caption]
Em prol da superação humana, a Fundação Logosófica realiza mais um Prêmio Literário de Logosofia. Desta vez, o prêmio é destinado a professores; assim, podem participar todos os profissionais do ensino que tenham diploma de licenciatura, mestrado ou doutorado em qualquer área, ou que estejam vinculados a alguma instituição educacional.
Para se inscrever, o interessado deve enviar uma redação de uma lauda sobre o que extraiu para a vida da leitura do livro “O Mecanismo da Vida Consciente”, do criado da ciência logosófica, Carlos Bernardo González Pecotche.
São dez prêmios, incluindo um carro. Gratuitas, as inscrições são feitas através do site premioliterario.logosofia.org.br. No site, você encontra todas as informações do prêmio e o livro citado.
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Músicos Andréa Teixeira e Chico Chagas se apresentam na Igreja do Rosário, no sábado Santo
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Divulgação[/caption]
Autarquia do Ministério da Cultura, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) realiza, por meio de sua Superintendência em Goiás, a 11ª edição do Concerto de Páscoa, realizado tradicionalmente no sábado Santo, 26 de março, como parte da programação da Semana Santa na cidade de Goiás. Nesta edição, a Igreja do Rosário abre suas portas para receber o público com as apresentações da pianista Andréa Teixeira e do acordeonista Chico Chagas.
Especialmente pensada para o concerto, a parceria musical conta com um repertório que vai de clássicos do argentino Astor Piazzolla à música sacra. “O Brasil é famoso no mundo todo pelo talento de acordeonistas como Chico Chagas. Por isso, o programa foi pensado não apenas para agradar ao público, mas também para mostrar a diversidade e complexidade desse instrumento que é o acordeon”, destaca Andréa. Juntos, eles prometem uma apresentação que remete à paz e à meditação.
Andréa Teixeira
Doutoranda em Ciências Musicais pela Universidade Nova de Lisboa (Portugal) e mestre em Etnomusicologia pelo Conservatório Brasileiro de Música, a goianiense Andréa Teixeira trabalha como pianista-acompanhadora da Escola de Música e Artes Cênicas da Universidade Federal de Goiás (UFG) e pesquisadora etnomusicóloga da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO).
A artista tem divulgado a música luso-brasileira em países das três Américas, Europa e Ásia e, por seu trabalho, foi agraciada com a Comenda do Anhanguera, oferecida pelo Governo Estadual. Detentora de 18 prêmios nacionais e internacionais de piano, entre eles: 3º lugar no Concurso Internacional de Piano Maryse Cheilan (França) e 1º lugar no Concurso Villa-Lobos (São Paulo); Andréa também é autora do livro “A Densidade do Próprio na Folia de Reis: uma investigação acerca de tempo, mito, memória e sentido”, integrante do Núcleo de Investigação Caravelas, colaboradora do Centro de Estudos em Sociologia e Estética Musical (Universidade Nova de Lisboa) e membro-fundadora da Academia dos Renascidos, projeto realizado em parceria com o tenor Alberto Pacheco.
Chico Chagas
Natural de Rio Branco (AC), Chico Chagas toca acordeon profissionalmente desde os oito anos de idade. Graduado em Harmonia Musical pelo Centro Ian Guest de Aperfeiçoamento Musical (RJ), Piano Popular com o Maestro Leando Braga, Improvisação e Jazz com o pianista italiano Dário Galante e Acordeon com Romano Viazzani, o músico gravou com diversos nomes da música brasileira, como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia e Martinho da Vila. Chico também compôs canções gravadas por Naná Vasconcelos e Paulo Moura e produziu Elza Soares.
O artista foi premiado como melhor show de jazz no Kaunas Jazz Festival (Lituânia) e recebeu menção honrosa na lista dos 100 melhores álbuns de 2013 pelo seu segundo disco, o intitulado “Um Chopin no Bach Ouvindo Forró”. Seu trabalho recebeu carta da Royal Academy of Music, de Londres, para a produção de um livro sobre improvisação e harmonia para acordeon popular.
Serviço
Concerto de Páscoa
Quando: sábado, 26 de março
Horas: 18h
Onde: Igreja do Rosário – Cidade de Goiás
Entrada Franca

