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Tucano conta com alta rejeição de Eronildo Valadares para se eleger prefeito de Porangatu

pedro-fernandes-OK O PSDB avalia que vai recuperar o comando da Prefeitura de Porangatu. Seu candidato, Pedro Fernandes, enfrenta o prefeito Eronildo Valadares, do PMDB, que tem um maiores índices de rejeição do Estado. Fernandes é bancado pelo deputado Júlio da Retífica (PSDB).

Empregada doméstica trabalhou 23 anos na casa de um político que nunca assinou sua carteira de trabalho

História contada por um motorista do Uber em Goiânia: “Um candidato a prefeito de Goiânia, político experimentado, manteve uma cozinheira em sua residência por 23 anos, mas nunca assinou sua carteira de trabalho. Quando Irene deixou sua casa, presenteou-a com um jogo de sofá, como se estivesse pagando-lhe uma espécie de indenização. A sra., moradora numa casa simples, num município do entorno de Goiânia, ficou contente, inicialmente, mas descobriu, ao tentar se aposentar, que precisa justificar os anos trabalhados. Estaria desolada, sem saber o que fazer”. O motorista não sabe se Irene, afeiçoada à família do líder político, teria coragem de dar um depoimento público a respeito.

Cinco nomes são cotados para assumir Secretaria da Fazenda de Goiás

[caption id="attachment_74283" align="aligncenter" width="620"]Giuseppe Vecci, Valdivino Oliveira e Thiago Peixoto Giuseppe Vecci, Valdivino Oliveira e Thiago Peixoto[/caption] Nomes que têm sido ventilados para ocupar a Secretaria da Fazenda, se confirmado que Ana Carla Abrão deixa o cargo em dezembro deste ano: Giuseppe Vecci (foto), José Paulo Loureiro, Thiago Peixoto (prefere ficar em Brasília), Valdivino de Oliveira e Simão Cirineu.

Marcelo Melo diz que lidera com folga em Luziânia e que Tormin pode não ser candidato

Candidato a prefeito de Luziânia pelo PSDB, Marcelo Melo diz que só uma pessoa acredita que o prefeito Cristóvão Tormin, do PSD, poderá derrotá-lo. “Só o próprio Cristóvão. As pesquisas sérias, que investigam com cuidado o eleitorado do município, indicam que serei eleito com uma frente extraordinária, apesar de minha campanha ser modesta em comparação com a do ‘dono’ da máquina. Minha coligação reúne 18 partidos, com nomes qualitativos para vereador, enquanto o prefeito, mesmo tendo muito dinheiro, obteve o apoio de apenas 11 partidos. Acrescento que até o PMDB me apoia. E mais: Cristóvão pode não ser candidato. Ele pode ser retirado do páreo pela Justiça Eleitoral”.

“A ideologia e parcialidade embaçam a percepção de muitos intelectuais”

Parabéns pelo texto, Euler Fagundes De França Belém. O mais impressionante nesse cenário político é constatar o quanto a ideologia e a parcialidade embaçam a percepção de tantos intelectuais, escritores, artistas, pessoas conhecidas... A viseira é imensa. Muito boa sua análise, principalmente o trânsito respeitoso e lúcido entre o escritor, sua obra, sua miopia, o quadro político todo e seus “personagens”. Abraço grande.

“O fanatismo leva ao nivelamento intelectual”

Lourenço Pinto de Castro Brilhante trabalho, como é de seu feitio, retrata cabalmente a fidelidade, a subordinação da esquerda psicopata - não aos ideais - porém, ao amparo da conduta de seus membros; a verdade, o fanatismo, o autoritarismo, supondo estar acima de todos e da lei, levam ao nivelamento intelectual, daí, a falta de lógica de seus intelectuais.

“Só se pode falar bem de Raduan na imprensa brasileira”

Carlos William Leite Sem dúvida, Euler, um de seus melhores textos. Sobretudo, pela coragem. Basta observar que sobre Raduan, na imprensa brasileira, só se pode falar bem.

“Caluniam a Igreja afirmando que ela impôs regras, que forçou a catequização”

Lucimar Jesus Sobre o artigo “Vaca Amarela, Jesus, Maria e a hipocrisia” [Jornal Opção Online, 2146]: Realmente é possível “certas” pessoas não terem compreendido a razão e o sentimento de indignação dos católicos e dos que respeitam o Direito, visto que vivem tão fechados no “eu”, no grupinho “dos nós”, tão excluídos, tão marginalizados e tão estereotipados, que não percebem que fazem o mesmo com tais atitudes. Caluniam a Igreja afirmando que ela impôs regras, que forçou a catequização, que roubou, etc. O direito de um cidadão não deve de maneira nenhuma ferir o direito do outro. Mas, e se tal ato fosse feito com Iemanjá? Ou com o busto de Anita Garibaldi ou Malala Yousafzai? Será que seria errado nossa indignação? Pois estaríamos, do mesmo jeito, indignados. Seria falta de respeito ao sagrado para um grupo, no primeiro caso; no segundo, desrespeito à história nacional; e no terceiro, façam e verá a confusão diplomática que o país enfrentará. A Igreja Católica não te pede pra viver conforme a Boa Nova, exige apenas para quem fez a opção de ser católico. Assim sendo, porque acha o julgo dela pesado se não faz parte do seu corpo? Se sente esse desejo de fazer o certo, o bem, é por ser uma pessoa boa, e cada um tem um dom, que você não coloque o seu acima do Amor, mas no cotidiano, no servir ao próximo em suas necessidades a exemplo de Maria. Email: [email protected]

“Não dá pra esquecer das ‘Casas do Brasil’, que promovem o estudo da língua e cultura brasileiras em vários países”

Laura Duarte Muito boa a entrevista com o professor Marcos Bagno [Jornal Opção, 2084], de quem sou fã. Só questionaria dois aspectos: um é quanto à divisão entre professores e pesquisadores na universidade. Sou formada em letras na USP [Universidade de São Paulo] e agradeço profundamente ao curso justamente por me oferecer os dois tipos de formação. Acredito que, para formar esse tipo de professor — que possa ensinar a usar e a pensar a língua —, é sim necessária uma formação linguística e literária de profundidade que se confunde com o trabalho do pesquisador. Um professor de língua deve ser um pesquisador da língua. Também estudei na Argentina e acho que, apesar da incrível qualidade, falta espaço para o estudo das línguas estrangeiras de forma científica. Quanto às políticas linguísticas do Brasil no exterior, concordo que ainda falta muito. Mas não dá pra esquecer das “Casas do Brasil”, que existem em vários países e promovem o estudo da língua e cultura brasileiras. E-mail: [email protected]

“As línguas acompanham sempre o progresso ou o retrocesso ideológico e moral dos povos”

Moacir Romeiro Gostaria de ter participado da entrevista com o sr. Marcos Bagno, para mostrar as incongruências da fala dele. Na ânsia de defesa de seu discurso corrompido, ele mente para o leitor. As línguas acompanham sempre o progresso ou o retrocesso ideológico e moral dos povos, já disse um excelente escritor; e o linguista Bagno é um símbolo do retrocesso moral e ideológica da sociedade brasileira. E-mail: [email protected]

“Nosso português tem importância no cenário internacional”

Macgyver Freitas Acho que a importância numérica e econômica do português brasileiro já superou o português de Portugal há muito tempo e concordo que não seria difícil a "independência" de nosso idioma, digo isso pelo que presencio no mercado de softwares. Quando eu era pequeno, os programas costumavam ter como opção apenas o “português”. Com o passar dos anos surgiu a opção “português brasileiro”, e atualmente na maioria dos softwares e jogos que eu utilizo, a opção “português” é cada vez mais rara, tendo apenas a opção “português brasileiro”, o que evidencia a maior importância que o nosso português tem no cenário internacional, sobretudo no nicho de softwares. Imagino que o mesmo se repita em outros segmentos.

Deputado federal Marcos Abrão deve assumir cargo no governo

O deputado federal Marcos Abrão está sob um dilema. Presidente do PPS em Goiás, encantou-se com os trabalhos na Câmara dos Deputados e com o convívio com políticos nacionais, como Roberto Freire, de quem é fã. Mas, convidado pelo governador Marconi Perillo para assumir a Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Goiás — uma das mais importantes, senão a mais importante —, está balançado (e o grupo da senadora Lúcia Vânia continuaria contemplado no primeiro escalão). Porque, se se der bem no cargo, pode alçar voos políticos mais altos. Outro nome cotado para o mesmo cargo é o deputado federal Giuseppe Vecci, mas o parlamentar disse ao deputado federal Sandes Júnior, do PP, que está bem em Brasília e pretende ganhar mais experiência nacional.

O governador Marconi Perillo e o prefeito Paulo Garcia mantêm diálogo constante

[caption id="attachment_63128" align="aligncenter" width="620"]Paulo Garcia e Marconi durante coletiva no Paço Municipal | Foto: governo de Goiás Paulo Garcia e Marconi durante coletiva no Paço Municipal | Foto: governo de Goiás[/caption] O governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB, e o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, do PT, não só estão conversando, como ampliaram o diálogo. O tucano e o petista conversaram, por telefone, praticamente todos os dias. O prefeito vai ao Palácio das Esmeraldas pelo menos duas vezes por semana para falar pessoalmente o governador. Não se trata tão-somente de civilidade: Marconi Perillo e Paulo Garcia, que já se tornaram amigos. Mas eles não fazem questão de divulgar os encontros, nos quais falam de tudo, inclusive, e talvez sobretudo, de política.  

Entre a fantasia marqueteira e a simplicidade

Os cidadãos são bombardeados por inúmeras propostas, mas poucas são realmente aplicáveis, e a maioria não altera a estrutura

Paulo Garcia deve trocar o PT por outro partido, já em janeiro de 2017

Há uma especulação generalizada no PT de que, a partir de janeiro, o prefeito Paulo Garcia trocará o partido por outra legenda, como o PDT. O PSDB também deve entrar no “leilão” para disputar seu passe. Ao contrário do que se costuma sugerir, Paulo Garcia não pretende abandonar a política. É possível que, se conseguir articular uma estrutura mínima, seja candidato a deputado estadual ou federal em 2018.

Rubens Otoni e Antônio Gomide deverão aproximar o PT do PMDB de Daniel Vilela

O que se comenta é que, a partir de 2017, o deputado federal Rubens Otoni e o ex-prefeito de Anápolis Antônio Gomide, que são irmãos, assumirão o controle absoluto do PT em Goiás e o aproximarão, cada vez mais, do PMDB do deputado federal Daniel Vilela. O grupo de Rubens e Gomide por certo avalia que, sem a aliança com o PMDB, não terá condições de sobreviver politicamente. Por isso, é o que se comenta nos bastidores do petismo, a tendência é que o PT banque Gomide para vice de Daniel Vilela na disputa pelo governo do Estado. O petismo quer retirar o peemedebismo-vilelista dos braços do senador Ronaldo Caiado.

Pode um dirigente da OAB advogar contra os interesses da Ordem?

Antes de adentramos no fato, necessário ressaltar que todo acusado tem direito a um advogado para se defender, tenha ele condições financeiras ou não. Na semana passada, o presidente da subseção da OAB de Itapuranga, Dr. Gary Elder da Costa Chaves, ascendeu um debate ético quanto aos limites de atuação de dirigentes da Ordem, em contrapartida aos interesses coorporativos da categoria. Nas redes sociais, o presidente da subseção disse: “Prezados Companheiros... Há alguns meses, depois de muito esforço conseguimos flagrar uma ‘falsa advogada’ atuando em Itapuranga, oportunidade na qual a Delegada de Polícia realizou a condução dela até a Depol local. Com isso, foi lavrado o respectivo TCO, inclusive, noticiamos o fato à Diretoria da Seccional para a adoção das medidas pertinentes, uma vez que a referida senhora havia acabado de inscrever-se nos quadros da OAB, na condição de estagiária, inclusive, foi instaurado o competente processo ético-disciplinar...”. Ocorre que, para nossa surpresa, tomamos conhecimento que o advogado que irá patrocinar a defesa em juízo será um dos dirigentes da OAB Goiás. Nesse caso, ficamos bastante surpresos e decepcionados com a aceitação do “munus” por parte do referido advogado, considerando que o mesmo, na condição de “diretor” da OAB deveria colaborar com a efetiva punição de quem incide na prática da contravenção denominada “exercício irregular da profissão”. Fica aqui o registro em nome da Subseção de Itapuranga no sentido de que esta, com certeza, não é a “OAB que queremos”.

Marconi Perillo não se envolve diretamente, preocupado com a gestão, mas acompanha campanha eleitoral

O governador de Goiás, Marconi Perillo, está mais preocupado em administrar o Estado, colocando as contas em dia e investindo em obras de caráter verdadeiramente coletivo. Porém, político nato, não descuida das alianças e das conversas com vários candidatos. Ele sabe que em 2016 arma-se parte da força eleitoral de 2018. Entretanto, mesmo assim, o governador não está se envolvendo de maneira integral no processo eleitoral, abrindo espaço para que os líderes políticos armem seus jogos. O tucano-chefe acompanha, porém, por meio de pesquisas e contatos com os candidatos da base em todo o Estado, o desenrolar do processo político-eleitoral. O tucano está satisfeito com as articulações e avalia que sua base manterá amplo poder em todo o Estado.

Marconi Perillo apresenta-se como um político da construção e Caiado como um político da desconstrução

[caption id="attachment_23876" align="aligncenter" width="620"]Senador Ronaldo Caiado (DEM) cumprimenta governador Marconi Perillo (PSDB) Senador Ronaldo Caiado (DEM) cumprimenta governador Marconi Perillo (PSDB)[/caption] O senador Ronaldo Caiado, do DEM, e o governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB, têm estilos diferentes de fazer política e de se relacionar com os integrantes dos vários partidos políticos. O tucano-chefe busca ampliar as alianças, aglutinando forças e prospectando novos aliados políticos, com o objetivo de renovar seu grupo e de abrir oportunidades para melhorar a gestão do Estado que administra. Em suma, é um político que aposta que “somar” e “agregar” são artes vitais da política — como na vida. Marconi Perillo aproximou-se do presidente Michel Temer e, no momento, tem canal livre com o dirigente nacional e integrante do PMDB. Ronaldo Caiado fez tudo certo, contribuiu para arrancar o PT da Presidência da República e ajudou a colocar Michel Temer no Palácio do Planalto. Porém, na hora de colher os frutos e ampliar a aliança política, cisca para fora e já se coloca como oposicionista ao governo de Michel Temer. Fica-se com a impressão de que o líder do DEM não é um político da construção, e sim um instrumento da desconstrução e da demolição.

Ana Carla Abrão é cotada para assumir cargo no governo federal. Mas pode voltar para São Paulo

[caption id="attachment_68600" align="aligncenter" width="620"]Ana Carla Abrão durante entrevista na Sefaz | Foto: divulgação Sefaz Ana Carla Abrão durante entrevista na Sefaz | Foto: divulgação Sefaz[/caption] O presidente Michel Temer, antes de viajar para a China, disse a três políticos que está de olho numa gestora “competente” e “corajosa” de Goiás. Trata-se de Ana Carla Abrão Costa, filha da senadora Lúcia Vânia, do PSB, e do ex-governador de Goiás Irapuan Costa Junior. Ela é doutora em economia pela Universidade de São Paulo (USP). Há dúvidas sobre quem nomear para o Ministério do Planejamento. Michel Temer quer um técnico altamente afinado — e até subordinado ao — com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. A economista Ana Carla Abrão é vista como competente, firme e agregadora. Como Meirelles tem experiência bancária, pois foi executiva do Banco Itaú. Michel Temer, nas conversas palacianas, fala em nomear uma mulher para o Planejamento (o problema é que a turma do senador Romero Jucá trabalha para nomear o próximo ministro e a expert goiana não está em seus planos). Mas não exclusivamente por ser mulher — é preciso ser competente. E, neste caso, Ana Carla Abrão é altamente competente e tem experiência pública, pois é a principal responsável pelo ajuste fiscal do governo de Goiás. O governador Marconi Perillo já disse ao Jornal Opção que, se Ana Carla estiver pleiteando um ministério — e não uma diretoria do Banco Central ou do BNDES (no caso, não precisa de apoio para conquistar uma vaga) —, poderá ajudá-la, com sua força política, cada vez maior no plano nacional. O problema é que Marconi Perillo não quer abrir mão de sua secretária da Fazenda, que é eficiente e determinada. Mas ela deixa o governo em dezembro, acreditando que cumpriu sua missão. Seus filhos, um deles de 9 anos, que moram em São Paulo, pressionam para que volte para o Estado governado por Geraldo Alckmin, do PSDB. Um deles chegou a fazer um “jornal” sugerindo que sua mãe estava retornando para Sampa. Crescem no governo as apostas de que a secretária Ana Carla vai mesmo para o governo federal. Mas ainda não se fala em nomes para substitui-la em Goiás. Aliás, até fala-se — o que não há é definição.

PIS poderá fazer parte de lei que contempla não cumulatividade

A Constituição não define a metodologia da não cumulatividade das contribuições sociais PIS e Cofins, cabendo à lei ordinária definir os limites do postulado. Apesar disso, a legislação infraconstitucional não é livre para criar essa definição como bem quiser, devendo respeitar as materialidades “receita/faturamento” e não tomar emprestado conceitos válidos para o IPI e o ICMS. O parecer foi da Procuradoria-Geral da República, em um recurso extraordinário com repercussão geral reconhecida no STF que trata do tema.