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“Não vamos entrar na linha de tiro” diz presidente metropolitano do PT

Luis Cesar Bueno fala sobre estratégias para as eleições municipais deste ano e sobre a pré-candidatura de Adriana Accorsi em Goiânia

“Senador Caiado sempre foi um cumpridor das leis”, diz José Nelto

Deputado estadual pelo PMDB sai em defesa de Ronaldo Caiado depois de diretor da CUT Goiás sugerir que o senador “queria, na verdade, o retorno da escravidão”

Datafolha: Em 2018, Lula sai na frente, mas perde em todas os cenários de 2º turno

Pesquisa Datafolha aponta que em cenários de primeiro turno, o ex-presidente lidera as intenções de voto, mas perde em todos os possíveis embates de segundo turno

Otimismo em relação à economia é o melhor desde 2014, diz pesquisa

Segundo dados do Instituto Datafolha, a população está mais confiante na queda da inflação, na manutenção do emprego e no aumento do poder de compra

Casos de dengue recuam 17% no Estado de Goiás

Nenhum município goiano aponta alto risco para a doença e apenas 10 possuem médio risco. Confira ranking das cidades do Estado com maior número de casos

Adriana Accorsi: “Vou trabalhar para angariar os votos de Iris Rezende”

Para delegada, ela e líder peemedebista possuem uma afinidade política: "o trabalho para os mais humildes"

Codese entrega levantamento “Goiânia 2033” para pré-candidatos a prefeitura

Documento reúne principais indicadores e propostas de desenvolvimento para a cidade

Maia lista prioridades e propõe dois dias de trabalho intenso durante a Rio 2016

Recém-eleito, o deputado afirmou que terá como prioridade na primeira semana no cargo, "arrumar a casa" e criar condições para aprovação da reforma política

“Caiado queria, na verdade, o retorno da escravidão”, diz diretor da CUT Goiás

Em entrevista, ex-deputado Mauro Rubem (PT) não poupa críticas em defesa do mandato da presidente afastada e engrossa o coro de golpe

Sem Iris, PMDB pode apoiar Delegado Waldir nas eleições deste ano

Informação é do próprio parlamentar, que alega ter estreitado diálogo com Daniel Vilela e Ronaldo Caiado

Tentativa de golpe deixa 265 mortos na Turquia; situação está sob controle

Para tentar concretizar golpe, as forças militares rebeldes chegaram a realizar movimentos com tanques, aviões de combate e helicóptero

Na escolha do maior entre os três Ronaldos do futebol, prevaleceu o melhor

[caption id="attachment_70718" align="alignnone" width="620"]Cristiano, Fenômeno e Ronaldinho Gaúcho: o melhor Ronaldo entre os três é mesmo o do meio, o que a votação confirmou | Fotos: Denis Doyle/Getty | Divulgação Cristiano, Fenômeno e Ronaldinho Gaúcho: o melhor Ronaldo entre os três é mesmo o do meio, o que a votação confirmou | Fotos: Denis Doyle/Getty | Divulgação[/caption] Uma enquete daquelas sem qualquer utilidade prática, mas interessante, foi divulgada pelo portal Globoesporte.com e mostrou que os tempos atuais podem não contaminar ou fechar totalmente a visão e o julgamento dos analistas. A pergunta foi: quem é o maior dos Ronaldos no futebol? Os nomes em questão foram Cristiano Ronaldo, o CR7; Ronaldo Fenômeno, o maior artilheiro brasileiro em Copas; e Ronaldinho Gaúcho, duas vezes o melhor do mundo. O português acaba de se tornar campeão europeu, o maior título da história do esporte para seu país. Em vez de ouvir internautas – que, mesmo no Brasil, por causa do enorme número de fãs (por um fenômeno da globalização, os maiores ídolos nacionais entre os jovens, no futebol, são o argentino Messi e o lusitano Cristiano Ronaldo), provavelmente não votariam com isenção –, o portal foi pegar a opinião de ex-jogadores, técnicos e jornalistas especializados de 19 países de todos os continentes. O resultado foi o mais justo: o Fenômeno ficou com 59,1%; Cristiano, com 36,6%; e Gaúcho com 5,6%. O mais interessante do levantamento foi o fato de ter sido voto aberto – ou seja, os votantes se viram, também, expostos a um tipo de avaliação. De 19 votos de personalidades brasileiras, 13 votaram no Ronaldo brasileiro e 5 no português – nenhum em Ronaldinho. Dois técnicos (Carlos Alberto Parreira e Luiz Felipe Scolari, os que comandaram os dois últimos títulos do País em Copas) e o jornalista Galvão Bueno preferiram não opinar, sendo classificados como “em cima do muro”. Outros, sem medo de polêmica, se expuseram muito. O ex-craque Tostão, também exímio jogador de palavras – é sem dúvida um dos grandes analistas do futebol no País e o que melhor sabe escrever – justificou assim seu voto em Cristiano Ronaldo: “O Fenômeno foi melhor, pelo repertório, pela inventividade, mas o maior foi Cristiano Ronaldo, pela regularidade, pelas conquistas e pelo tempo maior que esteve (e ainda está) no auge.” Enquetes, muitas vezes, não são mais do que isso: enquetes. Fomentam polêmicas sem fim, especialmente no esporte. Mas valem exatamente para gerar essas discussões, de que cada um sairá com a mesma opinião que entrou. No fim, a escolha acaba sendo justa: Ronaldo Nazário de Lima, o “Fenômeno”, foi mesmo o melhor. Ainda que Cristiano Ronaldo seja um grande jogador e tenha se mostrado decisivo para seus clubes e para sua seleção – não fosse pelo desempenho dele, provavelmente o número de Copas disputadas por Portugal seria menor, bem como menor seria o número de finais de Eurocopas –, não há como competir com o histórico e com a saga da carreira do camisa 9 brasileiro. Romper totalmente os ligamentos de ambos os joelhos e, depois disso, ser o artilheiro de uma Copa do Mundo é uma façanha que Cristiano não terá condições de repetir – e creio que nem gostaria. Para tirar a dúvida sobre quem seria “o maior Ronaldo”, o jornalista da ESPN André Kfouri, filho do renomado Juca Kfouri, respondeu de forma bem sensata e prática: “O maior dos Ronaldos? Cristiano tem a melhor carreira, mas Ronaldo Nazário era mais genial. Uma boa maneira de resolver essas situações hipotéticas é responder à seguinte pergunta: qual dos três, no auge, você escolheria para seu time? Eu escolheria o Nazário.” Faz sentido. E sobre Ronaldinho Gaúcho? Este seria muito maior jogador do que acabou se tornando, diante dos olhos dos críticos, se tivesse encerrado sua carreira há pelo menos cinco anos.

Em fase pós-Pop, Cileide Alves se revigora e acerta em temas nas redes

[gallery columns="1" size="large" ids="70723,70722"] Cileide Alves é, sem dúvida, um talento do jornalismo goiano. O problema, bem conhecido no esporte, especialmente no futebol, é que talento, por si só, não garante bom resultado. Por isso, talvez a melhor coisa que tenha acontecido a ela foi ter saído do comando de “O Popular”. Estava, sem saber que estava, acomodada. Na verdade, o “Pop” já tinha aberto mão da jornalista há algum tempo, depois de retirá-la da posição de editora-chefe, deixando-a na “geladeira” nos últimos tempos, de forma um tanto deselegante. Ao mesmo tempo, Cileide começava a dispender energia em outra atividade: a de blogueira. Foi o que ela mesma escreveu ao se despedir da casa a que serviu por 28 anos: “A gente continua se encontrando nas redes sociais e em meu blog medium.com/@cileidealves”. Na semana passada, um texto em seu blog, no portal Medium, chamado “Resposta a uma mãe”, publicado na quinta-feira, 14, havia tido bem mais que uma centena de compartilhamentos, até o fechamento desta edição. Falava do caso de Sandra Eliane Nicolau Gonzaga, a mãe do garoto Bruno Alexandre Nicolau Gonzaga, de 20 anos, que cursava Engenharia na Universidade Paulista (Unip) e foi morto em um acidente que um carro oficial da Prefeitura, que levava o vereador Paulo Borges (PMDB), atropelou a moto que o rapaz conduzia, ao fazer uma conversão abrupta rumo à entrada de um prédio de frente para o Parque Areião, no Setor Marista. O legislador saiu da cena do crime, onde ficou o corpo do motociclista, já sem vida. Também deixou lá o motorista do automóvel, preso nas ferragens e com fratura exposta nas pernas. A mãe desaguou sua tristeza no próprio perfil do filho no Facebook, em um longo desabafo em que, entre caixas altas e baixas, maiúsculas e minúsculas, se podia sentir a força de seu pranto. Queria ela saber quem era aquele “indivíduo” que tinha abandonado a cena em que morria seu filho. Cileide, que também perdeu um filho por acidente, então se encarregou de prestar à senhora e aos leitores esse serviço. Com “timing” de repórter, resgatou a ficha do político Paulo Borges desde o início de sua vida pública, detalhando os cargos por que passou, os proventos que recebia, os escândalos em que já havia se envolvido, as condenações que tinha sofrido e o retorno de votos sempre crescente que, apesar de todas as polêmicas, os eleitores haviam lhe dado em três pleitos consecutivos (4.858 em 2004; 5.320 em 2008; e 7.664 em 2012). O “apesar” envolve, entre vários outros itens, uma prisão, por cinco dias, em fevereiro de 2013, na Operação Jeitinho, desencadeada pelo Ministério Público Estadual (MP-GO), que apurou irregularidades e propinas envolvendo transações na Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma). Em seu retorno à Câmara de Goiânia, Paulo Borges recebera a acolhida oficial, via tribuna, de 19 colegas. Consideravam, então, uma “tortura” o que tinha ocorrido com o peemedebista. Naquela sessão, o vereador Anselmo Pereira (PSDB), hoje presidente da Casa, foi além e, “em nome da cidade” — “sem pedir permissão a nenhum cidadão de Goiânia”, como ressaltou Cileide —, pediu desculpas ao acusado. Ao fim do relato, a jornalista passa a fazer sua análise particular e põe em questão um tema bastante interessante e incômodo: são os eleitores aqueles que acabam por decidir pela permanência de figuras como o tal vereador em seus mandatos. “A condenação em segunda instância e esse trágico acidente ocorrem às vésperas de nova tentativa de Paulo Borges de se reeleger. Das outras vezes, quando ele também enfrentou denúncias no ano eleitoral, o eleitor fez ouvidos moucos e o ajudou a chegar até aqui. De nada adianta as pessoas indignarem-se com os políticos, fechar os olhos à política, se no dia da eleição não tem responsabilidade sobre seu voto.” Diz um velho ditado que corre entre os que deixaram o maior diário de Goiás que, depois de sair do “Pop”, a vida (e a qualidade de vida) só pode melhorar. Talvez não exatamente por ter deixado o jornal, mas por ter levado consigo uma boa bagagem depois de se doar a uma grande estrutura. Longe de lá, Cileide se mostra mais leve para fazer o que mais gosta: jornalismo com pesquisa e análise. Tem procurado se envolver a fundo, presente em eventos que planejam ações em várias searas de Goiânia, da cultura ao planejamento urbano, passando, obviamente, pela política. Ver alguém da qualidade de Cileide “suando a camisa” é auspicioso. Talento com esforço é sempre a melhor das misturas.

Jornalismo à base de violência e escândalos tem seu preço

É desanimador como o jornalismo feito pelas TVs está, direta ou indiretamente, cada vez mais carregado de tom policialesco. Não é pequena a fatia do tempo gasto com bombas, tiroteios e prisões em telejornais. Se for incluída, ainda, a parte do noticiário político que abrange a Operação Lava Jato e outros fatos do tipo, ver o “Jornal Nacional”, por exemplo, se tornou quase como assistir a uma minissérie como “Swat”, para os mais antigos, ou “CSI”, para os que não são tão velhos. É importante cobrir os fatos policiais que têm de ser noticiados. Mas a dosagem dessa cobertura, sua colocação na escalada e a escolha do bloco em que será inserida, tudo isso diz muito sobre o efeito que se quer realmente produzir por meio daquela informação. Se não tudo, pelo menos muita coisa gira em torno da audiência, dos pontos no Ibope. Violência e escândalos, juntos ou separados, são sempre catalisadores desse objetivo. Que, por sua vez, atrai anunciantes. Resta saber se vale a pena submeter a saúde mental dos que assistem a uma exposição redundante. Não é à toa que uma parcela da população tem revisto seus hábitos em relação à TV, especialmente os canais abertos. Esse tipo de voyeurismo cobra seu preço e muita gente, especialmente de olho nos filhos, não quer pagar para ver. Por isso mesmo, o que é audiência atraída pela exposição de imagens e temáticas escandalosas hoje pode desaparecer no futuro, por não conseguir “reagir” mais. A não ser instigado por cenas ainda mais escandalosas.

“Tu és Pedro, e sobre essa pedra construirás Goiânia”

Biografia escrita por Hélio Rocha narra a história do maior político de Goiás: Pedro Ludovico Teixeira