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Iristas sugerem que não haverá caça às bruxas, mas todas as informações sobre possíveis rombos serão repassadas ao Ministério Público
Ulysses Remy O Movimento Brasil Livre (MBL) esclarece que a participação do movimento vai além das manifestações de rua, realizando um trabalho contínuo de acompanhamento e divulgação do que ocorre nos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, realizando transmissões ao vivo, noticiando e esclarecendo a população dos atos praticados por nossos governantes, papel esse que, muitas das vezes, a mídia não faz. É válido ressaltar que desde o dia 26 de novembro o MBL de Goiás vinha se mobilizando para a participação das manifestações de rua do dia 4 de dezembro. No decorrer da última semana o movimento publicou, em veículos de comunicação da capital, suas posições sobre os recentes acontecimentos. Quem acompanha nossa página poderá acompanhar também a opinião de nossos colunistas. Ainda em tempo, o MBL vem reafirmar ter por uma de suas principais premissas que suas manifestações têm o objetivo de esclarecer e promover a conscientização política da população defendendo posições sem o intuito de formar massa de manobra a serviço de partidos. O MBL é um movimento suprapartidário; quem acompanha suas redes vê que as críticas e cobranças realizadas a políticos são feitas sem preferência ou distinção de siglas. Convidamos todos a visitar nossa página Movimento Brasil Livre – GO e MBL - Movimento Brasil Livre, para que possam sempre acompanhar as nossas atividades. ["Movimentos Vem Para Rua e Brasil Livre convocam manifestações em Goiânia", Jornal Opção Online] E-mail: [email protected]
“Tratamento nuclear da água deve ser considerado”
Altamir G. F. e Silva Acho que nos assustaria menos se fosse explicado todo o processo, bem como os elementos periódicos envolvidos, devido ao trauma da cidade com o césio 137. Precisamos muito de inovações e esta é uma opção a ser considerada, até como abatedora de gastos com o SUS, o que o cloro nos impõe — e o Cremego [Conselho Regional de Medicina] não explica nada disso na mídia como se deveria —, mas temos de ter a certeza da segurança deste posicionamento. Sou leigo e isto não ficou claro para mim. ["Banco russo financia tratamento de água com tecnologia nuclear na Saneago”, Jornal Opção Online] E-mail: [email protected]“Leio sobre a 2ª Guerra para me assegurar de que nunca mais isso acontecerá”
Neuci Ribeiro Todas as vezes que leio sobre os horrores dessa guerra fico arrasada e imaginando tudo. E é assustador. Tenho muitos livros sobre esse assunto e todos igualmente tristes. Sofro a cada leitura, mas essas histórias exercem sobre mim um poder enorme, é um interesse, uma busca que não sei explicar. Essa matéria é comovente e já anotei o nome dos dois livros; eu os quero na minha coleção. A cada livro sobre esse assunto, sinto-me como se tivesse me assegurando de que isso nunca mais acontecerá, que todo o mal ficará preso nas páginas de cada livro e que dali nunca sairá. Andor Stern é mais um exemplo de vida. ["Livro revela a história do brasileiro que sobreviveu ao horror de Auschwitz", Jornal Opção 2160] E-mail: [email protected]“Cautela com a implantação de colégios militares”
Maria do Socorro Barros Vejo com muito cautela e atenção a implantação de escolas militares no Brasil. Acho errado as escolas serem bancadas com orçamento público e gestão e concepções militares. Ponho em dúvida se de fato as secretarias de Educação terão algum tipo de gerência sobre elas. Eu vejo que simplesmente os militares estão usurpando escolas públicas em benefício próprio, custeadas com nossos impostos. Independente de ideologias ou concepções, quero que o direito a educação pública, com acesso livre e irrestrito seja respeitado, sem discriminações e intolerâncias. [“Colégios militares: uns querem, outros não. Entenda os porquês”, Jornal Opção 2090] E-mail: [email protected]
O governo precisa de um choque de gestão e o ex-deputado é dotado de grande energia criadora
A maioria diz que perdeu o emprego por causa da crise econômica e afirma que tem medo de ser assaltada
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Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
O empresário Sandro Mabel colabora com o governo do presidente Michel Temer, auxilia-o a resolver determinadas crises, encaminha pessoas e projetos, mas, seguindo um acordo com a família, não se preocupa com cargos oficiais. A rigor, não precisa de nenhum cargo, pois é riquíssimo. Mas aprecia a tranquilidade de Temer e acredita, como empresário, que tem condições de recuperar o país, ou ao menos de lançar as bases para a recuperação.
A diretoria da OAB-GO passou a última semana na expectativa e na esperança de um milagre para suspender a decisão que considerou a chapa vencedora das últimas eleições — “OAB que Queremos” — viciada em sua composição, levando-se em conta que essa foi sua terceira derrota, sendo a primeira na Comissão Eleitoral e as outras duas na Justiça Federal. Em verdade, a diretoria da OAB-GO tem fé que o Conselho Federal da OAB possa, por meio de seu poderio, obter a benesse do desembargador Novély Vilanova, que analisará o pedido liminar do referido Conselho Federal, evitando assim, uma nova eleição justa e democrática, entre candidatos em igualdade de condições. Todavia, Vilanova poderá deferir a liminar e sustentar o insustentável, haja vista que a chapa vencedora estava viciada em sua composição conforme já decidiu a Comissão Eleitoral e a Justiça Federal. O Conselho Federal impetrou agravo de Instrumento no dia 28 de novembro. No entanto, até o fechamento desta edição não tínhamos conhecimento da possível decisão de Vilanova, que poderá impedir a realização de eleições limpas na OAB-GO. Contudo, se negado o pedido, o Conselho Federal deverá convocar novas eleições no prazo de 30 dias, o que com certeza será um amadurecimento político para a classe, principalmente porque nenhum dos componentes da chapa impugnada poderá participar dessa nova eleição.
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Arquivo/Jornal Opção[/caption]
De volta ao mercado financeiro, brevemente, a secretária da Fazenda do governo de Goiás, Ana Carla Abrão Costa — uma doutora em economia das mais competentes, corajosas e pragmáticas —, recebe amigos em São Paulo, no fim de semana, para almoço de despedida.
Aos amigos e colegas do governo, Ana Carla tem confidenciado que a experiência de ter trabalhado no setor público é impagável, porque é mais complicado e trabalhoso do que na iniciativa privada. Mas avalia, ao final, como absolutamente gratificante.
A 14ª câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) reconheceu a responsabilidade contratual de montadora francesa pela ruptura de contrato de concessão comercial com uma concessionária e, em razão disso, julgou devida a indenização no valor de R$ 765 mil a títulos de danos materiais e R$ 100 mil por dano moral. A empresa pediu indenização pelos prejuízos acumulados após quase uma década de relacionamento comercial com o grupo, época em que atuou como concessionária de veículos. A concessionária teria um faturamento mensal em torno de R$ 45 mil, o qual teria diminuído gradativamente em consequência de práticas utilizadas pela requerida. Para o relator do recurso, desembargador Carlos Henrique Abrão, a ré, forte grupo econômico estrangeiro, esmagou completamente a posição empresarial da concessionária, causando prejuízos. “E, aqui, não se pode dizer, absolutamente, em sã consciência, diante das planilhas exibidas, das remunerações estabelecidas e do amplo investimento feito pela autora com merchandising, marketing, e ampliando, substancialmente, seu espaço físico, que a remuneração paga fosse necessária e suficiente para cobrir os prejuízos incorridos provocados pela ré.” O magistrado explicou que cabe à autora, a título de dano material, o valor de R$ 400 mil, que atualizado monetariamente atinge R$ 764.813,20. “Nesse contorno, portanto, arredonda-se a soma para R$ 765 mil, a qual se considera líquida e certa, a título de perdas e danos. No aspecto do dano moral, a documentação demonstra que a autora experimentou prejuízos, teve restrições, não conseguiu pagar as suas contas, daí porque o nexo causal torna-se inescondível, devendo a ré, portanto, ser responsabilizada pela soma de R$ 100 mil, a qual se considera adequada para a envergadura do negócio, de duração de quase uma década, com abuso de poder econômico, ausência de boa-fé objetiva, acarretando desequilíbrio contratual e lesividade.”
O deputado do PTN diz que o tucano-chefe enxugou a máquina e agora politizará o governo
Otimismo gerado com a troca do comando do país acabou diante da dura realidade recessiva. Previsões otimistas só para o 2º semestre
Os governadores criaram um grupo de WhatsApp para aproximá-los da discussão da crises econômica e política do país.
O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), é um dos mais atuantes e conectados.
Na sexta-feira, 9, o governador de Goiás, Marconi Perillo, vai anunciar novas medidas de ajuste fiscal em Goiás.
Um dia antes, o tucano-chefe vai apresentar as providências aos deputados estaduais.
O governador tem dito que os projetos são ousados e inéditos no Brasil.
Políticos não veem o quanto estão desacreditados perante a sociedade, que trabalha, paga impostos e sente a falta dos mais elementares serviços de educação, saúde e segurança
O ministro da Fazenda do governo Temer, o engenheiro Henrique Meirelles, está desalentado com a economia patropi.
O goiano de Anápolis (e primo do comunista Aldo Arantes, do PC do B) prevê que, antes do final do primeiro semestre de 2017, o Brasil não vai conseguir retomar o crescimento econômico. A previsão é vista por alguns economistas, como Monica de Bolle, como otimista. Há quem aposte que o país só crescerá daqui a cinco anos ou até mais.
Se brincar, Henrique Meirelles cai. Ou cai ele ou cai Michel Temer.

