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Senadora Lúcia Vânia pode disputar reeleição ou mandato de governadora

O que quer senadora Lúcia Vânia? Disputar a reeleição. Porém, como pesquisas começam a mostrar que tem certa popularidade, a presidente do PSB pode disputar o governo de Goiás.

Lúcia Vânia conseguiu organizar uma base política razoável em todo o Estado.

José Eliton terá a caneta nas mãos e será forte candidato a governador

De um tucano experimentado: “José Eliton, candidato do PSDB a governador de Goiás, não vai caminhar sozinho. Porque, além do apoio do governador Marconi Perillo, terá a caneta nas mãos”. Em 2018.

Íris Araújo aparece como a mocinha má. Mas Iris Rezende é o mocinho bom

[caption id="attachment_83780" align="aligncenter" width="620"] Prefeito Iris Rezende e a primeira-dama, Dona Íris | Foto: Marcelo Gouveia[/caption]

Que ninguém se iluda: Íris Araújo joga pesado, enquadra todo mundo do PMDB e dos partidos aliados. Mas quem manda mesmo é Iris Rezende. É o famoso jogo duplo. Ela é a policial má, e ele é o policial bonzinho. Mas quem chefia as ações, boas e más, é o decano peemedebista.

Maguito Vilela vai permanecer no PMDB e deve disputar o governo pelo partido

O ex-prefeito de Aparecida só não disputa o governo de Goiás pelo PMDB se não quiser

Cinéfilo diz que Kajuru é como o personagem de Teorema, de Pasolini, que muda tudo numa casa

Comentário de um veterano cinéfilo: “Jorge Kajuru é como aquele personagem do filme ‘Teorema’, de Pier Paolo Pasolini, que chega numa casa e muda toda a configuração da família. Ele desconcerta os vereadores e muitos deles, viciados em vários esquemas — alguns dos novos já estão se viciando —, não estão sabendo como agir. O jornalista está funcionando praticamente como um promotor de justiça ou corregedor no Legislativo”.

Numa Câmara Municipal anódina (na qual pontificava Anselmo Pereira), cheia de esquemas, Kajuru tem sido um sopro de renovação e decência.

Aliados de Ronaldo Caiado ganharam cargos decorativos

A ficha do senador Ronaldo Caiado parece que ainda não caiu. Mas os cargos que conseguiu para aliados na Prefeitura de Goiânia são meramente decorativos.

O DEM tentou indicar o médico Sílvio Rodrigues para a Secretaria da Saúde. Mas Iris Rezende barrou pessoalmente.

Leon Deniz pode ser surpresa em 2018 e aparecer como candidato de oposição a Lúcio Flávio

Ninguém pode dizer o contrário: Leon Deniz foi decisivo na eleição de Lúcio Flávio para presidente da OAB-Goiás. Mas em 2018 os advogados não devem ficar surpresos: Leon Deniz pode ser candidato a presidente e, exatamente, contra o ex-pupilo.

A tendência é que Lúcio Flávio chegue em 2018 com um grupo minoritário. Aí a disputa se daria entre os grupos de Leon Deniz e Miguel Cançado.

Criador do WikiLeaks diz que não há evidência de que Michel Temer “é” espião pago pelos Estados Unidos

Entrevistado por Fernando Morais, Julian Assange afirma que Hillary Clinton e Donald Trump pensam como políticos imperialistas e sugere que urnas eletrônicas podem ser fraudadas

Biografia revela a história do grande amor lésbico da escritora francesa Françoise Sagan

A grande paixão da vida da autora de “Bom Dia, Tristeza” foi a estilista francesa Peggy Roche. A escritora vendia livros como Paulo Coelho, talvez até mais

Sergio Moro e Teori Zavascki foram os homens do ano em 2016

A ação deles na condução dos processos da Operação Lava Jato credencia-os como os grandes magistrados do país

Ser branco no Brasil é garantia de estar acima de qualquer suspeita

Episódio de racismo, claro e evidente, envolvendo apresentador e cantora Ludmilla comprova como a sociedade brasileira ainda não aceitou a liberdade do povo negro

Brasil precisa mais de instituições sólidas do que de Teori Zavasckis

A Lava Jato já deu certo: há alguns condenados e presos e vários milhões de reais foram devolvidos ao Erário. O substituto do ministro saberá o que fazer para dar continuidade ao julgamento dos acusados

O imposto que aumenta e diminui por “matemágica”

[caption id="attachment_85233" align="aligncenter" width="620"] Amastha durante anúncio de secretariado | Foto: Aline Batista[/caption] Dock Jr. Talvez o prefeito Carlos A­mastha (PSB) seja só um espertalhão; talvez seja apenas um cara-de-pau; talvez inteligente ou esperto demais para a provinciana política tocantinense. A­mastha sabe a hora de atacar, a hora de manter-se incólume e também a hora de recuar. O reajuste do IPTU da capital Palmas prova tal premissa. Amastha esperou a Câmara de Vereadores analisar o projeto que tratava do tema. O parlamento municipal, após as manifestações populares, recuou e “empurrou” a discussão para 2017, afinal pelo princípio da anterioridade, quaisquer modificações seriam executadas apenas em 2018. Diante da “omissão” do legislativo, o prefeito majorou o imposto, via decreto, incluindo ali os índices inflacionários de 2014, 2015 e 2016, que totalizam mais de 25%. Chiadeira geral... Paradoxalmente, antevendo possíveis questionamentos, o próprio decreto previa a aplicação de apenas 6% para os contribuintes que, judicialmente, arguissem o aumento. Ato contínuo, inconformada, a Câmara de Vereadores questionou o ato do Poder Executivo – através de decreto-legislativo – enquanto o Ministério Público de Contas pleiteou e obteve liminar junto ao Tribunal de Contas do Estado do Tocantins (TCE) suspendendo os efeitos do tal decreto. E Amastha? Bem... digamos que permaneceu altivo e impávido. Antes mesmo de ser notificado, recuou e ordenou que o índice de aumento seria correspondente ao porcentual inflacionário do ano anterior, algo em torno de 6%. Ora, ora, mas não era o justo? Sim, a princípio seria. Contudo, o prefeito pode até recuar, mas não se abstém de mostrar as garras, marcar território, tentar, lutar, persistir. Oriundo do campo empresarial, Amastha trabalha com o que eles classificam como “teoria do risco”. Funciona assim: vamos supor que todos os funcionários de uma certa empresa trabalhassem entre 30 ou 40 minutos além do horário normal, todos os dias. É muito? Claro que não! Em nome da produtividade e também para manter os empregos, todos eles trabalham. Rapidamente, a empresa experimenta lucros com a mão de obra extra. Mas será que todos reclamam quando são despedidos? Evidente que não. As estatísticas mostram que apenas 36% deles procuram os sindicatos ou a justiça do trabalho. Aos reclamantes, contestações bem elaboradas que questionam item por item. Em audiências, entabulam acordos trabalhistas e geralmente pagam a metade do que deviam. Resumindo: das horas extras trabalhadas por todos os servidores, apenas 10% ou 15% são quitadas. Isso se chama “teoria do risco”. Esta mesma conjectura de ações foi aplicada quanto ao IPTU de Palmas. O famoso “sicó”: se colar, colou. Desta vez talvez o resultado não foi o desejado, todavia, é certo que Amastha já emplacou outros “sicós” ao longo do mandato anterior. A bem da verdade, talvez o prefeito de Palmas ainda não seja uma “velha raposa” na política. Entretanto, resta claro que não é um principiante, mas talvez também seja temerário apontá-lo como o líder da raposada. O certo é que os políticos tocantinenses precisam de “aulas” com o imigrante colombiano. Ele está, verdadeiramente, a anos-luz de distância dos seus nobres pares, para o bem ou para o mal... Depende do ponto de vista. E 2018 é bem ali.

Amastha anuncia mudanças de secretários e estrutura das Pastas

[caption id="attachment_85231" align="aligncenter" width="620"] Amastha durante anúncio do secretariado | Foto: Aline Batista[/caption] O prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB), ao lado da vice-prefeita Cintia Ribeiro (PSDB), anunciou mudanças em seu secretariado, durante coletiva realizada na terça-feira, 17. O anúncio foi feito na presença dos 12 vereadores da base governista. Amastha informou que a vice-prefeita Cinthia Ribeiro vai atuar, durante seis meses, em várias secretarias municipais e, posteriormente, assumirá uma delas. Para o chefe do Executivo, a vice-prefeita tem plenas condições de assumir qualquer pasta dentro da gestão. “Ela foi uma das maiores surpresas da minha vida durante a campanha eleitoral pelo seu comprometimento. Durante seis meses estará fazendo um rodízio por várias secretarias”, disse o gestor. A vice-prefeita agradeceu a oportunidade na atual gestão: “Eu me sinto em casa, pois ganhei uma nova família e espero contribuir acima da expectativa”. O médico Luiz Teixeira foi anunciado como titular da Secretaria de Infraestrutura, Serviços Públicos, Trânsito e Transporte. “Pretendo levar essa missão com muito respeito, honestidade e eficiência”, enfatizou Teixeira. Amastha também anunciou um rodízio entre os atuais secretários. O secretário Chistian Zini, que atuava na Secretaria de Infraestrutura, assume a pasta de Finanças. Já Cláudio Schuller, que era secretário de Finanças, assume a secretaria de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Humano, que irá agregar, também, a área de contabilidade. Por sua vez, Germana Pires deixa a pasta de Planejamento e Gestão para assumir a secretaria executiva da Educação. “Junto com o professor Danilo, vamos implantar um projeto revolucionário, integrando as políticas sociais com a educação integral, melhorando ainda mais os avanços nos nossos índices educacionais”, destacou Germana. O deputado Ricardo Ayres foi anunciado extra-oficialmente para a pasta que será criada na área de urbanismo e regularização fundiária.

“Não quero usar a ATM como trampolim para outros cargos”

Reeleito para a Prefeitura de São Félix do Tocantins, com a maior votação proporcional do Estado, o pessedista afirma prioridade com a estruturação do ecoturismo no Jalapão