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Deputado federal Roberto Balestra, governador Marconi Perillo e o deputado estadual Lucas Calil[/caption]
O presidente do PSL, Benitez Calil, diz que o deputado federal Roberto Balestra será candidato à reeleição. “Tanto que já acertou ‘dobradinha’ com o deputado estadual Lucas Calil em alguns municípios, como Inhumas.”
Roberto Balestra está na Câmara dos Deputados há mais de 30 anos.
Os desafios que os EUA enfrentam hoje com a Coreia do Norte talvez sejam os mesmos que enfrentarão com o Irã amanhã
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Deputado Santana Gomes | Foto: Renan Accioly/Jornal Opção[/caption]
O deputado Santana Gomes, do PSL, afirma que vai pedir votos em Niquelândia. Mas admite que, se a cidade bancar um candidato pela base governista, não criará nenhuma dificuldade. “Quero somar e contribuir para o desenvolvimento do município. Tenho o maior apreço pelo prefeito, pelo vice-prefeito e pelas lideranças locais.”
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Foto: Jota Eurípedes[/caption]
Há quem aposte que o ex-prefeito de Rio Verde Juraci Martins deve ser o vice do pré-candidato do PSDB ao governo de Goiás, José Eliton. O objetivo seria contrabalançar a força político-eleitoral de Ronaldo Caiado no Sudoeste.
Setores decisivos do agronegócio apostam na candidatura de Ronaldo Caiado. A presença de Juraci Martins na chapa poderia reduzir a união em torno de Ronaldo Caiado.
Município foi convidado para sediar conferência de assistência social entre os dez municípios vizinhos em função do desempenho com ações no setor
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Fotos: Jornal Opção[/caption]
O empresário Vanderlan Cardoso diz que, se Sandro Mabel for candidato a presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), vai apoiá-lo. “Trata-se de um nome hors-concours”, afirma.
Os empresários André Rocha, Wilson de Oliveira, Heribaldo Egídio e Antônio Almeida também são cotados para presidir a Fieg. Mas há o consenso de que, se Sandro Mabel postular o cargo, a maioria retira-se da disputa para apoiá-lo.
Apesar de divergências pontuais, o empresário Marcelo Baiocchi deve ser o próximo presidente da Federação do Comércio do Estado de Goiás. Ele reúne o apoio de vários sindicatos e é apontado como um articulador atento, um verdadeiro workaholic.
Empresários sustentam que Marcelo Baiocchi chega na Fecomércio não para dividir, e sim para somar. “Ele não quer confronto, e sim paz e união”, afirma um empresário.
Entre as mais de 80 cláusulas do seu contrato de compra e venda de imóvel junto a uma construtora ou incorporadora de Goiânia, bem como entre os mais de 80 itens da sua convenção de condomínio ou estatuto, sem sombra de dúvidas estará a famosa “cláusula compromissória” elegendo a 2ª Corte de Conciliação e Arbitragem de Goiânia como foro para dirimir conflitos entre as partes. E nem adianta tentar alterar a cláusula eletiva de foro. Normalmente lhe restarão duas opções: ou adquire o imóvel ou não adquire. Na mesma esteira, ou passa a integrar a associação ou condomínio ou não. E por que os condomínios, associações, construtoras, incorporadoras e imobiliárias não dispensam cláusula compromissória elegendo o foro da 2ª Corte de Conciliação e Arbitragem de Goiânia? Porque, mencionada, a corte é mantida, regulamentada e dirigida pelo Sindicato dos Condomínios e Imobiliárias (Secovi). Risível, não fosse lamentável. Qual seria o grau de imparcialidade do árbitro, cuja lide posta à sua apreciação envolve em um dos polos uma empresa imobiliária, construtora, incorporadora ou condomínio, sabendo ser essa diretamente ou indiretamente vinculada ao sindicato que mantém a corte que, a seu turno, lhe oportunizou arbitrar? Por certo, nenhuma! Prova disso é que, sem exceções, quando o assunto é a lavratura do compromisso arbitral os árbitros e conciliadores da 2ª Corte de Conciliação e Arbitragem não respeitam a lei federal que regulamenta a arbitragem. De fato, o artigo 7º da Lei n. 9.307/96 determina expressamente que, havendo resistência à instituição da arbitragem, somente junto a um juiz de Direito será possível se lavrar o compromisso. Porém, é de conhecimento comum dos advogados goianienses que os árbitros da 2ª Corte simplesmente ignoram o dispositivo e o compromisso arbitral é firmado mesmo nos casos de recusa, não comparecimento ou revelia de uma das partes – por óbvio, sempre a parte contrária à construtora, incorporadora, condomínio ou imobiliária. A finalidade da lei 9.307/96 é nobre e a arbitragem é modelo perseguido e aplaudido no exterior. No Brasil, porém, a cláusula compromissória tem sido utilizada como isca para vincular possíveis litigantes a julgamento a ser realizado no quintal de um deles, o que soa absurdo e contrário aos princípios da própria lei, como aqueles estampados em seu artigo 13, parágrafo 6º, afetos à imparcialidade, independência e competência do árbitro eleito. Por fim, vai a dica: após ser compelido a assinar contrato adesivo com cláusula compromissória ou vincular-se a associação ou condomínio que estabeleça como foro corte arbitral, busque informações sobre a corte indicada e, caso essa última lhe desperte desconfiança, notifique a contratada, condomínio ou associação no sentido de que não concorda com essa específica condição que lhe foi imposta. Tal providência lhe permitirá litigar junto ao juízo comum, aduzindo a nulidade da cláusula compromissória, se assim vier a ser necessário.
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Ilézio Inácio Ferreira e Júnior Friboi, idealizadores do Nexus Shopping & Business | Foto: Henrique Alves[/caption]
A amigos e aliados, o empresário Júnior Friboi estaria confidenciando que, aliar-se a Ilézio Inácio Ferreira na construção do empreendimento Nexus — que corretores de imóveis apontam como uma “obra maldita” —, não foi um grande negócio. Teria sido uma ação “inconsciente”.
Entretanto, para consumo público, até para não perder mais dinheiro, Júnior Friboi continuará dizendo que tudo vai bem. Não vai, claro. Tanto que o Nexus virou um pepino judicial.
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Foto: André Costa[/caption]
A liberação de um edifício de 20 andares às margens do Lago das Brisas, em Buriti Alegre, é apontada por corretores de imóveis como o “abre-te Sésamo” para vários outros empreendimentos verticais no local. O que se quer é construir uma mini Copacabana ou uma mini Ipanema no município.
O procurador-geral do Ministério Público de Goiás, Benedito Torres, precisa cobrar uma ação intensiva a respeito da construção do edifício que pode contribuir para poluir o Lago das Brisas. Até agora, o MP assiste silente o atentado ao meio ambiente.
É nas mãos de uma Câmara com centenas de figuras de caráter amoral que está a reforma política, um passo fundamental para mudar os rumos a partir do que há de mais sagrado para uma Nação: a democracia
Um engenheiro disse ao Jornal Opção que Iris Rezende foi o prefeito — de 2005 a 2010 — que mais deixou o Parque Mutirama sucateado. Paulo Garcia, prefeito eleito pelo PT, decidiu fazer a reforma porque o parque estava praticamente destruído.
Os vereadores deveriam ouvir técnicos e engenheiros. Eles poderiam dizer como, de fato, Iris Rezende deixou o Mutirama.
O deputado federal Alexandre Baldy estaria a caminho de filiar-se ao PHS. Já teria acertado os ponteiros com o presidente do partido, Eduardo Machado, que pretende atrair mais 15 parlamentares. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, estaria por trás da articulação.
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José Nelto mesmerizado pelo senador Ronaldo Caiado | Foto: reprodução/ Facebook[/caption]
José Nelto não está mais tão mesmerizado pelo Ronaldo Caiado quanto há alguns dias. Mas consta que o deputado peemedebista ainda “treme nas bases” quando ouve o vozeirão do senador do DEM.
Um deputado do PMDB garante que José Nelto chama Ronaldo Caiado de “senhor” com certa devoção. “Parece um servo de gleba.”
Entre outras ações de caráter coletivo, a AmarBrasil luta pela restituição de valor cobrado indevidamente durante anos por Oi, Tim, Claro, Vivo e Nextel


