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Asfalto na gestão Amastha é tão ruim quanto os outros

[gallery type="slideshow" size="full" ids="113303,113304"] No final do mês de setembro, o subprefeito da região Sul de Palmas, Adir Gentil, pré-candidato a deputado federal na chapa a ser formada pelo grupo político do prefeito Carlos Amastha (PSB), bradou aos quatro cantos que estava “imprimido um ritmo de obras nunca visto antes e que estava melhorando, por exemplo, a estrutura viária no Setor Bertaville”. Sob a alegação que estava utilizando asfalto de alta qualidade (CBUQ), discursou o subprefeito que as obras beneficiariam os bairros Irmã Dulce, Aureni IV e Bertaville, melhorando a ligação da rodovia TO-010 até a ligação com o Aureny IV. “Nas ações da subprefeitura podemos notar a preocupação em realizar obras de qualidade, ao contrário das conhecidas operações tapa-buracos, tão utilizadas por administrações anteriores, que com as primeiras gotas de chuva se desfaziam, e era chamado pelos moradores de asfalto sonrisal, declarou o subprefeito, à época. A temporada de verão se encerrou, as chuvas chegaram, e assim como em outras administrações havidas em Palmas, o festejado asfalto do prefeito Amastha e do seu correligionário se esfacelou, virou pó, ou melhor, virou buraco. O asfalto da rua 9, que liga o setor Bertaville ao Bairro Irmã Dulce, afundou e provocou transtornos para os moradores da região. O asfalto – que a princípio não era “sonrisal” – ficou rachado e vários buracos se formaram em alguns pontos da rua. O trecho ficou intransitável depois que o asfalto cedeu, mas alguns motoristas se arriscam a passar pelo local. “Não era muito grande, bem pequeno. A prefeitura veio e colocou uma placa dizendo que estava trabalhando. Alguns dias depois, começou a aumentar esse buraco. Foi abrindo e depois de mais alguns dias, foi abrindo outro. Ficou uma situação bem crítica”, contou a estudante Wyta Barros, moradora do local. A bem da verdade, o caos foi tão grande que todo o asfalto precisou ser retirado, numa clara evidência que houve uma má compactação do solo. Para transitar entre os setores, motoristas e motociclistas passam, agora, por um desvio improvisado. O que o prefeito Amastha classifica como novo jeito de fazer política, de novo mesmo não tem absolutamente nada. Inobstante à ausência de diálogo, o cotidiano autoritarismo, além das constantes denúncias ao Ministério Público (MPE) e Tribunal de Contas do Estado (TCE), no que concerne ao quesito obras, as empresas contratadas pelo Paço Municipal continuam prestando serviço de má qualidade, sem apuração das responsabilidades; o dinheiro público continua escoando pelo ralo e, as obras consideradas como “diferenciadas” apresentam os mesmos defeitos de outrora ou de gestões passadas. Resumindo: “tudo como dantes, no quartel de Abrantes”. O resumo de tudo isso é que o jeito Amastha de governar é realmente marcante por uma peculiar característica: é impie­dosamente negativo.

Pressionado, Marconi Perillo decidiu não demitir Vilmar Rocha do comando da Secima

O tucano-chefe avalia que é preciso agregar e não ciscar para fora

Harvey Weinstein: o lobo de Hollywood

Um dos executivos mais importantes da indústria cinematográfica americana vai pular o ano na berlinda, pelos assédios sexuais e estupros que cometeu ao longo de 30 anos, segundo denúncia de atrizes e modelos

Arquivada ação contra Marcelo Miranda no caso de aeronave na campanha de 2014

[caption id="attachment_113299" align="alignleft" width="620"] Governador Marcelo Miranda: “A Justiça foi feita. Continuo acreditando que a verdade sempre irá prevalecer” | Foto: Divulgação[/caption] O governador do Estado do Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB), obteve uma vitória po­lítica importante na semana passada, quando, em decisão mono­crática, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Luís Felipe Salomão determinou o arquivamento, por falta de provas, do processo investigatório que corria contra o peemedebista. A investigação se deu após a prisão de Douglas Marcelo Alencar Schimitt e outras três pessoas, numa aeronave particular, em Piracanjuba (GO), na posse de R$ 504 mil e material de campanha do candidato a deputado federal Carlos Gaguim (então no PMDB). A ação contra o governador, relativa à campanha de 2014, havia sido proposta pelo Ministério Público Federal (MPF). Em sua defesa, Marcelo Mi­randa alegou não ser o autor do folheto impresso nem ter conhecimento do material citado, bem como não ser dono e beneficiário do valor apreendido. Além disso, ele afirmou não ter sido condenado pela Justiça Eleitoral do Tocantins. O pedido para arquivamento foi proposto pela Procuradoria Geral da República (PGR), que entendeu que, de fato, a documentação presente aos autos, bem como o teor das declarações prestadas à Polícia Federal por Douglas Schimitt, não permitem concluir que Marcelo Miranda tenha sido responsável pela confecção e distribuição dos panfletos com conteúdo alegadamente ofensivo a seus adversários na campanha política do ano de 2014 e que nem ao menos foram juntados aos autos exemplares do referido panfleto. “Há, sim, a mera reprodução de um exemplar inserido no corpo de uma das citadas representações eleitorais. Represe­ntações essas que, diga-se de passagem, foram aviadas pelos adversários de Marcelo Miranda dur­ante a campanha eleitoral. Ademais, a mencionada entrevista concedida a um jornal de Goiás por Douglas Schimitt e reproduzida na propaganda eleitoral de Marcelo Miranda, com supostas ofensas de caráter eleitoral, foi amplamente reproduzida por diversos veículos de comunicação do Estado de Tocantins. Ausentes, pois, os elementos de prova que evidenciem ter sido Marcelo Miranda o autor dos fatos aventados na representação, tem-se por inviável, ao menos neste momento, o prosseguimento da persecução criminal”, diz parte do relatório da PGR. O governador afirmou que sempre acreditou que a Justiça seria feita e se disse contente com o resultado do processo. “Mais uma vez a Justiça foi feita e mais uma vez ficou comprovado que não tenho nada a ver com essa questão que aconteceu na campanha de 2014. Continuo acreditando que a verdade sempre irá prevalecer”, afirmou. De acordo com o advogado Solano Donato, tendo em vista o pronunciamento da PGR reque­rendo o arquivamento do inquérito, a sequência é o arquivamento definitivo do Inquérito Policial. O caso Em 18 de setembro de 2014, a Polícia Civil de Goiás apreendeu uma aeronave no município de Piracanjuba com R$ 504 mil em espécie e material de campanha. Durante a operação, foram presos Douglas Alencar Schmitt, Marco Antônio Jayme Roriz, Lucas Marinho Araújo e Roberto Carlos Maya Barbosa, piloto do avião, de propriedade do empresário tocantinense Ronaldo Japiassú. Os então candidatos a governador e vice-governadora, Mar­celo Miranda (PMDB) e Cláudia Lelis (PV), foram acusados de captação e gastos ilícitos na campanha de 2014 e abuso de poder econômico, sendo que já haviam sido absolvidos pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), em agosto de 2015.

Grupo de Daniel Vilela aposta que Ronaldo Caiado não será candidato a governador

O danielismo aposta que, sem o apoio do MDB, o senador não terá como tocar uma campanha vitoriosa

Vice só acrescenta se tiver dinheiro ou pertencer a partido com muito tempo de televisão

Vice não acrescenta muito só porque pertence a regiões como o Entorno de Brasília ou ao Sudoeste goiano

Governo e Opas estabelecem metas na saúde para 2018

[caption id="attachment_113289" align="alignleft" width="620"] Foco no aprimoramento e na melhoria da gestão na rede hospitalar | Foto: Governo do Tocantins / Divulgação[/caption] A Secretaria de Estado da Saúde (SES), juntamente com consultores da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), iniciou em julho deste ano, o projeto Rede Hospitalar do Tocantins, um importante investimento no aprimoramento e na melhoria da gestão na rede hospitalar, que abrange os 18 hospitais públicos do Estado. O projeto objetiva criar e implantar o Plano Diretor Estratégico (PDE) dos hospitais, para melhoria da gestão nas unidades. Visando dar continuidade ao desenvolvimento do PDE, na terça-feira, 19, diretores, equipes multiprofissionais e os consultores da Opas reuniram-se para apresentação de uma síntese dos planos estratégicos criados para as cinco unidades selecionadas previamente (Hospital Geral de Palmas, Hospital e Maternidade Dona Regina Siqueira Campos, Hospital Infantil de Palmas, Hospital Regional de Araguaína e Hospital Regional de Gurupi) e retomada das discussões a respeito das ações de continuidade para 2018. O projeto está embasado em três diretrizes estratégicas: implementar um modelo de atenção integral e humanizado com foco na qualidade de assistência e segurança dos usuários; integrar o hospital no sistema de saúde locorregional, articulado às redes de atenção à saúde e linhas de cuidado; e exercer um modelo de gestão compartilhada baseada na contratualização de metas e resultados com critérios claros de avaliação e controle. Segundo a consultora da Opas Márcia Amaral, desde que o projeto foi iniciado, em julho, foram realizadas várias reuniões e oficinas de trabalho nos hospitais para o diagnóstico de situação tanto na área da assistência quanto na área da gestão, realizadas oficinas e planejamentos para elaboração do plano. “Os consultores coordenaram as oficinas e as propostas foram elaboradas pelas equipes dos hospitais. A nossa expectativa é de que, com o apoio da Opas, grande parte das ações que foram propostas, seja implantada no decorrer de 2018”, destacou. A superintendente de Uni­dades Próprias da SES, Elaine Negre, destacou que o projeto tem um valor grandioso para melhorar a qualidade da as­sistência e oferta de um serviço de qualidade para a população do Estado.

Francisco Oliveira (PSDB) desgasta-se com bancada governista

O deputado Francisco Oliveira (PSDB), como líder do governo na Assembleia, tem de facilitar as ações do tucano-chefe Marconi Perillo juntos aos parlamentares, sobretudo nas votações.

No entanto, Chiquinho Oliveira desgastou-se com a bancada governista durante as sessões extras do fim do mês;

Segundo um deputado, desde a viagem à Espanha — de onde voltou falando portunhol incompreensível —, Chiquinho Oliveira perdeu a liderança da base aliada. Dá para recuperá-la? Dá, se o parlamentar comportar-se com a humildade do presidente da Assembleia Legislativa, José Vitti (PSDB).

Programa TO Legal tem nova redação aprovada

[caption id="attachment_113284" align="alignleft" width="620"] Deputado Olyntho Neto: comemorando a regulamentação do TO Legal | Foto: Divulgação[/caption] O projeto que instituiu o programa TO Legal, que concede des­conto no valor do IPVA, de autoria do deputado Olyntho Neto (PSDB), ganhou nova redação proposta pelo Exe­cutivo. Segundo o projeto original, o consumidor que acumulasse 100 notas e/ou cupons fiscais teria direito a 15% de desconto no valor do IPVA. Com nova proposta do governo do To­cantins, a premiação será de 5% de desconto no recolhimento do imposto com pontos acumulados em 35 documentos fiscais. Além disso, serão quatro sorteios, com prêmios em dinheiro, durante o ano. Olyntho comemorou a aprovação, na quarta-feira, 20, uma vez que o programa precisava ser regulamentado, pois resume uma série de benefícios para o Estado e aos tocantinenses. O programa, além de beneficiar diretamente os proprietários de veículos e a população em geral, vai promover o aumento na arrecadação de ICMS. O consumidor que acumular notas e cupons fiscais terá direito a prêmios e desconto no recolhimento do IPVA. “Tivemos a iniciativa de criar o TO Legal em dezembro de 2015, mas o Estado não colocou em funcionamento por uma série de fatores. Depois de muito diálogo com a Secretaria da Fazenda conseguimos, finalmente, ter uma previsão e o TO Legal passará a vigorar em 2018”, enfatizou o deputado.

Grupo Globo pagou propina pela Copa?

O Grupo (a TV) Globo? Pagou ou não pagou propina para transmitir os jogos da Copa do Mundo, co­mo afirma e reafirma o delator, o em­presário argentino Alejandro Buzarco?

Djalma Rezende diz que não pretende disputar cargo político em 2018

Advogado diz que suas prioridades são sua saúde — está se tratando de câncer — e seus clientes

Governo tem de atacar o déficit público

Se não for atacado o déficit público, começando com a Previdência, o país continuará a patinar na recessão e no desemprego. Ou piorará. Daí porque é urgente a reforma previdenciária possível no momento, que deve ser seguida, mais cedo ou mais tarde, por uma revisão de privilégios e correção de injustiças nas aposentadorias. Devemos ter cuidado com o alarido mistificador da es­quer­dalha, que quer que tudo fique como está. Se tudo fica como está hoje, amanhã o Brasil estará tão inviável quanto uma Venezuela. E devemos lembrar que esse pessoal foi contra tudo que era bom para o país, como o Plano Real e a Lei de Res­pon­sabilidade Fiscal. Até foi contra a Constituição de 1988. Não que ela seja ou fosse boa. Não a queriam melhor, mas pior, mais socialista e estatizante.

PGE realizará concurso em 2018

A Procuradoria Geral do Estado (PGE) realizará concurso de provas e títulos para 20 vagas para o cargo de procurador do Estado Nível I, para provimento imediato, além de mais 20 vagas para cadastro de reserva, uma vez que apenas 43 procuradores estão na ativa em todo o Estado do Tocantins. A responsabilidade pela seleção será da Fundação Carlos Chagas. O edital foi lançado na terça-feira, 19, e segundo o procurador-geral, Sérgio do Vale, a autorização do governador Marcelo Miranda (PMDB) para a realização deste certame se deu especialmente "em virtude do considerável aumento de processos judiciais e administrativos que aportam no órgão, além de cerca de 6 mil intimações mensais e 100 processos administrativos distribuídos por dia, em média". O procurador-geral disse ainda que no ano de 2017, mesmo com o menor quantitativo de procuradores do Estado em atividade na história da instituição, a produtividade do órgão foi mantida, mas que o novo concurso é medida de fundamental importância para garantir a defesa intransigente, independente e autônoma do interesse público, em benefício da população tocantinense.

Rombo no BNDES pode ser maior do que o petrolão

Os governos petistas desviaram bilhões de reais, via BNDES, para ditaduras de esquerda. A imprensa tratou com certa discrição dois absurdos ocorridos em Moçam­bique: o aeroporto de Nacala, construído pela Ode­brecht, que se encontra quase abandonado, por não existirem voos, e a pretensa fábrica de medicamentos para aids, que produz apenas aspirinas, por falta de pessoal especializado. Não é preciso dizer que o BNDES não recebe nem os juros, quem diria o capital dos dois empréstimos. Tudo muito previsível. A cumplicidade da imprensa é visível, no permanecer fechada a caixa preta de nosso banco de fomento. Os bilhões de dólares do BNDES desviados para fora, que tanta falta fazem aqui dentro, não são objeto de qualquer investigação. Também o Minis­tério Público Federal, até agora, ig­norou o que talvez seja o maior desvio de dinheiro público já feito no país, maior mesmo que mensalão e petrolão reunidos.

“Crisânia” de Iris Rezende pode beneficiar José Eliton na disputa do eleitorado da capital

Gestão caótica sugere que alcaide emedebista, longe de transferir, pode retirar votos dos candidatos do PMDB e aliados