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Weslei Garcia segue como candidato ao governo, ao lado de Nildinha como vice
Segundo médico infectologista, nenhuma outra medida é tão eficiente quanto a vacina
Thiago Peixoto está entre os nomes mais cotados
Marlúcio Pereira (PRB) ainda acredita que sucesso na campanha do presidenciável pode fortalecer candidatura de José Eliton (PSDB) em Goiás
Recomendação do Paço é de que as duas matérias polêmicas não tramitem juntas
Jovem de 23 anos foi presa com 10 kg de cocaína refinada
Mais de mil casas foram destruídas após abalo
Piloto e empresário estão na UTI, sedados e respirando com ajuda de aparelhos
Ronaldo Caiado não hesitaria em retirar Lincoln Tejota da vice para oferecê-la a Vanderlan Cardoso
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Foto: ReproduçãoPSL[/caption]
O PSL indicou o deputado federal Jair Bolsonaro como candidato à Presidência da República. O pré-candidato a governador do Tocantins pelo partido, César Simoni, esteve presente na convenção, no Rio de Janeiro.
Bolsonaro gravou vídeo com Simoni, incentivando sua candidatura. No mesmo vídeo, desejou sorte e sabedoria aos eleitores tocantinenses, corroborando que Simoni o representará no Estado.
O pré-candidato, até pouco tempo um ilustre desconhecido, começa a despontar e sua candidatura ganha corpo. Há uma previsão que se apenas 50% dos eleitores de Bolsonaro no Tocantins transferissem o voto para Simoni, ele teria em torno de 100 mil votos. Apenas com este apoio. O restante necessário para se eleger, ficaria a cargo do seu currículo sem máculas, serviços prestados à sociedade, apresentação de propostas factíveis e coerência nos discursos.
As declarações de apoio a Simoni, por parte do presidenciável [não foi o primeiro vídeo], têm causado furor e incômodo. Os oposicionistas têm feito críticas ao pré-candidato e ex-promotor de justiça, em razão de ele ter participado, na condição de secretário de Segurança Pública, do governo de Marcelo Miranda (MDB), recentemente cassado.
Resposta de Simoni aos ataques: “Aré ontem, eu não existia, não tinha a menor representatividade para eles, mesmo fazendo um trabalho ímpar como secretário de Estado. Contudo, eles estão sentindo que as coisas não são bem assim, mesmo porque não tenho o ‘rabo preso’ com ninguém. Não há nada que me controle, a não ser os limites da ética. Fora isso, digo-lhes, por fim, que não tenho bandidos de estimação. Portanto, vamos em frente e, se estou incomodando, é um ótimo sinal”.
Presidente estadual do PSL, o deputado federal por Goiás defende que a candidata a vice na chapa do presidenciável Jair Bolsonaro seja a advogada Janaina Paschoal
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Marlon Reis, Marcelo Lelis e Claudia Lelis: o primeiro é ficha limpíssima, mas parece não se importar que seus supostos novos companheiros de jornada não o sejam[/caption]
Se o ex-prefeito Carlos Amastha (PSB), ao aliar-se aos senadores Ataídes Oliveira (PSDB) e Vicentinho Alves (PR), abandonou o barco furado e o discurso pseudo-ideológico — que pregava que o Tocantins precisava de uma “nova política” —Márlon Reis corre o risco de trilhar o mesmo caminho.
Márlon Reis se aproxima, a passos largos, do “candidato surpresa” das eleições suplementares, os pevistas Marcelo e Claudia Lelis. Ora, se Márlon obteve quase 57 mil votos na eleição suplementar exatamente porque seu enfadonho e repetitivo discurso exaltava a “ficha limpa” como a salvação de todos os males, entabular aliança política com o PV, comandados no Tocantins pelo casal Lelis, pode ser um verdadeiro “tiro no pé”.
Qual tocantinense dos mais longínquos rincões não sabe que Marcelo Lelis ainda cumpre pena de inelegibilidade, após transgredir a regra eleitoral em 2012? Qual é o morador dessas bandas que não sabe que Claudia Lelis não ocupa mais a cadeira de vice-governadora no Palácio Araguaia por ter sido cassada — juntamente com o ex-governador Marcelo Miranda (MDB) — por também não cumprirem a legislação que rege as eleições, no ano de 2014?
Os políticos creem piamente que os eleitores, de uma forma geral, ainda são aqueles mesmos que sequer tinham acesso ao noticiário ou, pelo menos, não se preocupavam com envolvimento em escândalos. Os tempos são outros, felizmente... para os eleitores.
Numa “Nota à Imprensa”, divulgada na na quarta-feira, 25, o Partido Verde enfatizou: “Depois de curadas as feridas, o PV está pronto para reescrever sua trajetória e ajudar também a escrever uma nova página da história do Tocantins. Por isso, sinaliza para uma nova direção, que julga ser uma das mais acertadas já definidas pelo partido, que é dar início ao processo de aliança para apoiar a pré-candidatura a governador do Tocantins de Márlon Reis”.
Se a ferida do PV está curada, é fato que as chagas dos eleitores não estão. Ao contrário, ainda sangram ao constatarem que a classe política, geralmente, não dá o mínimo valor às suas esperanças, ao agir de maneira eventualmente sórdida e aviltante.
Em “Nota à Imprensa”, Márlon Reis disse que, apesar de vetar os políticos que já administraram o Tocantins, respeita a biografia de cada um deles;, contudo, evitou citar nomes. “Não faremos aliança com famílias políticas que já governaram o Tocantins. Reforço que respeitamos a história de cada um deles, mas entendemos que chegou a hora de fechar um ciclo político no Estado e dar início a um novo momento para o Tocantins”, afirmou o ex-magistrado. Ele ressaltou que as composições deverão seguir os “princípios” da Rede.
Em que pese a pré-candidata ao senado pela Rede, Nilmar Ruiz, ser antiga parceira do casal Lelis — dos idos tempos em que comandou a Prefeitura de Palmas —, não é crível que Márlon Reis tope a aliança, a não ser que seu projeto seja apenas de poder e não de Estado. Seria como rasgar a cartilha da moralidade e jogar no lixo o discurso da ficha limpa, que aliás, é o único que ainda lhe sustenta.
O Ministério Público Estadual instaurou na terça-feira, 24, inquérito civil para investigar gastos efetuados pelos deputados estaduais no que se refere à utilização da Cota de Despesa de Atividade Parlamentar. O objetivo é apurar se a execução dos custos obedeceu aos princípios constitucionais da legalidade, da legitimidade e da economicidade, que devem orientar a administração pública.
O inquérito foi motivado após o MPE tomar conhecimento por reportagem de domingo, 22, do Jornal do Tocantins, que a execução da Codap soma R$ 4.639.000,00 em recursos públicos, apenas de janeiro a junho deste ano. Deste total, 63% foram gastos com combustíveis e locação de veículos, o que equivale a R$ 3 milhões, valor considerado extremamente significativo pelo promotor de Justiça Edson Azambuja. Também foi veiculado que parte das empresas fornecedoras possivelmente não preenche os requisitos referentes à capacidade operacional e econômica para o oferecimento dos serviços.
O promotor de justiça determinou que devem ser requisitadas à presidência da Assembleia Legislativa, entre outras informações, cópias de todas as notas fiscais; dos eventuais recibos; dos bilhetes de passagens aéreas ou terrestres; das contas de água, luz e telefone e das demais despesas custeadas pela Codap no primeiro semestre do ano, incluindo contratação de serviços de escritórios de contabilidade e de advocacia.
Ainda deverão ser encaminhadas ao MPE as cópias de todas as solicitações de reembolso de despesa, nas quais consta a assinatura dos parlamentares e o atestado de que o serviço foi efetivamente prestado e os respectivos materiais recebidos.
Segundo a norma, a referida Cota de Despesa de Atividade Parlamentar (Codap) deve ser utilizada exclusivamente para custear despesas vinculadas ao exercício da atividade parlamentar, atendendo aos gastos com passagens aéreas e terrestres; telefonia; serviços postais; instalação e manutenção de escritórios de apoio à atividade parlamentar; assinatura de publicações; fornecimento de alimentação do parlamentar; hospedagem; locação ou fretamento de aeronaves, embarcações e veículos automotores; combustíveis e lubrificantes; serviços de segurança prestados por empresa especializada; e contratação de consultorias e trabalhos técnicos para fins de apoio ao exercício do mandato parlamentar.
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Fotos: Alego e Alberto Maia/ Câmara Municipal[/caption]
O pré-candidato a deputado federal José Nelto, do Podemos, garante que ele e o pré-candidato a senador pelo PRP, Jorge Kajuru, tomaram o chimarrão da paz e estão prontos para comer a picanha do pacifismo na Churrascaria Los Pampas.
“Minhas brigas com Kajuru, espero, ficaram para trás. Estou inclusive pedindo votos para ele no interior. Digo que é um dos nossos candidatos a senador e o percebo como um puxador de voto”, afirma José Nelto. “Ao comermos a picanha da paz, anote: o sangue será unicamente da carne”, brinca o parlamentar.


