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O senador ponderou que "não será ofendendo símbolos religiosos" que a inclusão será promovida
Diretório municipal ainda reluta para definir o apoio a Mabel devido às indicações na gestão do Prefeito Rogério Cruz
As eleições na Venezuela acontecem nesse domingo, 28, com a imprevisibilidade como a tônica do pleito. É a primeira vez na história que a oposição tem chances reais de vitória
Desde quando foi vetado de ser candidato pelo União Brasil, o apoio dele era aguardado. Como a mágoa com o governo e com o ex-prefeito Gustavo Mendanha
Segundo familiares, relataram uma melhora significativa no quadro de saúde de Juliana. "Deus está limpando o pulmão dela a cada segundo"
Dados mostram que dos 47 mil polos de EaD que existem no País, 46% são terceirizados. As concessionárias pagam cerca de 30% do valor arrecadado
Dado é do Sistema de Alerta de Desmatamento do Cerrado (SAD Cerrado). Maranhão, Piauí, Bahia e Tocantins respondem por 77% da área alcançada por alertas no período
Ex-presidente participava de evento conservador e sinalizou para voto dos cristãos
O sistema de votação na Venezuela utiliza a urna eletrônica, assim como no Brasil, mas o modelo conta com o voto impresso
Logo após a decolagem um aeromoço da companhia Latam perguntou se havia algum médico para atender a mulher e Alckmin prontamente se apresentou e prestou os primeiros socorros
Daniel do Sindicato teria planejado lançar o vice de Luís Otávio, mas, aconselhado por produtores rurais, o postulante do PL teria se afastado do prefeito
Na campanha, Professor Alcides tentará esconder Vilmar Mariano, se começar a cair nas pesquisas? É provável. Mas como esconder o desgaste gigantesco do prefeito?
O presidente Emílio Garrastazu Médici (1905-1985), entrevistado no auge da popularidade, saiu-se com o seguinte brocardo: “O Brasil vai bem, mas o povo vai mal”. Esta situação continua válida, mesmo depois de passados tantos decênios desde que foi enunciada.
Quem olha o país em perspectiva tem certeza do quanto avançamos em termos econômicos. Não há comparação do Brasil de hoje com o dos anos 1970. O progresso é inegável. Somos um outro país. A evolução tecnológica trouxe modernidade material.
Se houve tanto progresso por que então o povo vai mal? Em primeiro lugar progresso não é desenvolvimento. Desenvolvimento exige a melhoria da civilidade, dos serviços públicos, da ordem e da segurança jurídica. Enfim é de qualidade de vida que se trata. A deficiente qualidade dos nossos serviços públicos e a nossa precária civilidade são as causas nosso subdesenvolvimento.
Nos últimos 40 anos a economia cresceu o equivalente ao crescimento populacional — coisa de 2% ao ano cada um. Não houve ganho substantivo. O que significa estagnação. Cresceu o PIB nacional tanto quanto a população, não houve, portanto, ganho da renda per capita . O Brasil está entre os dez maiores PIBs do mundo, mas está no 76 lugar no ranking da renda per capita.
Na corrida pela melhoria da renda per capita estamos atrás até da sofrida Argentina. Perdemos feio para os países asiáticos, que estão eliminando a pobreza. Segundo o presidente do Banco de Desenvolvimento da Ásia, Takehiko Nakao, os quatro fatores que determinaram o sucesso asiático foram: 1 — a igualdade de oportunidades por princípio; 2 — a educação por base; 3 — o livre mercado por meio; e 4 — o progresso social por fim.
Por que o Brasil está estagnado?
Ninguém responde melhor a essa pergunta do que o professor Marcos Mendes em seus livros, artigos e entrevistas. É tal a competência dele que causa surpresa ter notícia de alguém ligado ao governo brasileiro com uma visão tão lúcida das razões do nosso atraso. Ainda mais quando a lucidez vem acompanhada de um profundo conhecimento de causa. De tanto ver a mediocridade grassar entre os dirigentes ( ou pretendentes a dirigir o país), ouvir uma palestra do ex-consultor do Senado é melodia aos nossos ouvidos.
A entrevista no YouTube — “Como ideias dos anos 40 empobrecem o Brasil “ — do professor Marcos Mendes é imperdível para quem não quer perder-se entre tantas ideias equivocadas que circulam no nosso meio intelectual e político. O entrevistado com a serenidade dos sábios, sem a mínima empáfia, discorre sobre os nossos desafios ao desenvolvimento: o governo hipertrofiado, a burocracia irracional, as distorções de toda ordem — que criam subsídios que exigem outros subsídios para corrigir as disfunções…que pedem outros subsídios sem fim.
País é viciado em subsídios
Autor de inúmeros artigos e alguns livros, professor do Insper e consultor licenciado do Senado, o economista Marcos Mendes é um estudioso. É daqueles que vai ao âmago das questões para tirar as melhores conclusões. Ler e ouvir o professor Marcos, principalmente sabendo que ele é ouvido por políticos, é motivo de esperança. Esperança de que em algum momento (talvez em uma crise ) as suas ideias serão praticadas para tirar o país do triste caminho que vem trilhando.
Entre as suas boas conclusões está a de considerar o país viciado em subsídios e de que a seguir na atual trajetória de acreditar que “ gasto é vida” , prevê Marcos, estarmos caminhando novamente para uma aceleração inflacionária.
Melhor do que palavras é assistir, no YouTube — Como ideias dos anos 40 ainda empobrecem o Brasil e outras entrevistas do professor Marcos Mendes. Certamente ouvir uma voz tão abalizada vai servir como vacina contra o discurso populista dos atuais governantes.
Os 70 anos do suicídio de Getúlio Vargas e uma breve reflexão sobre a economia brasileira durante e depois de seu governo
Pode ocorrer que instituições criadas para impedir um não provado golpe de Estado de direita nos tenha colocado em risco de enfrentar um golpe de Estado de esquerda

