Uma ilha localizada no Estado de São Paulo está entre os nove lugares do mundo proibidos para visitação humana. Essas áreas são consideradas um mistério. Existem vários lugares no mundo que os humanos não podem visitar devido ao perigo, restrições legais, proteção ambiental ou razões culturais e religiosas.

Veja abaixo a lista, incluindo a ilha paulista:

  1. Ilha de Queimada Grande (Brasil) Conhecida como “Ilha das Cobras”, este local no litoral de São Paulo está infestado pela víbora da ilha dourada, uma das cobras mais venenosas do mundo. As autoridades brasileiras proibiram a entrada do público para proteger as pessoas e as espécies ameaçadas.
Ilha da Queimada ou Ilha das cobras l Foto: Wiquipédia

2. Cofre Global de Sementes de Svalbard (Noruega) Conhecida como o “Cofre do Fim do Mundo”, esta instalação na cidade de Longyearbyen armazena uma grande variedade de sementes de todo o mundo como garantia contra a perda de biodiversidade. O acesso é restrito apenas a pessoal autorizado e cientistas, garantindo a segurança e conservação das sementes armazenadas.

Cofre do fim do mundo l Foto: Reprodução

3. Santuário de Ise (Japão) O Santuário de Ise, localizado na cidade de Ise, na província de Mie, é um dos santuários mais sagrados da religião xintoísta e é dedicado à deusa Amaterasu. Apenas sacerdotes e sacerdotisas xintoístas de alto escalão, bem como membros da família imperial japonesa, podem entrar na parte mais interna do santuário. Os visitantes comuns só podem ver as estruturas exteriores.

Santuário de Ise l Foto: Redes sociais

4. Caverna de Lascaux (França) Descoberta em 1940, a Caverna de Lascaux abriga algumas das pinturas rupestres pré-históricas mais importantes do mundo. Devido à degradação causada pelo turismo e pela presença humana, as autoridades francesas fecharam a caverna ao público em 1963. Apenas um grupo muito pequeno de cientistas e investigadores tem acesso limitado para preservar as pinturas.

Caverna de Lascaux l Foto: Wiquipédia

5. Ilha Sentinela do Norte (Índia) Localizada no Oceano Índico, a Ilha Sentinela do Norte abriga a tribo Sentinelesa, um dos povos mais isolados do mundo. As autoridades indianas proibiram qualquer contato com esta tribo para proteger seu modo de vida e prevenir a introdução de doenças externas. As tentativas de aproximação à ilha foram recebidas com hostilidade, e houve relatos de ataques a visitantes.

Sentinela do Norte l Foto: Redes sociais

6. Tumba de Qin Shi Huang (China) A Tumba de Qin Shi Huang, localizada em Xi’an, é o mausoléu do primeiro imperador da China, Qin Shi Huang, famoso por seu exército de terracota. O túmulo principal do imperador permanece lacrado e inexplorado devido a preocupações de conservação e aos riscos potenciais representados pelas atuais técnicas de escavação.

Tumba de Qin Shi Huang l Foto: Redes sociais

7. Sala 39 (Coreia do Norte) A Sala 39, também conhecida como Escritório 39, é uma entidade secreta e clandestina do governo norte-coreano, criada na década de 1970. Acredita-se que esta organização opere sob a direção do Partido dos Trabalhadores Coreanos. De acordo com o governo dos EUA, a unidade secreta administra uma extensa série de empresas, instituições financeiras e esquemas de financiamento para ajudar a pagar pelos gastos do regime. Funciona há cerca de 50 anos, desde o reinado de Kim Il Sung, avô de Kim Jong-Un, e, para os analistas, é mais uma empresa familiar do que governamental.

Sala 39, também conhecida como Escritório 39 l Foto: Reprodução

8. Ilha Poveglia (Itália) A Ilha Poveglia, localizada na lagoa de Veneza, é conhecida por sua história sombria e por sua reputação como um dos lugares mais assombrados do mundo. Durante o século XIV, a ilha foi usada como local de quarentena para pacientes com peste bubônica e, mais tarde, no século XIX, tornou-se um hospital psiquiátrico onde eram praticados tratamentos cruéis e experimentais.

Ilha Poveglia, Itália. | Foto: Reprodução, redes sociais

9. Caverna de Altamira (Espanha) A Gruta de Altamira, conhecida por suas impressionantes pinturas rupestres pré-históricas, tem um regime de acesso controlado e muito limitado que permite um máximo de cinco pessoas por semana, totalizando 260 visitantes por ano, conforme estabelecido pelo Conselho Curador do Museu. Para acessar a caverna, que fica no município espanhol de Santillana del Mar, Cantábria, é utilizado um sistema de agendamento gerenciado por meio de lista de espera. Atualmente, essa lista de espera está encerrada e nenhuma nova inscrição está sendo aceita.

Gruta de Altamira l Foto: Reprodução

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