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Erros de revisão e informação em livro de Galvão Bueno

O livro de Galvão Bueno tem alguns erros de revisão e de informação. “Taxado [ta­cha­do] de maluco”. Escreve: “No final daquele ano”, mas não diz qual. Há outros problemas. “Toquei a campanhia, abriu a em­pregada, Isabel, uma portuguesa de Cabo Ver­de.” Cabo Verde, ter­ra da cantora Cesária Évora, é um país, não é mais colônia de Por­­tugal. Pode ser que se trate de uma portuguesa que teria morado, antes de trabalhar para Ayrton Senna, no país africano.

Jornalistas lançam ótimo livro sobre restaurantes e lanchonetes do Centro de Goiânia

imprensa0001As jornalistas Sonea Stivel e Darmélia Barbosa tiveram uma excelente ideia e a colocaram em livro: “Maiores de 21 — História da Gastronomia no Centro de Goiânia”. Elas listam e contam a história dos restaurantes do bairro que sobrevivem há mais de 21 anos, provando que o Centro continua vivo e muito ativo. O Centro é meu bairro preferido, o que mais contempla a diversidade social-comportamental da cidade. O livro resgata a história da ótima Lanchonete Esfiha Quente (sou habitué), do Restaurante Popular (vou sempre lá) e do Restaurante Bologna. Falta alguma coisa. Sempre falta em todos os livros. O poeta Carlos Willian Leite certamente dirá que é um pecado, quase venial, as jornalistas não terem incluído a pizzaria do chinês da Rua 7. “Trata-se da melhor pizza da cidade”, costuma dizer o bardo de Iporá. Não é bem assim. Mas a pizza é mesmo boa e, claro, há a história, sua longevidade (fica-se com a impressão de que se está numa cidade europeia ou em Buenos Aires). Passo por lá de vez em quando e como um brotinho (estou falando de pizza). O Restaurante Popular é ótimo, com clientela diversificada, inclusive estrangeiros. Um dos garçons, João da Cruz, fala inglês fluentemente; recebeu algumas dicas de uma professora (pelo menos foi o que me disse), mas acabou aprendendo sozinho. A história é devidamente contada, e muito bem, pelas jornalistas. A Esfiha Quente é o ponto de parada tanto meu quanto dos vates Valdivino Braz (a gente se encontra lá, de passagem para os sebos) e Carlos Willian e do cronista Eberth Vencio. A esfiha é mesmo de primeira — assim como os sucos e vitaminas. Às vezes, quando vou ao sebos do Juari, o Didática, e do Lúcio, o Opção Cultural, almoço uma ou duas esfihas e tomo um creme de banana com aveia ou de morango sem açúcar. Os funcionários, velhos de casa, conhecem parte dos clientes e são muito receptivos para atender. Um deles, Wesley Nunes da Conceição (há 19 anos no batente), já esteve no Faustão (no "Se vira nos 30), da TV Globo. Porque se trata da pessoa que corta laranjas, para suco, mais rápida do Brasil. É impressionante sua rapidez. Ele está trabalhando para figurar no Guiness, o Livro dos Recordes. O Bologna, todos sabem, é um restaurante italiano pioneiro. A comida continua muito boa. O livro "Maiores de 21", além de bem escrito e pesquisado, é bonito.

Doracino Naves e Clara Dawn publicam a excelente revista Raízes

imprensa0002A revista Raízes, com formato parecido ao da “Piauí”, consegue ser, ao mesmo tempo, belíssima graficamente e é dotada de excelente conteúdo editorial-cultural. Numa ótima entrevista, o professor Altair Sales diz que “o cerrado acabou”. O poeta Luiz de Aquino escreve sobre José J. Veiga. Celso Moraes F. é autor do texto “As sociedades secretas continuam secretas depois do Google?” Jonathans Medeiros diz que “a Marvel está definindo a cultura do século 21”. Os editores da revista são Doracino Naves, Clara Dawn, Wanderley da Silveira, Jonathans Medeiros e Celso Moraes F. Um timaço. Vida longa para a “Raízes”. Longuíssima.

Ministério Público Federal investiga ex-presidente Lula como suposto “lobista em chefe do Brasil”

O petista-chefe pode ter cometido crime, segundo o MPF, de tráfico de influência

Ex-soldado do Exército dos Estados Unidos lidera grupo de matadores no Brasil. Foi preso

Ex-soldado do exército norte-americano é preso em Viamão Divulgação/Brigada Militar O jornal “Zero Hora” publicou reportagem, “Ex-soldado do Exército norte-americano é preso em Viamão”, assinada por Eduardo Torres, na quinta-feira, 30. A Polícia Militar do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina prendeu quatro pessoas e apreendeu dois adolescentes, “todos catarinenses”, no distrito de Águas Claras, em Viamão. Um dos presos é David Beckhauser Santos Herold [foto acima], conhecido como o Americano. David Herold foi soldado do Exército dos Estados Unidos e, como é qualificado militarmente, é apontado como “um dos principais ‘especialistas’ do Primeiro Grupo Catarinense (PGC), facção criminosa que comanda crimes a partir das cadeias de Florianópolis, em Santa Catarina. Em outubro do ano passado, Americano foi denunciado por uma das execuções ordenadas pelo grupo”, relata o “Zero Hora”. A Brigada Militar contou que o grupo estava “criando um ponto de distribuição de drogas”. A polícia apreendeu “1,5 quilo de maconha e 10 comprimidos de ecstasy”. A facção criminosa PGC mata pessoas sob mando de traficantes de drogas em Santa Catarina e com ramificação no Rio Grande do Sul. [Foto divulgada pela Polícia Militar]

O Popular faz nova reforma ortográfica e cria o neologismo “repostas”. Numa manchete

[caption id="attachment_34222" align="alignright" width="620"]pop 30 Erro em título de reportagem sobre morte de jovem negro nos EUA | Foto: Reprodução[/caption] Mais uma nota da série “Socorro! Os editorem sumiram”: o jornalista Iuri Rincón Godinho, publisher da Contato Comunicação e ombudsman bissexto, registra que um editor de “O Popular” antecipou-se aos gramáticos e aos governos do Brasil, de Portugal, de Moçambique, de Angola e de Cabo Verde e fez uma nova reforma ortográfica sui-generis: “Baltimore à espera de repostas”. Segundo Iúri Rincón e 100% dos gramáticos e dicionaristas, fora da redação do “Pop”, a palavra “respostas” continua merecendo mais um “s”.

Rogério Durst, morto aos 54 anos, era um grande crítico de cinema

O crítico de cinema Rogério Durst morreu na quarta-feira, 29, aos 54 anos, vítima de ataque cardíaco. Ele estava internado no Hospital Beneficência Portuguesa, no Rio de Janeiro. O jornalista sofria de pancreatite, diabetes e estava se tratando de um tumor no rim. Durst começou como crítico de cinema no ex-célebre “Caderno B”, do “Jornal do Brasil”, entre 1988 e 1991. Era, entre tantos críticos, um dos melhores, um dos mais perceptivos. Em 1991, contratado por “O Globo”, colaborou na criação do caderno “InformáticaEtc”. A editora era Cora Rónai, filha do crítico, escritor e tradutor Paulo Rónai. Cora Rónai diz que Durst era bem-humorado. “Era uma época [1991] em que as pessoas não conheciam bem tecnologia, e tínhamos que aproximá-las desse universo. Rogério conseguia escrever com clareza e humor até sobre placa-mãe”, afirma a jornalista. Mas sua vocação mesmo era a crítica de cinema. Era bem informado e procurava não repetir as críticas publicadas em jornais estrangeiros e nacionais. Buscava sempre acrescentar algum detalhe, alguma informação nova sobre o filme comentado. Se dizia que o filme era bom, o cinéfilo podia confiar. Durst escreveu também na “Veja Rio”. Ultimamente, não estava em nenhuma redação — trabalhava como free-lancer. O jornalista escreveu três livros, “Madame Satã: Com o Diabo no Corpo”, de 1985; “Anjo Caído”, de 1996, e “Geração Paissandu”, de 1996. Ele era casado com Ana Beatriz e tinha uma enteada, Ana Marcela. [Foto do arquivo da família]

Biografia de Ary Valadão revela como articulou a queda de Mauro Borges e conta que tem 97 anos

O livro, de autoria do pesquisador Ubirajara Galli, sai no próximo mês

“Demissão” de Arnaldo Jabor nada tem a ver com o governo de Dilma-PT, e sim com contenção de custos

Recebo todos os dias dezenas de e-mails “garantindo” que, ao contrário do que publiquei, o colunista Arnaldo Jabor foi “demitido” do jornal “O Estado de São Paulo”, o “Estadão”, “a pedido do Palácio do Planalto”, “a pedido da presidente Dilma Rousseff” ou “devido às pressões do PT”. Nada disso é verdade. O “Estadão” demitiu Arnaldo Jabor, seu mais celebrado colunista e rei de audiência — lido por antipetistas e, também, por petistas, dada sua habilidade com as palavras; é o típico autor de textos excelentes para debates e polêmicas —, não por que tenha sido pressionado pelo governo da presidente Dilma Rousseff ou pelo PT de Rui Falcão e Lula da Silva. “O Estado de S. Paulo” demitiu — ou não renovou o contrato (não havia carteira assinada) — Arnaldo Jabor porque está numa fase de contenção de despesas e decidiu reduzir o salário dos colunistas. Há uma nova política salarial no jornal. Só isso. O ganho mensal de Arnaldo Jabor estava acima, bem acima, do novo cenário financeiro do “Estadão”. O único responsável pela “demissão” é o jornal. O próximo problema deve ser Dora Kramer, a colunista política.

Jon Jones caminha para ser o novo Mike Tyson

O peso-pesado Mike Tyson, desde Joe Louis e Muhammad Ali, era o maior fenômeno do boxe. Era “a” estrela internacional, acima de quaisquer outros boxeadores. Mas uma vida desregrada, inclusive com o consumo de drogas, encerrou sua carreira mais cedo e abalou suas finanças. Diz-se que faltaram orientações. Não faltaram. Ele, na verdade, não ouvia ninguém — era escravo absoluto do “princípio do prazer”. Tinha dinheiro sobrando e preparo de menos. O americano Jon Jones, campeão dos meio-pesados, é a maior estrela do UFC — acima do ótimo Cain Velasquez, este, um atleta aparentemente introvertido, que, se ganhar de Fabrício Werdum, passa a ocupar o espaço do espetacular meio-pesado, agora suspenso por tempo indeterminado. Não cabe a mim ditar como uma pessoa deve se comportar ou não. Não sou patrulheiro de comportamento. Desde que não prejudiquem a sociedade, os indivíduos têm o direito de fazer o que quiserem com suas vidas — inclusive usar drogas e ingerir bebidas alcoólicas. Porém, no caso de Jon Jones, há dois problemas. Primeiro, Jon Jones é atleta de uma organização que tem regras. Não é legal lutar dopado. O campeoníssimo usou cocaína e foi pego num exame antidoping. O chefão Dana White só não foi duro com o pupilo porque se trata de um campeão fundamental para o sucesso financeiro do UFC. Se fosse outro lutador, como sugeriu Phil “Mr. Wonderful” Davis, teria sido suspenso por um longo tempo. Divulgou-se que Jon Jones faria um tratamento, mas não se sabe se fez. É muito difícil livrar-se das drogas. Os Estados Unidos são a meca das drogas — cocaína, heroína, maconha, entre outras menos citadas. Segundo, a vida pessoal de Jon Jones começa a afetar outras pessoas. Ele não deu a mínima para um sinal vermelho e acabou batendo no automóvel de outra pessoa e quebrou o braço de uma mulher grávida. Poderia tê-la matado. Ele fugiu, abandonou o automóvel, que havia alugado, não deu nenhuma assistência à vítima. Depois da fuga, voltou apenas para pegar dinheiro que havia deixado no carro. A polícia encontrou maconha no veículo. Jon Jones pode ter levado, junto com o dinheiro, a cocaína. O que tudo isto sugere? Que alguma coisa errada está acontecendo na vida pessoal de Jon Jones. Possivelmente, consumo excessivo e combinado de cocaína e álcool.

O Popular diz que sequestrado é também o sequestrador. Socorro! Os editores sumiram

A reportagem “Tornozeleira não inibiu ação de sequestradores” (quarta-feira, 29), de “O Popular”, assinada pelo jornalista Vandré Abreu, reinstala o samba do crioulo doido na redação. Leia este trecho e tire suas conclusões: “O líder da quadrilha, Paulo Antônio Batista Filho [foto acima], de 22 anos, identificado como Fábio Junio Ferreira da Silva, era monitorado pela Justiça via tornozeleira eletrônica até o início desde, quando ele rompeu o equipamento”. Como se sabe fora da redação do jornal, Paulo Antônio Batista Filho e Fábio Junio Ferreira da Silva não são a mesma pessoa. Pelo contrário, Fábio Júnior é, tudo indica, o articulador do sequestro de Paulo Antônio. O erro surpreende, pois Vandré Abreu é um dos repórteres do primeiro time do jornal. Os leitores, se quiserem, podem gritar: “Socorro! Os editores sumiram”. Se não sumiram, estão dormindo. Veja abaixo: opopular-print

Morre Andrew Lesnie, diretor de fotografia da trilogia O Senhor dos Anéis

O diretor de fotografia da trilogia “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”, Andrew Lesnie, morreu na segunda-feira, 27, aos 59 anos, de infarto. Ele ganhou o Oscar pelo primeiro filme da série — “A Sociedade do Anel”. Os filmes foram dirigidos Peter Jackson. O ator Russell Crowe, amigo do diretor de fotografia, com o qual trabalhou (“O Mestre dos Mares”), “foi um dos primeiros a divulgar a notícia”, segundo o jornal “La Vanguardia”. Andrew Lesnie era um diretor experimentado, com forte atuação na Austrália e na Nova Zelândia. Chegou a filmar “O Regresso”, documentário sobre a volta do ator Arnold Schwarzenegger ao fisiculturismo. O sucesso de Andrew Lesnie começou com “Mad Max 2”, de George Miller. Mas o reconhecimento internacional chegou com os filmes dirigidos por Peter Jackson, a partir de 2002, com “A Sociedade do Anel”. Ele e Peter Jackson trabalharam juntos em “King Kong” e em “Um Olhar do Paraíso”.

Demétrio Magnoli diz que PT é partido de direita e que Dilma não deve sofrer impeachment

O doutor em geografia e especialista em política internacional disse no “Roda Viva”, da TV Cultura, que a sigla da presidente tem cooptado políticos considerados conservadores

Imperdível. Rádio Super Tupi contrata o narrador esportivo José Carlos Araújo, o Garotinho

garotinho-apolinho-tupi Nasci no início da década de 1960, quando o rádio era dominante na minha cidade, Porangatu, no Norte de Goiás. Ouvia jogos — principalmente do Santos e do Fluminense — pelo rádio. Grandes narradores eram Waldir Amaral, Jorge Cury, Antônio Porto, Fiori Gigliotti e, depois, José Carlos Araújo. O comentarista de arbitragem era Mário Vianna, com dois “enes”, como éramos alertados. “Ladrão!”, diz o rigoroso crítico. Todos eram estrelas da Rádio Globo (a mais ouvida na minha cidade — daí tantos torcedores locais dos clubes do Rio de Janeiro, sobretudo Flamengo, Fluminense, Vasco e Botafogo). O rádio empolgava e vibrávamos com a emoção produzida pelos jogadores e, sobretudo, pelos narradores. Em Goiás, quando posso, ouço o Edson Rodrigues — craquíssimo. Na terça-feira, 28, leio no site Comunique-se que José Carlos Araújo voltará a narrar jogos, na Super Rádio Tupi, do Rio de Janeiro, a partir de domingo, 3. O Garotinho era apresentado assim, com uma voz meio cantada: “José Carlos Araújo”. E ele dizia, entusiasmando quem o ouvia: “Voltei!”. Nós, ouvintes, voltávamos com ele — empolgadíssimos. Fazem parte da equipe o comentarista Gerson Canhota e o repórter e apresentador Gilson Ricardo. Vasco x Botafogo, na voz do Garotinho, certamente se tornará mais do que um clássico. Será um jogaço, se não no campo, pelo menos no rádio. Preciso descobrir, urgente, como ouvir jogos na Super Rádio Tupi. Garotinho, de 76 anos, será “o narrador principal na emissora carioca”, informa Anderson Cheni, no site Comunique (http://portal.comunique-se.com.br/index.php/artigos-colunas/77092-jose-carlos-araujo-assina-com-a-super-radio-tupi). Washington Rodrigues, “principal comentarista da rádio”, é um dos responsáveis pela contratação de José Carlos Araújo. Recomendo que o leitor observe a fotografia de Garotinho. Quase faz jus ao apelido. [Na foto acima, Washington "Apolinho" Rodrigues e José Carlos Araújo. Divulgação]

Antonio Abujamra, que morreu nesta terça, trouxe Brecht, Wesker e Pinter para o Brasil

O diretor e ator de teatro Antonio Abujamra, apresentador do programa de entrevistas “Provocações”, da TV Cultura, morreu na manhã de terça-feira, 28, em São Paulo. Ele tinha 82 anos. Foi encontrado morto, possivelmente de infarto. Formado em Filosofia e Jornalismo, Abujamra, o Abu, era sobretudo um homem culto, criativo e produtivo. Estudou teatro Madri, Paris e Berlim. Principal responsável pela adoção dos métodos teatrais de Bertolt Brecht e Roger Planchon no Brasil, Abujamra montou “O Marinheiro”, de Fernando Pessoa, “O Caso das Petúnias”, de Tennessee Williams, e “A Cantora Careca” e “A Lição”, de Eugène Ionesco. Profissionalmente, estreou com a peça “Raízes”, de Arnold Wesker. Diretor inquieto, sempre atento aos ventos da renovação, adaptou Harold Pinter no Brasil; por exemplo, “O Encarregado”. Com “Um Certo Hamlet” — com as atrizes Cláudia Abreu e Vera Holtz no elenco —, Abujamra ganhou o Prêmio Molière. Ganhou o Prêmio Shell de 1977 com “O Casamento”. Abujamra, polêmico e cortante, dizia sempre: “Sem humor, não dá”. Aos que o incomodavam com problemas de escassa importância, secava: “Por favor, não vamos tropeçar em palitos de fósforo”. Sua montagem de “Antígona”, com Glauce Rocha, enfrentou problemas com a censura. A censura vetou suas peças “O Berço do Herói”, de Dias Gomes, em 1965, e “Abajur Lilás”, de Plínio Marques, em 1975. Ele era tão desbocado quanto Plínio Marques. Como ator, Abumjara atuou nas novelas “Que rei sou eu?” (era o bruxo Ravengar), da TV Globo, e “Os Ossos do Barão”, do SBT.