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Ele também afirma que houve um desentendimento entre diretora e assessor, que foi exonerado por ter agredido servidora
Prefeito é acusado de pagar propina para que vereadores votassem favoravelmente em projetos de seu interesse

Na noite de quarta-feira, 14, a Câmara Municipal de Augustinópolis decidiu, em votação unânime, cassar o mandato do prefeito Júlio Oliveira (PRB). O gestor é acusado de pagar propina a parlamentares para aprovar matérias de interesse do município. Na mesma data, os vereadores realizaram outra sessão para empossar o vice-prefeito, Vanderlei Arruda (PRB), à frente do Executivo.
O processo de cassação de Oliveira foi aberto após a “Operação Perfídia”, comandada pela Polícia Civil do Tocantins, que chegou a prender temporariamente dez dentre os onze membros da Câmara, em razão do suposto esquema de propina – que movimentava R$ 40 mil mensalmente, segundo o MPE – para a aprovação de projetos de lei do Executivo.
À época, os vereadores Antônio Silva Feitosa (PTB), Maria Luisa de Jesus do Nascimento (PP), Antônio Barbosa Sousa (SD), Antônio José Queiroz dos Santos (PSB), Edvan Neves Conceição (MDB), Ozeas Gomes Teixeira (PR), Francinildo Lopes Soares (PSDB), Angela Maria Silva Araújo de Oliveira (PSDB), Marcos Pereira de Alencar (PRB) e Wagner Mariano Uchôa Lima (MDB) foram afastados dos cargos pela Justiça. Desta forma, os votos para cassar Júlio Oliveira foram dos suplentes empossados após a decisão judicial.
O presidente da Casa de Leis, Cícero Moutinho (PR), lamentou o episódio, enfatizando que “a Câmara não poderia ficar omissa à situação, a sociedade cobrou isso dos vereadores.” O presidente também se manifestou sobre o “descaso” com que prefeito cassado tratou o processo de cassação, uma vez que, apesar de ter sido notificado e convocado, não compareceu à sessão e sequer estava na cidade de Augustinópolis no dia da sessão de julgamento.
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Servidores integraram grupo de 3,1 mil que tiveram vínculos com o Estado encerrados no dia 28 de fevereiro. Recondução do restante não está descartada

O Governo de Goiás renomeou cerca de 2,1 mil servidores comissionados após o fim do vínculo de 3.114 deles no dia 28 de fevereiro. A informação foi confirmada pela Assessoria de Comunicação da Secretaria Estadual de Administração (Sead), na manhã desta quinta-feira, 13, em nota enviada ao Jornal Opção. De acordo com o órgão, “70% dos servidores comissionados que teriam seu vínculo encerrado no dia 28 de fevereiro de 2019 foram reconduzidos aos órgãos em que já estavam lotados”.
A recontratação dos demais não foi descartada pela Sead, que não informou os órgãos de destinos dos comissionados. “As vagas remanescentes poderão ser preenchidas, de forma gradativa, respeitando o compromisso de uma gestão responsável e com foco na prestação de um serviço público de qualidade pelo Governo de Goiás”, diz a nota.
Em fevereiro, o Governo de Goiás havia informado ao Jornal Opção que a determinação era a de cortar linearmente em 30% o número de comissionados na folha do Estado. Em janeiro, havia 6.891 comissionados, ao custo de R$ 28,5 milhões. Em fevereiro, foram 3,8 mil, com gasto de R$ 15,3 milhões.
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Secretário da Agricultura, Pecuária e Aquicultura participa de encontro que discute estratégias para o setor, em Brasília

O secretário da Agricultura, Pecuária e Aquicultura do Tocantins (Seagro), César Halum (PRB), está participando da 55ª Assembleia Geral Ordinária da Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer), em Brasília. O evento, que começou na quarta-feira, 13, termina nesta quinta-feira, 14, na sede da entidade.
A assembleia tem o objetivo de apresentar os dirigentes das entidades, promover a integração entre todas as unidades da federação e aprimorar o relacionamento com os novos dirigentes do Ministério da Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Aquicultura (Mapa).
Durante o evento, o secretário enfatizou a importância da Asbraer, diante das dificuldades que todos os estados da federação estão passando. “A Asbraer é o nosso braço forte, a nossa sobrevivência. Essa integração e interação de informações são fundamentais para o desenvolvimento de nossas atividades, considerando a realidade de cada unidade federativa”, disse Halum.
O gestor ressaltou que, apesar do Estado ser pequeno, sua localização geográfica é excelente e destacou o avanço da pecuária e da agricultura do Tocantins a partir da implantação do Programa ABC, integração lavoura, pecuária e floresta. “A agricultura avançou muito, hoje temos 1,5 milhão de área plantada nos possibilitando colher cerca de 5 milhões de toneladas. Portanto, o Tocantins vai procurando fazer o dever de casa, por isso precisamos muito desse relacionamento, dessa integração com as instituições que representam o agronegócio”, afirmou.
Agrotins
Ao final do seu pronunciamento, o gestor tocantinense frisou que o Tocantins é o corredor de exportação, no Norte do Brasil, ligando o Sul ao Norte do país. Ao ensejo, ele convidou todos os estados da federação para participarem da Agrotins 2019, que acontecerá de 07 a 11 de maio, no Centro Agrotecnológico de Palmas.
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