Luto

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Luto na música
Adriano Muniz é encontrado sem vida em apartamento; família pede respeito e nega rumores de suicídio

Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), equipes foram acionadas após vizinhos relatarem que o artista não atendia à porta havia alguns dias

LUTO
Morre Luiz Carlini, guitarrista parceiro de Rita Lee, aos 73 anos

Parceiro histórico de Rita Lee e líder da banda Tutti Frutti, músico participou de mais de 400 discos e marcou gerações com solos icônicos como o de “Ovelha Negra”

Luto na imprensa
Morre Ted Turner, fundador da CNN, aos 87 anos

Em nota, o presidente e CEO da CNN Worldwide, Mark Thompson, destacou o legado do empresário

Gerente do Panela Mágica morre aos 44 anos em Goiânia

Osvaldo Araújo enfrentava pneumonia grave; morte gera comoção e homenagens de clientes e equipe

LUTO
Morre Ridoval Chiareloto, ex-presidente da Codego e da Acia, aos 81 anos

Ex-presidente da Acia e ex-secretário estadual, ele teve atuação decisiva na industrialização do município e na articulação do setor produtivo em Goiás

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Delegado goiano é encontrado morto dentro de casa no interior do Piauí

Causas da morte e as circunstâncias do caso ainda não foram divulgadas pelas autoridades

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Morre Irmã Rita Cecília, médica e ex-diretora da Santa Casa de Anápolis

Religiosa franciscana teve atuação marcante na gestão hospitalar, na formação médica e em projetos sociais ligados à saúde no município

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Morre José Frejat, ex-deputado federal pelo Rio e pai do cantor Frejat

Causa da morte, por enquanto, permanece um detalhe íntimo da família

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Legado de fé, trabalho e pioneirismo: a trajetória de Aldo João da Silva em Goiânia

Poucos dias após a morte do empresário Aldo João da Silva, aos 84 anos, em março, histórias sobre sua trajetória continuam ecoando entre familiares, amigos, clientes e membros de diferentes comunidades em Goiânia. Mais do que um nome conhecido no setor de embalagens, Aldo construiu uma história marcada pela persistência, pela fé e pela capacidade de transformar oportunidades em legado.

Filha mais velha, Andréia Krawczyk relembra que o caminho do pai começou de forma simples — e desafiadora. Natural do interior de Goiás, ele deixou a vida na roça ainda jovem, aos 18 anos, em busca de melhores condições na capital.

“Ele começou como entregador de bicicleta. Foi assim que tudo começou”, conta.

De entregador a pioneiro no Centro-Oeste

A trajetória de Aldo João da Silva se confunde com o desenvolvimento de um setor ainda inexistente na Goiânia da época. Após se formar em Ciências Contábeis, ele identificou uma lacuna no mercado: a ausência de empresas especializadas em embalagens.

A ideia surgiu de forma quase casual, a partir de conversas com vendedores que viajavam para outras cidades em busca de mercadorias.

“Disseram pra ele que não existia loja de embalagens em Goiânia e que as pessoas precisavam ir até São Paulo para comprar. Foi aí que ele decidiu abrir a empresa”, relata a filha.

Em 7 de setembro de 1971, nasceu a Embalagens Tocantins — iniciativa que ajudou a estruturar o setor na região e consolidou Aldo como um dos pioneiros no ramo no Centro-Oeste. Ao longo de décadas, a empresa se tornou referência no comércio local, mantendo atuação contínua e relacionamento próximo com clientes.

Mesmo durante o tratamento contra o câncer, Aldo manteve sua rotina.

“Ele fazia quimioterapia e depois ia para a loja. Às vezes, ficava no caixa no horário de almoço. Ele viveu o trabalho até o fim”, lembra Andréia.

Fé como princípio e motor de vida

Mais do que o empreendedorismo, a fé foi o eixo central da vida de Aldo. Segundo a família, era ela que sustentava sua persistência diante das dificuldades.

“Ele nunca perdeu a esperança. A fé fazia com que ele continuasse, mesmo nos momentos mais difíceis”, afirma a filha.

A espiritualidade se manifestava também em hábitos cotidianos. Aldo mantinha orações diárias e fazia questão de agradecer não apenas pela família, mas também pelos colaboradores — passados, presentes e futuros.

Esse valor, segundo Andréia, é um dos maiores legados deixados pelo pai: a capacidade de reconhecer que nenhuma trajetória é construída sozinho.

Atuação comunitária e presença marcante

A vida de Aldo João da Silva extrapolou os limites do mundo empresarial. Ele foi presença constante em diferentes espaços sociais, religiosos e culturais da capital.

Na Igreja Matriz de Campinas, participou por mais de quatro décadas do Encontro de Casais, onde atuou na organização e coordenação de atividades.

“Ele nunca deixou de participar, nem durante o tratamento”, relembra Andréia.

Na maçonaria, alcançou o grau 33 — o mais elevado — e exerceu funções importantes nos chamados graus filosóficos, com atuação reconhecida no estado de Goiás.

Já na comunidade polonesa, teve papel decisivo na organização dos tradicionais encontros anuais, que reúnem descendentes e representantes diplomáticos, fortalecendo laços culturais e identitários.

Escrita como extensão da história

Aldo também registrou parte de sua trajetória e de suas crenças em livros. Entre as obras publicadas estão:

  • “João Firmino e Sebastião Nauro: uma história de amor, fé e trabalho”
  • “Palácio Maçônico Mário Behring”

As publicações refletem valores que marcaram sua vida: espiritualidade, dedicação e compromisso com a comunidade.

Um legado que permanece

Uma semana após a morte, a família afirma viver um sentimento inesperado: paz.

“É uma paz que vem da vida que ele teve. Do que ele construiu e do que ele ensinou”, diz Andréia.

Aldo João da Silva deixa esposa, três filhos, cinco netos e uma trajetória que atravessa gerações — não apenas no setor empresarial, mas nas relações humanas que cultivou ao longo de décadas.

Seu legado permanece vivo na empresa que fundou, nas comunidades que ajudou a fortalecer e, sobretudo, nos valores que transmitiu: fé, esperança e persistência.

Leia também: Empresário Aldo João da Silva morre aos 84 anos em Goiânia

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