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Ifag detalha cronograma de obras de pavimentação de rodovias estaduais com recursos do Fundeinfra
Lula atacou diretamente Israel, um importante aliado dos norte-americanos no Oriente Médio, que agora está em guerra contra um grupo de extremistas que assassinou e estuprou parte de seus cidadãos
Mulheres vivem em constante alerta sob o jugo da violência masculina
O aumento da dívida pública, aliado a fatores externos como tarifas dos EUA e a necessidade de diversificação de mercados, pressiona o crescimento do Brasil e exige estratégias fiscais e diplomáticas do governo Lula.
Enquanto o Congresso quer discutir o crime em urgência, deputado federal investigado segue impune
O aborto seguro não deixa de carregar o peso da morte, mas é um pedido por vida
O paço é um monumento ao caos. Sandro Mabel planeja reformar o local; proposta em momento de crise dependerá de criatividade e parcerias com iniciativa privada
É inútil fazer discursinho bonito se quem tem o poder não age para mudar a situação que ele expôs. É preciso cobrar, e com urgência, a regulamentação das redes
No meio de uma confusão, um grupo de deputados, e uma ministra se encontraram para comemorar a prisão domiciliar de Bolsonaro
O SUS e o Samu de Goiânia enfrentam sérios desafios, com impacto direto na qualidade do atendimento à população.
Oposição decidiu travar a pauta legislativa como forma de pressionar pela votação do polêmico PL da Anistia
Na noite desta terça-feira e madrugada de quarta, 6, deputados da oposição de extrema-direita acamparam na Câmara com o objetivo explícito de impedir a abertura da sessão
Eduardo Bolsonaro ataca Moraes e clama por perseguição política após prisão do pai, esquecendo seu passado punitivista
O presidente Donald Trump não entrou em seu segundo mandato com o objetivo de governar os Estados Unidos, e sim de se vingar dos que ele acusa de ter o perseguido, no caso, tudo e todos. Pode parecer uma manifestação de quem enxerga o mandatário como o grande vilão da humanidade, mas não se trata de uma visão enviesada nesse sentido. O republicano ataca tudo e todos como se a dinâmica do mundo fosse reduzida aos velhos hábitos intervencionistas de ser contra ou favor de algo que ele aprecia, ou que ele acha importante.
Não que os norte-americanos tenham vivido uma lógica muito diferente nessas últimas décadas, mas deve-se acentuar que o intervencionismo, seja ele externo ou interno, estava super fora de moda, até entre próprios governos tidos como socialistas e comunistas de hoje em dia. O fato é que a figura do Estado, em muitos aspectos, perdeu sua relevância até entre os veneradores da religião estatal. No sentido que, aos poucos, e gradativamente, o intervencionismo foi bastante reduzido se compararmos com os regimes extremos do século XX, claro.
Não se deve compreender isso de forma radical. Não é que o Estado não exerceu funções desde o fim da União Soviética, em 1991, um marco de um ciclo do estatismo mais rígido. E, nem mesmo, deve-se entender o período citado como o fim das autocracias no mundo, somente que, naquele momento, se encerrou um forte ciclo de intervenções.
No entanto, com o retorno de Trump ao Poder, o nacionalismo retornou com força, e com um elemento que poucos estão comentando: o incentivo às outras nações a se comportarem da mesma forma. Nesse sentido, se os americanos são conhecidos por lançar tendências ao mundo, relançou uma que há muito o mundo havia se esquecido, de uma forma geral,, ao menos uns 35 anos.
E o motivo, é mais simples do que se parece: ele quer se vingar pela eleição presidencial que perdeu, dos processos judiciais que respondeu e da retaliação midiática que sucedeu desses episódios. Principalmente dos que ele julga ter colaborado para o resultado, que elevou o democrata Joe Biden a líder do país: seja nação, instituição, grupo de pessoas ou indivíduos isolados.
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