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Depois de passar pelo carnaval de Recife e de Salvador, estive no Rio de Janeiro, na Sapucaí.Tiv (2)
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Acadêmicos de Niterói fez propaganda eleitoral para Lula 

Lula acompanhou o desfile do camarote da Prefeitura do Rio, ao lado de Janja, ministros e aliados como Eduardo Paes

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O engajamento redefiniu a relevância política

A arquitetura das redes sociais alterou o perfil do poder no Brasil, deslocando o centro da disputa do plenário para a engenharia da atenção

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Carnaval não é o vilão: a falsa escolha entre cultura e saúde

Carnaval não é um capricho, nem uma frivolidade financiada por dinheiro “jogado fora”

O Cristo do Brasileiro é o Povo Negro

Precisamos conhecer nossos herois e heroínas, que muitas vezes não tem nome

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Epstein não é exceção: é o retrato de uma cultura que normaliza a violência

Quando poder, silêncio e prestígio se combinam para transformar abuso em ruído de fundo

LiberdadeDeExpressao
O incômodo não é a opinião dos jovens, é o fato de eles terem voz

Quando a idade vira argumento e a juventude deixa de ser promessa para virar voz

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O show de Bad Bunny e o Super Bowl cada vez mais globalizado

O astro porto-riquenho transformou o intervalo mais famoso do esporte americano em um palco de identidade latina

Esquerda e direita: a Justiça teve que lidar com a polarização de forças
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Polarização institucionalizada: quando a divisão deixa de ser ruído e vira estratégia

Radicalização política se consolida como método eleitoral e ameaça o debate democrático no Brasil

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IA sem humanos: o novo território da desinformação

A nova rede de chatbots revela avanço tecnológico, mas também um espelho desconfortável da nossa solidão digital

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CPMI do INSS: o que levou a base governista a proteger Lulinha?

Diante de uma acusação dessa gravidade, o caminho natural em uma democracia madura seria ouvir o citado, esclarecer os fatos e permitir que a investigação seguisse seu curso com total transparência

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Quando o ajuste é sempre para cima, e nunca para quem paga a conta

Cada decisão como essa aprofunda o abismo entre representantes e representados

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A morte de Orelha e o oportunismo político disfarçado de indignação

Tragédia animal vira combustível para ofensiva política contra o Judiciário e os direitos fundamentais disfarçados de Justiça

INVERSÃO DE VALORES
Brasil: o país onde a ciência não é tratada como investimento, mas, sim, como “algo supérfluo”

Na última semana, uma descoberta em solo brasileiro tem proporcionado um avanço científico no campo da Medicina, levando esperança para que pessoas tetraplégicas possam voltar a andar. Isso acontece graças à polilaminina, que é um composto capaz de estimular a reconexão de neurônios que foram danificados na medula espinhal. 

A polilaminina é uma molécula experimental desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, que é professora de Biologia da Matriz Extracelular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ela foi obtida por meio de proteínas extraídas da placenta humana e aplicada diretamente na região lesionada. Com isso, levanta-se a possibilidade de estimular a regeneração dos circuitos nervosos e restaurar funções que estavam perdidas.

A descoberta pode render o Prêmio Nobel de Medicina para ela e também ao Brasil, algo que seria inédito. Há quem pense que uma pesquisa dessa é algo simples de ser feito, mas não é. Essa pesquisa, especificamente, demorou 30 anos. A ciência mais uma vez surpreende de maneira positiva ao proporcionar avanços para a sociedade. 

Mas, infelizmente, o Brasil conta com uma realidade que chega a ser cruel com quem dedica anos a uma pesquisa para se ter um resultado efetivo: a falta de um orçamento digno. Exatamente! Recursos voltados para a ciência e para as universidades - que são o ponto de partida para pesquisa científica - estão cada vez mais escassos através de cortes, o que pode impactar no desenvolvimento de estudos importantes para vários segmentos. 

Com a aprovação do orçamento federal para este ano, os orçamentos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) sofreram reduções de R$ 359,3 milhões e R$ 92,4 milhões, respectivamente, em relação à proposta original, o que representa uma queda superior a 7% em termos reais quando comparado a 2025. 

Além disso, as universidades federais enfrentarão uma diminuição de R$ 488 milhões em seus recursos discricionários, comprometendo o funcionamento das instituições, a manutenção da infraestrutura, a assistência estudantil e as atividades de ensino, pesquisa e extensão.

Os pesquisadores vinculados ao Programa Conhecimento Brasil precisaram fazer uma nota conjunta para falar o óbvio: essas medidas ameaçam a continuidade de projetos científicos, assim como a permanência de estudantes e pesquisadores no sistema nacional de ciência e os esforços de internacionalização da pesquisa brasileira.

Ao mesmo tempo, o orçamento traz o aumento dos valores destinados às emendas parlamentares, que alcançarão R$ 61 bilhões, além do aumento do Fundo Eleitoral, de R$ 1 bilhão para R$ 4,9 bilhões, apontando uma inversão de prioridades incompatível com um projeto de desenvolvimento baseado em conhecimento, inovação e redução das desigualdades.

A situação só destaca o abismo existente entre Brasil e valorização da ciência. Situações como essa mostram que os governantes deveriam sentir vergonha de retirar dinheiro de uma área que salva e pode transformar vidas, como o exemplo mostrado no início deste texto.

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O que Werther de Goethe tem a nos ensinar sobre política

O romance também nos mostra o choque entre o indivíduo e as instituições

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Crítica
Por que odiei amar ‘Marty Supreme’

Na última semana, fui ao cinema para assistir à produção e confirmar a origem do "hype". Saí da sala xingando e reclamando. Não porque o filme é ruim. Pelo contrário