Bastidores
[caption id="attachment_74978" align="aligncenter" width="620"]
Léo Pinheiro | Foto: Agência Brasil[/caption]
As delações da OAS, especialmente do ex-mandachuva Leo Pinheiro, podem atingir o senador Ronaldo Caiado? Não se sabe. Até agora, não há nada consistente contra o presidente do DEM em Goiás.
O justo é esperar e não apontar suspeitas de maneira antecipada. Insinuações podem queimar as pessoas; portanto, não devem ser feitas. E, aliás, citações não significam “culpa” formalizada. Suspeitos e acusados têm o direito de se defender.
A expectativa, na Bahia, é que a delação da OAS, e não apenas a de Leo Pinheiro, chegue perto do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), aliado de Ronaldo Caiado. Ser aliado, por sinal, não quer dizer vinculação financeira.
De um aliado da deputada federal Magda Mofatto (PR): “O prefeito de Caldas Novas, Evandro Magal, não tem coragem de disputar mandato de deputado federal. O líder do PP tem dinheiro, porque é muito rico, e o grupo Privê o financia, mas não tem o principal: voto. Já Magda tem voto, tanto que pode disputar a reeleição ou mandato de senadora”.
O prefeito de Caldas Novas, segundo um aliado de Magda Mofatto, governa mais para o Grupo Privê do que para o povo da cidade
O verdadeiro discípulo de Zé Gomes da Rocha é Gugu Nader, que é popular e acessível
O jornal do Grupo Jaime Câmara mal percebe que o prefeito de Goiânia, Iris Rezende, é citado pela Lava Jato
O dono de Delta Construções, Fernando Cavendish, vai revelar uma história de uma suposta propina concedida a um prefeito goiano? Não se sabe.
O que se comenta é que o suposto esquema era o seguinte: repassavam 200 mil reais todo mês para o político, que repassava o dinheiro para a construtora que construiu o edifício no qual o “suspeito” é dono de um apartamento, no Setor Marista.
A influência de Cavendish era tanta que até um secretário foi nomeado por indicação de um diretor da Delta em Goiás.
Vilmar Rocha e Virmondes Cruvinel dizem que a entrada do tucano na política nacional não agrada muito gente
[caption id="attachment_92434" align="aligncenter" width="620"]
Virmondes Cruvinel, Vilmar Rocha e Marconi Perillo | Fotos: Alego e governo de Goiás[/caption]
O secretário das Cidades e Meio Ambiente, Vilmar Rocha (PSD), e o deputado estadual Virmondes Cruvinel (PPS) estiveram com o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e dizem que o encontraram “tranquilo”. Ele tem afirmado que está convicto de que não terá nenhum problema com as menções dos delatores da Odebrecht.
“O que se percebe é que não perdoam o sucesso político de Marconi Perillo”, afirma Vilmar Rocha. “É preciso enfrentá-lo em eleições limpas”, acrescenta. “A entrada do jovem tucano na política nacional incomoda muita gente.”
Virmondes Cruvinel diz que Marconi Perillo “é um fenômeno político que, agigantado, não cabe mais em Goiás. Ele é um político nacional e isto sempre incomoda muito. Mas seu destino é o Brasil”.
[caption id="attachment_91862" align="aligncenter" width="620"]
Marconi visita obra no Entorno | Foto: Wagnas Cabral[/caption]
No mês de maio, o governador Marconi Perillo vai visitar os quatro cantos do Estado de Goiás. Ele vai assinar convênios com os prefeitos, vistoriar as principais obras e vai lançar várias outras em todo o Estado. O clima é de otimismo. O tucano-chefe diz aos integrantes de sua equipe que quer um governo pra frente, com uma agenda positiva. Agendas negativas, artificiais, devem ser combatidas com agendas positivas, reais.
O empresário, um dos pioneiros do setor de informática em Goiás, morreu no aeroporto de Cuiabá, no Mato Grosso
Geraldo Caixeta é visto como excessivamente marconista e elitonista
A senadora, citada como tendo recebido dinheiro da Odebrecht, não tem o aval de “seu” partido, o PMDB, para disputar o governo do Estado
O presidente do partido afirma que é cedo para definir a chapa majoritária, mas frisa que vai permanecer na base do governador Marconi Perillo
Defesas de delatados na Lava Jato alegam que o ministro não tem competência legal para investigar as citações
Deputado poderá ocupar inicialmente a secretaria em que está Sandes Júnior e, em seguida, assumirá a secretaria que será central nas ações do governo
Desde final do ano passado, Cremego vem acompanhando elaboração de edital para chamamento de prestadores de serviço

