Bastidores
Dois fatos contribuíram para pacificar a base aliada. Primeiro, dados os ajustes na máquina, o governo de Marconi Perillo conseguiu um feito: está pagando servidores e fornecedores e faz obras. As decisões acertadas e feitas na hora certa impediram que Goiás se tornasse Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, estados que estão mais quebrados do que arroz de terceira.
O segundo fato é o Goiás na Frente — e, como dizem os prefeitos, “A Oposição Para Trás” —, que, além de contribuir para a unir a base, deu discurso aos políticos: o governo, mesmo na crise, trabalha e, mais, ajuda os municípios. Por isso, em vez de debandada na base aliada de Marconi Perillo, o que se vê é uma debandada de prefeitos da oposição para o lado governista. Quem viver, se quiser, verá.
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Joesley Batista durante depoimento à PGR | Foto: Reprodução[/caption]
Nos últimos anos, Joesley Batista, da JBS, andava tão ousado que, segundo a “Exame”, publicação da Editora Abril, ao desligar o telefone, dizia aos que estavam próximos: “Estava comprando dois deputados”. Pode-se dizer, até, que funcionava como “gato”, ou seja, intermediário, pois o dinheiro era, por vezes, do setor público.
O ex-prefeito de Piracanjuba Ricardo Pina é o novo chefe de gabinete do presidente da Agetop, Jayme Rincón.
Ricardo Pina mantém excelente relacionamento com os prefeitos goianos.
O tucano Marconi Perillo foi o único governador convidado para o jantar em homenagem ao aniversário do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, na sexta-feira, 2. O presidente da República, Michel Temer, e mais 37 políticos foram convidados.
Ao apoiar a permanência do presidente Michel Temer, o governador de Goiás, Marconi Perillo, mostra que é, sobretudo, um político de coragem e nada populista.
As principais publicações do país procuram ouvir o governador Marconi Perillo sobre a crise nacional. Repórteres dizem que o tucano sempre tem algo a dizer de interessante e, ao mesmo tempo, é posicionado, não fica em cima do muro. É uma fonte em “off” e em “on”.
O goiano José Vitti mostra força política ao ser eleito, de maneira unânime, para comandar o Colegiado Nacional de Presidentes de Assembleias, em Foz do Iguaçu, no Paraná.
O presidente da Assembleia Legislativa de Goiás articula encontro do Colegiado, em Goiânia, no início do segundo semestre.
O deputado Alexandre Baldy afirma que José Eliton e Daniel Vilela são bons nomes para o governo e sublinha que falta de estrutura partidária prejudica projeto de Ronaldo Caiado
Aviso aos argonautas: Fernando Navarrete deixou a Secretaria da Fazenda, mas não para assumir cargo de desembargador no Tribunal de Justiça. Afinal, como ele disse, não tem cinco anos ininterruptos de advocacia, dados os cargos que ocupou na estrutura do Estado. Decente, o advogado Fernando Navarrete não faz barganhas e é um homem público de ação irretocável. Aos repórteres que não se informam — ou são apóstolos da má-fé —, uma informação: a decisão de pagar os servidores da Justiça (a conversão da remuneração de cruzeiro real para unidade real de valores) deriva de uma decisão judicial, não de um favor feito pelo governo ou por Fernando Navarrete.
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Foto: Divulgação[/caption]
Há quem aposte que José Eliton, do PSDB, e Daniel Vilela, do PMDB, vão subir no mesmo palanque em 2018. Vale frisar que, apesar dos percalços, PSDB e PMDB provavelmente estarão juntos no plano nacional em 2018.
O ex-prefeito de Goiânia tem reclamado que os petistas, com e sem mandato, não o defendem das críticas de Iris Rezende e aliados
De um deputado: “O deputado Waldir Delegado Soares esteve no evento no Lide em Goiânia, na sexta-feira, 9, mas não despertou a atenção das pessoas. Antes, quando aparecia, era um frenesi”. O problema nem é mesmo de Waldir Soares. Deputados no primeiro mandato dificilmente conseguem fazer muita coisa e, por isso, não aparecem. É provável que, na eleição de 2018, não repita a votação obtida em 2014. Mas pesquisas recentes, feitas em Goiânia, revelam que seu capital eleitoral não está inteiramente corroído. Por isso, a tendência é que, mesmo com uma votação menor, seja reeleito. Waldir vai enfrentar outro problema: uma Iris Araújo vitaminada pela máquina da Prefeitura de Goiânia.
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Economista Simão Cirineu | Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
O “Jornal de Brasília” diz que o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), planeja colocar Simão Cirineus, o Cirinão, na Secretaria a Fazenda. Ele é chefe da Representação de Goiás em Brasília.
Cirineu é o técnico perfeito para um governo que precisa fazer cortes. Para ser Cirinão. Porém, nos dois últimos anos de governo, quando se pretende investir mais, até para ganhar dividendos eleitorais, o secretário da Fazenda necessário é o Cirisim.
A imagem de Rodrigo Rollemberg é muito ruim, superando apenas a do “ex-governador” Agnelo Queiroz, que esteve preso recentemente
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Arquivo[/caption]
O secretário das Cidades e Meio Ambiente, Vilmar Rocha, diz que, no momento, está mais preocupado com as ações de sua pasta. “Um mundo melhor começa pela recomposição do meio ambiente”, frisa. No plano político, mantém sua posição anterior: “Devo disputar mandato de senador ou de governador; a escolha é do PSD”. É um recado.
Suplente de deputado federal pelo PSDB e presidente da poderosa Faeg, Schreiner é um nome consistente para dirigir o partido Democratas

