O ex-prefeito de Goiânia tem reclamado que os petistas, com e sem mandato, não o defendem das críticas de Iris Rezende e aliados

Foto: governo de Goiás

O ex-prefeito de Goiânia Paulo Garcia, que estaria se sentindo discriminado no PT — e o partido não o defende das críticas do prefeito Iris Rezende (PMDB) e de seus aliados—, estaria prestes a se filiar a um partido da base do governador Marconi Perillo (PSDB). Os cotados são o PSD — ele mantém bom relacionamento com o presidente do partido, Vilmar Rocha — e o PDT da deputada federal Flávia Morais.

Garcia, na recente eleição para o comando do PT, queria espaço, que não lhe foi concedido. Petistas de algumas correntes dizem que não têm motivos para defendê-lo. Alegam que, como prefeito, “queimou o filme do PT em Goiânia”. Na eleição de 2014 e 2016, o PT teria ido mal, no Estado e na capital, dadas a sua má gestão e a crise nacional dos principais líderes do partido.

O Jornal Opção ouviu um petista de proa, que disse: “Paulo Garcia, na prática, já está na base de Marconi Perillo. Só falta a filiação. Ele não sai do Palácio das Esmeraldas”.