Joesley Batista durante depoimento à PGR | Foto: Reprodução

Nos últimos anos, Joesley Batista, da JBS, andava tão ousado que, segundo a “Exame”, publicação da Editora Abril, ao desligar o telefone, dizia aos que estavam próximos: “Estava comprando dois deputados”. Pode-se dizer, até, que funcionava como “gato”, ou seja, intermediário, pois o dinheiro era, por vezes, do setor público.