Bastidores

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Michel Temer admite que PMDB de Goiás está complicado

Num jantar na casa de Gilberto Kassab, em São Paulo, Vilmar Rocha conversou demoradamente com o vice-presidente da Republica, Michel Temer. O peemedebista admitiu que as articulações do PMDB goiano estavam muito difíceis.

Gilberto Kassab flerta com Geraldo Alckmin e Paulo Skaf

O ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD) tanto pode ser vice do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do PSDB, quanto do empresário Paulo Skaf, do PMDB. A preferência é por Alckmin. O ex-prefeito tem um trânsito político considerado formidável.

Roberto Balestra diz que está impressionado com desenvoltura política e administrativa de Marconi

O deputado federal Roberto Balestra (PP) completou 70 anos, no sábado, com uma big festa na Fazenda Limeira. Roberto Balestra disse ao Jornal Opção que está cada dia mais impressionado com a desenvoltura política e administrativa do governador Marconi Perillo. “Ele é craque.”

Roberto Balestra garante que Abelardo Vaz será candidato a deputado estadual

O ex-prefeito de Inhumas Abelardo Vaz (PP) disse ao Jornal Opção que, por falta de estrutura política e financeira, pode não ser candidato a deputado estadual. “É papo. Abelardo Vaz, um grande político, vai ser candidato a deputado estadual”, diz, convicto, Roberto Balestra.

Lívio Luciano sugere que PMDB goiano pode apoiar Eduardo Campos para presidente

Pré-candidato a deputado federal pelo PMDB, Lívio Luciano diz que o PMDB de Goiás pode apoiar Eduardo Campos. “Mas não há nada decidido, por enquanto. Porém, o PT precisa acreditar em reciprocidade.” Se candidato a governador, Iris Rezende, na avaliação de Lívio Luciano, “será muito forte”. Lívio Luciano frisa que “Iris tem forte apelo no meio evangélico e é um político conhecido e respeitado”.

Político e Joesley Batista teria travado diálogo ríspido

Joesley Batista teria discutindo, de maneira áspera, com um importante político de Goiás. Tudo a ver com impostos atrasados. Batista teria dito que o político deve muito à sua família. Teria ouvido que a família também muito a quem o apoia há vários anos.

“A carne do PMDB não é Friboi”

Na quinta-feira, 22, leitores enviaram uma série de piadas e frases de efeito sobre a renúncia de Júnior Friboi. Vamos listar algumas: + “A carne do PMDB não é Friboi” (Carlos César Higa) + “O PMDB de Goiás não tem mais aftosa.” + “Júnior veio do boi e ao boi voltou.” + “No fim do arco-Íris não se vê mais nenhum pote de Friboi.” + “Friboi deixou os peemedebistas na chapada.” + “Friboi tirou um peso de seu carro.” + "Friboi agora vai tentar ser governador do Texas." + "Deputados do PMDB choram: o bolso de Friboi foi embora." + "A música preferida de Iris e Friboi é 'Entre Tapas e Tapas'" + "Friboi prefere ficar com a picanha e Iris não larga o osso." (Luiz Faleiro, jornalista) + "Friboi dormiu com a picanha e acordou com a ariranha." (João Carlos) + "No meio do caminho de Friboi não tinha uma pedra. Tinha uma montanha, bem erada, de nome Iris Rezende." (Sérgio Mello, professor) + "Friboi descobriu que no PMDB tem quem Manda, Iris, e quem fica na Brasa, o empresário." (Gilberto de Castro, advogado) + "As forças ocultas que levaram Jânio Quadros à renúncia estavam numa garrafa de uísque 18 anos. As forças ocultas que derrubaram Júnior Friboi estão na íris de um ex-prefeito de Goiânia." (Caio Mendonça, historiador) + "Consta que Júnior Friboi está feliz, pois voltará a tocar berrante. Duda Mendonça, seu tutor, havia proibido." (Pedro de Almeida, sociólogo) + "Frase atribuída a Júnior Friboi: 'Em nome do povo, diga ao Iris que não fico'." (Carlos Antônio, técnico em informática) + "Na geladeira do Iris é proibido entrar carne do Friboi." (Alberto Nery) + "Com a renúncia de Friboi, Roberto Carlos voltou a ser vegetariano" (Edmar Oliveira, jornalista)

Baldy cumpre agenda de candidato majoritário visitando de quatro a seis cidades por dia

Em busca de uma vaga de deputado federal pelo PSDB, o empresário Alexandre Baldy cumpre agenda de candidato majoritário. O jovem tucano visita de quatro a seis cidades quase todos os dias, sempre em contato com grandes lideranças dos partidos da base de Marconi Perillo. Seu objetivo é percorrer mais de 100 municípios até a convenção do PSDB, marcada para 28 de junho. Nesta semana, Baldy esteve com lideranças do Entorno e do Nordeste. Em todos os lugares, o ex-titular da Secretaria de Indústria e Comércio fala da importância de manter as políticas de desenvolvimento de Goiás, principalmente tendo representantes capacitados no Congresso Nacional. “Precisamos defender os empregos gerados em nosso Estado e continuar expandindo nossa economia com a atração de novos investimentos”, diz Alexandre Baldy. No início da próxima semana, seu giro vai ser por cidades da região Sul de Goiás.

Luzes de alerta piscam nas oposições: Marconi está se descolando de Vanderlan, Friboi e Gomide

Luzes de alerta estão piscando com intensidade nos escritores políticos de Iris Rezende (PMDB), Júnior Friboi (PMDB), Vanderlan Cardoso (PSB) e Antônio Gomide (PT). Há um comentário generalizado de que o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), está “descolando” no momento mais perigoso — a quatro meses das eleições. Este é o momento da “afirmação” dos candidatos. Mais: o tucano-chefe estaria se firmando como o “gestor que faz”, que une prática e teoria e que não perde tempo com discursos. Os mais assustados com o “descolamento” de Marconi Perillo são peemedebistas. Eles admitem que a crise gerada pela indefinição do nome do candidato a governador — Iris Rezende e Júnior Friboi dialogam, se tratam bem, mas não chegam a um acordo — está favorecendo o tucano e prejudicando o PMDB. A expectativa de poder está, neste momento, inteiramente com Marconi. Peemedebistas mais articulados sugerem que as oposições estão fazendo oposição a si mesmas, não a Marconi — que está, na opinião deles, “livre, leve e soldo”. Chegam a admitir que o espaço político está “ocupado” pelo governador, como se as oposições fossem uma ausência quase absoluta.

O nome de Iris Rezende pode voltar às pesquisas nos próximos dias

Há poucos dias, o principal líder do PMDB de Goiás, Iris Rezende, supostamente desistiu da pré-candidatura a governador do Estado. Porém, logo em seguida, pressionado por dezenas de aliados, recolocou-se, não como pré-candidato, e sim como uma espécie de candidato do PMDB “ético” e historicamente “relevante”. Por mais que se encontre com Júnior Friboi, o pré-candidato oficial do partido a governador, Iris não diz que não será candidato. Sugere apenas, contra a expectativa de Friboi, que não pretende ser candidato a senador. Ante a indecisão do PMDB, que praticamente volta a ter dois pré-candidatos a governador, os dirigentes de institutos de pesquisa tendem a recolocar o nome de Iris Rezende nas papeletas estimuladas, quer dizer, nas pesquisas de intenção de voto. No peemedebismo há quem defenda que é a única forma de recolocar o partido na disputa. Alega-se que, diante da falta de um candidato competitivo, o governador Marconi Perillo está “crescendo” e, assim, “descolando”.

Presidente do PMDB de Goiânia sugere que partido pode trocar Dilma Rousseff por Eduardo Campos

Num ato preparatório para a formatação de um bloco de apoio à candidatura de Eduardo Campos (PSB) a presidente da República, realizado na quarta-feira, 21, na sede do PPS, em Goiânia, o presidente do PMDB metropolitano, vereador Mizair Lemes, disse que o partido poderá não apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff. O peemedebista alega que o PMDB apoiou Paulo Garcia (PT) para prefeito de Goiânia e Antônio Gomide (PT) para prefeito de Anápolis, mas, quando solicita, não recebe reciprocidade devida. Portanto, embora não esteja definido, é possível que o PMDB de Goiás troque Dilma Rousseff por Eduardo Campos. Mizair Lemes é um dos defensores da candidatura de Iris Rezende a governador.

José Eliton diz que “não é traidor” e que não fica pulando de galho em galho

O vice-governador José Eliton (PP) disse ao Jornal Opção que vai apoiar a reeleição do governador Marconi Perillo e que não há qualquer possibilidade de rompimento. O presidente do PP frisou que estará ao lado do tucano-chefe em quaisquer circunstâncias. Ex-aliado de Ronaldo Caiado, José Eliton diz que não é “traidor” (“não” fica pulando de galho em galho) e que, ao contrário de outros políticos, não fica aparecendo em fotografias de outros pré-candidatos. É uma referência ao presidente do DEM, que manteve encontros com Vanderlan Cardoso (PSB), Iris Rezende (PMDB) e Júnior Friboi (PMDB), Armando Vergílio (Solidariedade) e, mesmo assim, estaria tentando se aproximar do governador Marconi Perillo. Se Caiado compor com Marconi, como candidato a senador, há a possibilidade de Vilmar Rocha (PSD) ser deslocado para a vice e aí José Eliton sairia da chapa majoritária. No entanto, José Eliton aposta que será mantido na chapa, ao lado de Marconi e Vilmar. O tucano-chefe já frisou, mais de uma vez, que a chapa majoritária está praticamente montada e não descartou José Eliton nenhuma vez.

Baldy corta cabelo com Ruymar Ferreira e diz que está pronto para a disputa de deputado federal

[caption id="attachment_4725" align="alignleft" width="300"]Foto: Reprodução/Facebook Foto: Reprodução/Facebook[/caption] Os baldyanos acreditam que o empresário Alexandre Baldy deve receber entre 40 e 50 mil votos em Anápolis, município onde está vai organizar uma estrutura ampla. Mas o jovem político, com pouco mais de 30 anos, precisava de algo mais: uma espécie de amuleto, pois vai de mais votos em outras cidades. Pensou, pensou, pensou e lembrou-se de Ruimar Ferreira. Ruimar Ferreira, o príncipe dos cabeleireiros do Centro-Oeste, dirigente do Principado New Star, na Praça Tamandaré, em Goiânia, é tido como o “aristocrata da sorte”. Políticos que cortam cabelo com o profissional da tesoura — que prefere ser chamado de barbeiro a cabeleireiro — raramente perdem eleições. Isto é o que reza a lenda. Talvez até a realidade (ah, sim, uns dois ou três perderam, mas num universo de 200). Baldy, nesta semana, não pensou duas vezes e disse para os baldyanos: “Preciso cortar meu cabelo com o Ruimar”. E foi. Consta que seus índices, mesmo em Anápolis, onde já estava bem, melhoraram. Ele é pré-candidato a deputado federal — apontado como imbatível.

Abdul Sebba desiste de candidatura e vai apoiar o sobrinho Igor Sebba

O engenheiro de produção Igor Sebba, filho do ex-jogador de basquete César Sebba, vai disputar mandato de deputado estadual pelo PSL. Pós-graduado em gestão e gestor de três empresas familiares, Igor enfrentava um problema em “casa”: seu tio Abdul Sebba, ex-deputado estadual e delegado de polícia aposentado, era um poderoso adversário interno. Entretanto, nesta semana, Abdul desistiu da candidatura e vai apoiar Igor. Aos 34 anos, Igor é uma das apostas do PSL, que, em Goiás, é dirigido por Dário Paiva.

José Eliton, depois de romper com Caiado, pode romper com Marconi? Parece impossível?

A campanha eleitoral parece morna, mas nos bastidores o jogo está bruto. Até os políticos mais centrados começam a falar grosso, cumprindo o sentido bíblico de “quem não se exalta será humilhado”. Quem conversou com José Eliton nos últimos dias notou que ele, geralmente centrado, subiu o tom. O vice-governador conta, sem pedir off, que esteve com o senador Cyro Nogueira, presidente nacional de seu PP, e ouviu dele a garantia de que pode levar o partido para onde quiser. Por isso, aliados de Eliton sugerem que ele poderia até ser vice em outra chapa. Difícil é combinar com os russos: prefeitos e vereadores do PP são marconistas e os dois deputados federais, Roberto Balestra e Sandes Júnior, não deixam Marconi por nada. A opção do PP seria o PT de Antônio Gomide, ambos partidos que apoiam a presidente Dilma Rousseff. Em público, Eliton nega a possibilidade de levar o PP para outro rumo.