Bastidores
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Clécio concorre à presidência do diretório metropolitano | Foto: Alberto Maia / Câmara Municipal de Goiânia[/caption]
A eleição para escolher o novo diretório metropolitano do PMDB está agendada para 15 de setembro. Atualmente, quem preside a comissão provisória é o deputado estadual Bruno Peixoto. Ao Jornal Opção Online, ele disse que seu nome deve ser “apenas” confirmado. No entanto, um novo personagem entra na disputa: o ex-presidente da Câmara de Goiânia, o vereador Clécio Alves.
Para o deputado, concorrência não é problema: “Todos os filiados têm o direito de pleitear a presidência. Vamos nos reunir para encontrar o melhor nome que possa crescer o partido e confirmar o maior número de filiados até o próximo mês”, avalia.
Para Clécio, o PMDB, por meio de Bruno, busca “ouvir, conversar e juntar” os militantes. Mas se coloca no páreo como sendo o possível protagonista desta história. “O nome de Bruno é unânime para ser presidente do metropolitano. O meu nome também está colocado. Oficializo aqui. Qualquer vereador tem condição”, destaca.
E quais são as prerrogativas dele? “Eu, como vereador mais votado do PMDB [em 2012] e como o candidato a deputado mais bem votado em Goiânia [em 2014] falo com autoridade. Temos que buscar a união, caso seja diferente, estamos fadados ao fracasso”, adianta o peemedebista.
Também integrante da comissão provisória, Denício Trindade acha que a candidatura de Bruno "boa" opção, mas lista que todos os filiados e especialmente os vereadores podem concorrer. "Tem Clécio, Célia Valadão, Eudes Vigor, Izídio Alves, Paulo Borges [licenciado para ocupar secretaria na Prefeitura de Goiânia] e o próprio Mizair Lemes Junior tem legitimidade para pleitear", diz.
Mas como chegar ao consenso? "Devemos discutir como sempre aconteceu no PMDB, pois vamos chegar à unanimidade para que de fato fortaleça o partido. O diálogo é o caminho", resume.
O vice do prefeito Paulo Garcia (PT), Agenor Mariano, está interessado nesse roteiro. Mas o certo mesmo é que Bruno seja matido no cargo.
O ex-prefeito de Anápolis Ernani de Paula manteve uma longa conversa com o empresário Marcelo Limírio, o fundador da Neoquímica.
Os dois conversaram sobre o Polo Tecnológico de Anápolis, que, na opinião de Ernani de Paula, “é importante tanto para o município quanto para o Estado de Goiás”.
Marcelo Límiro e outros empresários, frisa Ernani de Paula, estão articulando o Polo Tecnológico.
O deputado do PMDB é o principal patrono da possível candidatura do promotor de justiça a senador
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Leonardo Vilela, Sérgio Cardoso e Valcenor Braz são cotados para assumir vaga de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado
Três nomes despontam para a vaga do ex-deputado estadual Helder Valin no Tribunal de Contas do Estado (TCE). Valin foi afastado do cargo por força de liminar obtida pelo Ministério Público na Justiça. São eles: Leonardo Vilela [foto acima], secretário de Saúde; Sérgio Cardoso, assessor do governador Marconi Perillo; e Valcenor Braz, deputado estadual.
Leonardo Vilela enfrenta desgastes a Saúde e, segundo aliados, acha que merece a aposentadoria depois dos mandatos como deputado federal. O projeto inicial era uma vaga no TCM, mas o cenário fica melhor ainda com o surgimento da vaga de Valin no TCE. O TCE tem melhor estrutura e é mais valorizado que o TCM. Ele esteve cotado para o TCE há pouco tempo.
Cunhado do governador Marconi Perillo, Sérgio Cardoso [foto acima], sempre discreto e eficiente, tem o cacife alto no PSDB e base aliada para uma vaga de conselheiro no TCM. Consta que seria o próximo da lista para o TCM, possivelmente na vaga de Sebastião Caroço. Mas, com o fato novo do afastamento de Valin, pode se antecipar e faturar a cadeira do ex-deputado no TCE. Fortíssimo.
Valcenor Braz [foto acima] é forte aliado de Marconi e um dos responsáveis pelo bom desempenho do tucano no Entorno de Brasília. Teria o apoio de nove entre 10 deputados estaduais, que são os que, em última análise, vão aprovar a indicação do novo conselheiro do TCE.
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Prefeito de Guapó, Luiz Juvêncio está no primeiro mandato | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Online[/caption]
O prefeito de Guapó, Luiz Juvêncio (PMDB), disse ao Jornal Opção que será candidato ao Paço Municipal somente se a população estiver ao lado dele no ano que vem. “Eu vou mostrar o que fiz nesse tempo de mandato e contratar pesquisas. Se a população não estiver satisfeita, não vou mexer mais com isso [política]. Vou me dedicar à advocacia, o que sempre fiz”, relata.
O peemedebista acredita que não há outro nome do PMDB que possa concorrer à prefeitura em 2016. Por isso, mantém contato com o diretório estadual da sigla e busca novos filiados em Guapó.
Luiz Juvêncio foi um dos maiores defensores da candidatura do empresário Júnior Friboi (ex-PMDB) em 2014 , que acabou sendo fritado internamente pelo ex-governador Iris Rezende em maio daquele ano. No mesmo mês, o prefeito chegou a assinar sua ficha de desfiliação da sigla devido à recusa ao nome de Friboi.
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Aguinaldo Coelho, Raquel Teixeira e Nasr Chaul: secretária conseguiu derrubar o primeiro | Foto: Alexandre Parrode / Jornal Opção[/caption]
A secretária da Educação, Cultura e Esporte do governo, Raquel Teixeira, deve trocar, nesta semana, o superintendente de Cultura, Aguinaldo Coelho, possivelmente pelo diretor do Centro Cultural Oscar Niemeyer, Nasr Chaul. O professor da Universidade Federal de Goiás Lisandro Nogueira deve ir para o lugar de Chaul.
Maria Abadia era o nome preferido de Raquel Teixeira para a superintendência de Cultura. Mas a secretária não teria conseguido bancá-la.
Mário Rodrigues também vai deixar a direção do Fundo de Cultura. O arquiteto e compositor Otávio Daher deixa a direção do Núcleo de Obras da Superintendência de Cultura.


