Três deputados federais são suspeitos de atuar na organização de ato contra a democracia

Ainda não há provas que justifiquem prisões. Mas investigador afirma que não tem dúvida de que prisões serão pedidas

Os repórteres Mariana Muniz e Robson Bonin, da coluna “Radar”,  da revista “Veja”, apuraram que pelo menos três deputados federais estariam envolvidos nos atos ilegais organizados contra a democracia. Eles pregam o “golpe militar” e a retomada da ditadura militar. Líderes que apoiam o presidente Jair Bolsonaro estariam envolvidos nos atos. Duas deputadas federais, ainda não investigadas, também estariam por trás dos atos. A Procuradoria Geral da República pediu diligências. O ministro Alexandre de Moraes é quem cuida do assunto no Supremo Tribunal Federal.

“Investigadores ouvidos pelo Radar relataram ter reunido ‘indícios veementes de autoria’ contra os parlamentares que, além de ‘participarem ativamente’ da organização dos atos, contaram com ajuda de pessoas de fora do Parlamento para conspirar contra as instituições da República”, diz a “Veja”.

“Um importante investigador relatou ao Radar que os elementos reunidos no inquérito ainda não fundamentariam pedidos de prisão, mas apenas de buscas. ‘Mas não tenha dúvida de que iremos pedir a prisão, se os elementos para tal medida surgirem’, diz um investigador”, sublinha a revista. Prisões de deputados? Se for não for de deputados, pode ser dos líderes da linha de frente do ato golpista. Quanto aos deputados, a ação estará na alçada do Supremo. Eles podem, adiante, até perderem os mandatos.

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