Uma coisa é certa: Rogério Rosso não será presidente da Câmara dos Deputados, entre 2017 e 2018. O PSD não tem estrutura e cacife para bancá-lo. Se disputar ainda assim, acabará se tornando um colecionador de derrotas. Tido como primeiro-ministro do grupo de Eduardo Cunha, o ex-deputado cassado, é apontado como possível fonte de novos escândalos — se for eleito presidente do Parlamento.