Bastidores

Alunos afirmam que o Conselho de Educação planeja acabar com o curso de Matemática que atende a região Norte de Goiás

A cúpula do PP vai decidir apoio para o governo só entre julho e agosto Aliados do ministro das Cidades, Alexandre Baldy, sustentam que não há cenário para “desfiliações em massa” no Progressistas (PP). “Como que vai haver desfiliação em massa do PP? Os prefeitos vão perder apoio? Eles têm um presidente da legenda que é ministro de uma das mais cobiçadas pastas do país, além de contar com o Ministério da Saúde, da Agricultura e a presidência da Caixa. E os parlamentes, vão ficar inelegíveis? Não faz sentido. Além disso, não existe, até o momento, nenhuma definição no partido”, diz uma fonte ligada a Baldy. Baldy disse aos aliados que o Progressistas só vai definir-se em relação à disputa do governo de Goiás entre julho e agosto. O ministro mantém relações positivas com base, com o governador José Eliton (PSDB), com o deputado federal Daniel Vilela (MDB) e com o senador Ronaldo Caiado (DEM).

O presidente da República mais atrapalha do que ajuda o candidato do MDB a governador
Santana Pires é expulso do partido e Raniery Nunes assume a presidência

O suplente de senador afirma que o eleitorado quer votar em Ronaldo Caiado

[caption id="attachment_24146" align="alignright" width="620"] Flávia Morais: o objeto de desejo político do senador Ronaldo Caiado, do DEM[/caption]
O senador Ronaldo Caiado, pré-candidato do DEM a governador, colocou um verdadeiro exército de interlocutores para convencer a deputada federal Flávia Morais a disputar mandato na sua chapa.
Segundo uma pré-candidata a deputada estadual pelo Entorno de Brasília, Ronaldo Caiado gostaria de ter Flávia Morais como sua vice — a preferência — ou até como candidata a senadora. Se não der, gostaria de tê-la nos seus quadros de aliados como candidata a deputada federal. Os caiadistas teriam feito um levantamento sobre possíveis campeões de voto em 2018 e uma das conclusões é que Flávia Morais será uma das postulantes mais bem votadas, possivelmente com mais de 150 mil votos. “Ela soma”, afirma um caiadista. O que se diz é que, com uma estrutura própria, a deputada atrai votos para si e, possivelmente, para o candidato a governador que apoiar.
O presidente do PDT, George Morais, e Flávia Morais, que formam um casal, preferem, no momento, compor com o candidato do PSDB a governador, José Eliton. Mas decidiram manter conversações com os pré-candidatos do DEM e do MDB, Ronaldo Caiado.

[caption id="attachment_121989" align="alignright" width="620"] Thiago Peixoto, presidente da Frente Parlamentar de Economia Digital e Colaborativa - Foto: Divulgação[/caption]
O deputado federal Thiago Peixoto (PSD) voltou a ser cotado para vice do governador José Eliton (PSDB). Por dois motivos.
Primeiro, é visto pela base governista como um político qualitativo e um formulador de políticas públicas, como provou quando ocupou secretarias nos governos de Marconi Perillo (PSDB).
Segundo, porque, se aceitar ser vice, amarra, em definitivo, o PSD de Vilmar Rocha à campanha de José Eliton. Frise-se que a senadora Lúcia Vânia (PSB) também É cotada para a vice.

Kajuru, Delegado Waldir, Jovair, João Campos, Iris Araújo e Flávia Morais são vistos como campeoníssimos

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O petismo pode bancar Pedro Wilson ou Marina Sant’Anna para vice-governador e Antônio Gomide para senador

Deputado afirma que, se pensar nas bases e nos deputados do partido, o ministro permanece na base do governador José Eliton

Numa reportagem de capa, a revista “Exame” destaca que a construção civil começa a deslanchar em Goiás, sobretudo em Goiânia.
A matéria da publicação do Grupo Abril menciona inclusive Caldas Novas.

A Fiesp faz campanhas criativas em defesa dos empresários e da sociedade. A Fieg é fechada

O empresário assume no dia 18 já está pacificando os ânimos e defende a tese de todo poder aos sindicatos

[caption id="attachment_61577" align="alignright" width="620"] Gean Carvalho, do Instituto Fortiori| Foto: Renan Accioly[/caption]
O pesquisador Gean Carvalho, do instituto Fortiori, é peremptório: “O quadro eleitoral de Goiás não está definido. Os eleitores vão começar a discutir política a sério só depois da Copa do Mundo de Futebol”. Por causa da Copa?
“Não”, frisa Gean Carvalho. “É que os eleitores comuns, a maioria, gostam de discutir política e de avaliar os candidatos bem mais próximo das eleições.”
O “tempo” dos eleitores não é, afirma o pesquisador, o mesmo dos políticos.