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Daniel Vilela articula chapa para senador com Kajuru e Pedro Chaves

Iris Rezende não coloca mais obstáculo a uma composição com o vereador do PRP [caption id="attachment_128950" align="alignleft" width="620"] Vereadora Jorge Kajuru (PRP) e deputado federal Pedro Chaves (MDB) | Fotos: Arquivo Jornal Opção[/caption]

No momento, o pré-candidato a governador pelo MDB, deputado federal Daniel Vilela, articula uma chapa para senador com Agenor Mariano — indicação do prefeito de Goiânia, Iris Rezende — e com o deputado federal Pedro Chaves. Mas o quadro pode mudar.

Se Jorcelino Braga conseguir atrair Kajuru para a coligação do MDB, o vereador do PRP será candidato a senador (ou, se quiser, a deputado federal). Aí, possivelmente, Agenor Mariano reflui e a chapa para o Senado passar a contar com Kajuru e Pedro Chaves. Uma chapa forte, por sinal.

Iris Rezende teria dito a Daniel Vilela que não se incomoda mais se Kajuru apoiá-lo. Até porque, se eleito, deixará a Câmara Municipal de Goiânia e irá para Brasília. O vereador é o maior drummond no meio do caminho do prefeito. Incontrolável, ele faz, ao lado de Elias Vaz, as críticas mais consistentes e rigorosas à gestão do emedebista — e sem fisiologismo algum (nunca pediu favores ao decano político da capital).

Dilma Rousseff pode ser candidata a governadora de Minas Gerais

A ex-presidente, forte para o Senado, ressalta que não quer substituir Fernando Pimentel

Rodrigo Maia é cotado para vice de Geraldo Alckmin

Casamento entre PSDB e DEM era feliz, a separação não foi litigiosa e há possibilidade de reconciliação

MDB deve cristianizar Henrique Meirelles, que não quer voltar para o governo

[caption id="attachment_115172" align="alignright" width="620"] Foto: Beto Barata/PR/FotosPúblicasei[/caption]

O engenheiro Henrique Meirelles está percebendo, aos poucos, que o MDB vai utilizá-lo como moeda de troca política. Noutras palavras, não será candidato a presidente. Pode até ser vice, mas não mais do que isto.

Aos que recomendam que abandone sua candidatura e volte ao governo, Henrique Meirelles tem dito que é a Presidência ou nada. Por que “salvar” Michel Temer se o presidente não se esforça para bancá-lo.

Tarso Genro sugere que plano B pode salvar o PT do haraquiri político-eleitoral

O ex-ministro indica que, para salvar Lula da Silva, o petismo não deve matar o PT

Caipira do Cerrado transformou o PROS numa armada política poderosa

[caption id="attachment_93062" align="alignleft" width="620"] Eurípedes Júnior estava gerindo o Pros como se fosse um negócio de sua família e foi barrado pela Justiça[/caption] Sob o comando de Eurípedes Júnior — um goiano da cidade de Planaltina, no Entorno de Brasília —, o PROS se tornou um fenômeno político, ganhando uma musculatura gigante. O PROS tem avião, helicóptero, uma moderníssima gráfica, instituto de pesquisa, fundo partidário e uma ampla retaguarda digital. No início, Eurípedes Júnior era apontado, em Brasília, como “aquele caipira lá de Goiás”. Hoje, é visto como um político que articula de maneira profissional e autônoma — nada subordinado aos Golias da política nacional e da política goiana. Davi se tornou Golias, sem perder a energia de Davi.

Parte do Patriota segue com Ronaldo Caiado e parte banca José Eliton para o governo

[caption id="attachment_128940" align="alignleft" width="620"] Fotos: Reprodução[/caption] O Patriota está dividido. A corrente de Raniery Nunes da Silva e Chico Leite — este, pré-candidato a deputado federal — pretende apoiar o senador Ronaldo Caiado (DEM) para governador. Na posse do empresário Marcelo Baiocchi no comando da Federação do Comércio do Estado de Goiás (Fecomércio), Raniery da Silva e Chico Leite confraternizaram-se com Ronaldo Caiado. A corrente de Santana Pires e Leandro Sena apoiam a candidatura do governador José Eliton. Pré-candidato a deputado estadual, Frederico Bispo é peremptório: “Independentemente da posição do partido, eu apoio a candidatura de José Eliton para o governo e de Marconi Perillo para senador. E não vou mudar de posição”.    

Tucanos apostam que em setembro José Eliton estará na frente de Caiado

[caption id="attachment_128936" align="alignright" width="620"] Montagem[/caption]

Jardel Sebba (PSDB), Giuseppe Vecci (PSDB), Sandes Júnior (PP), Tião Caroço (PSDB) e Benitez Calil (PSD) dizem que não ficarão surpresos se, no início de setembro, José Eliton aparecer já na frente de Ronaldo Caiado.

Os cinco políticos frisam que pesquisas qualis e quantis sugerem que Ronaldo Caiado estagnou, mas com tendência a queda. José Eliton, afiançam, está numa fase ascendente. “A expectativa de poder tende a se transferir do pré-candidato do DEM para o pré-candidato do PSDB”, afirma Jardel Sebba.

Marconi Perillo dialoga com vários partidos pra reforçar musculatura de Alckmin

O ex-governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB) movimentou Brasília na sua primeira semana como articulador político da pré-campanha de Geraldo Alckmin a presidente da República.

Marconi Perillo dialogou com políticos de vários partidos, como DEM, PP e PSD, na semana passada. Em Brasília há quem aposte que, até o início de agosto, Geraldo Alckmin, como parte da articulação do tucano goiano, deve fechar aliança com DEM e mesmo com o MDB.

Ao mesmo tempo, Marconi Perillo opera a aliança política em Goiás, para fortalecer a musculatura eleitoral do governador José Eliton (PSDB), candidato à reeleição.

Marconi Perillo e João Doria são vistos como plano B para substituir Alckmin

O político goiano não discute a hipótese e sustenta que Alckmin será o próximo presidente do Brasil

Francisco Júnior prega união para fortalecer candidatura de José Eliton

[caption id="attachment_124240" align="alignleft" width="620"] O deputado Francisco Junior | Foto: Reprodução[/caption] O deputado estadual Francisco Jr., pré-candidato a deputado federal pelo PSD, apoia os encontros regionais da base e afirma que eles servem para união. Os partidos que fazem parte da base aliada, apoiando a reeleição do governador José Eliton (PSDB), devem iniciar em julho uma serie e reuniões no interior para mostrar a força da chapa e animar a militância. O parlamentar destaca que é uma saída para reforçar a união dos partidos da base. “Nós entendemos com naturalidade que os partidos que compõem a base continuem compondo a base.” Bancado por setores significativos da Igreja Católica, como a Renovação Carismática, Francisco Jr. explica que o encontro com todos os partidos garante a força necessária para mostrar a população qual o melhor projeto para Goiás. “A ideia dos encontros é dialogar para encontrar uma boa condição, motivar a base, demonstrar as condições de trabalho, e as perspectivas que tem a nossa chapa. Os encontros são importantes para criar o ambiente favorável para que todos estejam motivados.” Os deputados do PSD se reuniram no inicio do mês de junho e decidiram que a posição deles é caminhar ao lado da candidatura do governador José Eliton a reeleição.

Marconi Perillo trabalha para apaziguar Alckmin e João Doria

[caption id="attachment_77257" align="alignright" width="620"] Alckmin, Doria e Marconi em São Paulo: | Foto: reprodução[/caption]

Há um muro de Berlim entre o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin e o ex-prefeito de São Paulo João Doria — o primeiro pré-candidato a presidente da República e o segundo pré-candidato a governador de São Paulo, que, em si, é um verdadeiro país.

Pode-se derrubar o muro ou transpô-lo? Não está fácil. Mas o ex-governador de Goiás Marconi Perillo, coordenador da campanha de Geraldo Alckmin, está em campo com a missão de apaziguá-los, senão em nome da amizade antiga, em nome do necessário realismo.

Integrantes do mesmo partido, o PSDB, os dois só têm a perder se não colocarem as vaidades de lado e aceitarem que seus caminhos são comuns. Um pode ajudar o outro a ganhar a eleição. Distanciados, se prejudicam. É o que o tucano do Cerrado tem dito com todas as letras.

Jornalistas nacionais dizem que Marconi Perillo é uma verdadeira “central de informações”

[caption id="attachment_121540" align="alignleft" width="620"] Marconi Perillo | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Repórteres de expressão nacional estão encantados com o ex-governador de Goiás Marconi Perillo, coordenador da pré-campanha de Geraldo Alckmin a presidente da República. Os jornalistas dizem que o tucano não embroma e sempre tem informações objetivas para repassar. “Marconi Perillo é uma verdadeira central de informações e, surpreendentemente, ele sabe quase tudo sobre as articulações políticas em todos os Estados”, afirma uma repórter. “É um dos poucos políticos autenticamente nacionais da atualidade”, complementa. Termos como “incansável”, “workaholic”, “cérebro da campanha de Alckmin” são usados pelos jornalistas para definir Marconi Perillo.

Baldy libera 1,2 bilhão de reais para Goiás. Em seis meses

[caption id="attachment_122493" align="alignright" width="620"] Foto: Fernando Leite / Jornal Opçãobaldy[/caption]

O ministro das Cidades, Alexandre Baldy, não é mágico nem populista. Atuante, workaholic que conquistou o presidente Michel Temer — que o percebe como “ministro das soluções e não das crises” —, o presidente do PP, encravado na Explanada dos Ministérios, tomou uma decisão e opera para executá-la todos os dias: contribuir para o desenvolvimento e para a retomada do crescimento econômico do país. Ao mesmo tempo, não se esquecer de seu Estado de origem e tem contribuído para beneficiar várias cidades, independentemente de coloração partidária.

Baldy é responsável pela liberação de 1,2 bilhão de reais para as áreas de habitação, saneamento e mobilidade urbana. O valor corresponde àquilo que o governo de Goiás arrecada num mês. O valor, imenso, foi liberado em seis meses.

FHC sugere que Marconi Perillo é um dos poucos políticos profissionais do país

[caption id="attachment_128930" align="alignleft" width="620"] Foto: Arquivo / Jornal Opção[/caption]   O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso—lúcido aos 87 anos—elogia a escolha de Marconi Perillo para coordenador da campanha de Geraldo Alckmin. “Trata-se de sangue novo na política”, afirma o sociólogo. FHC, que prefere ser chamado de Fernando Henrique — no exterior, é conhecido como mister Cardoso —, disse acreditar que num salto qualitativo das articulações políticas. Leitor de Max Weber, Fernando Henrique comenta que Marconi Perillo é político por vocação. É um dos raros profissionais — no bom sentido — da política patropi.