Com hipoglicemia, Kajuru diz que seu projeto crucial é espalhar centro de diabéticos por todo o país

O senador volta com a Rádio K este ano e seus colegas afirmam que não tem um gabinete, e sim um ministério

O senador Jorge Kajuru teve uma crise de hipoglicemia no sábado, 23, e foi internado. “Minha glicemia chegou a 18.” Quando conversou com o Jornal Opção, estava em 40. “Tem de chegar aos 70, 80. Estou bem cuidado pelos médicos”, disse.

Kajuru assinala que, como senador, está preocupado com a saúde dos brasileiros. “Percebo que, quando o assunto é saúde, há muito discurso e pouca ação dos governantes. “O Centro de Diabéticos de Goiás atende centenas de pessoas por dia e já fez 423 cirurgias bariátricas e para controle de diabetes. O centro vai ser modelo para todo o Brasil. O projeto será levado para todo o país. No Senado, quando falei de meu projeto, a senadora Rose de Freitas, do Podemos do Espírito Santo, me aplaudiu e disse: ‘O sr. não precisa fazer mais nada’. Ela sugeriu que o projeto é consagrador. Mas estou menos preocupado com louros e mais preocupado com a saúde das pessoas. Os pobres são muito maltratados no país.”

Heloisa Helena: ex-senadora atua na área de saúde no gabinete de Kajuru

A ex-senadora Heloísa Helena, de Alagoas, está trabalhando com Kajuru na área de saúde. “Trata-se de um trabalho voluntário, pois não recebe salário. Ele fica comigo no gabinete às sextas-feiras.”

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e os senadores Paulo Paim e Tasso Jereissati sustentam que Kajuru “não tem um gabinete, e sim um ministério”.

Cristóvam Buarque, ex-senador, é um dos orientadores de Kajuru | Foto: Geraldo Magela/ Agência Senado

“Recebo apoio dos ex-senadores Pedro Simon e Cristovam Buarque. O professor aposentado da UFG Heldo Mulatinho, sociólogo, está trabalhando comigo. É um homem sério e que entende muito de educação. Roberto Gonçalves é meu diretor de Comunicação. Diana Lins, filha de Ivan Lins, cuida de assuntos atinentes ao meio ambiente. Ela é poliglota. Dudu Aritana também me assessora.”

A volta da Rádio K

Quanto à Rádio K, Kajuru diz que está procurando parceiros e amigos para “locar” uma rádio. “Não dá para comprar uma rádio, que pode custar até 8 milhões de reais, e, claro, não tenho recursos financeiros suficientes. Mas quero colocar uma rádio no ar ainda este ano. Como a AM ‘morreu’, quero locar uma FM. A Rádio K é meu grande sonho. O rádio goiano pode ser definido assim: antes e depois da Rádio K. O jornalismo crítico e combativo, se não nasceu na rádio, foi vitaminado por ela.”

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Izildinha

Apoio e aplaudo todas as ações voltada as diabéticos. Tenho um filho de 29 anos e que tem diabetes desde os 13 anos. Já passei por muitos problemas com ele. O SUS deixa muito a desejar quanto aos cuidados dos usuários que tem uma patologia auto imune. O diabetes é uma doença muito complexa e, que precisa de cuidados especiais e monitoramento constante. Se hoje tenho meu filho vivo e bem é graças a Deus e, ele poder pagar um plano de saúde privado, porque se fosse depender do SUS ele já teris morrido.

Eva da Penha lucLu Brum

Apoio,pois nos diabético estamos sem o básico de sobrevivência e ninguém faz nada por non.