Marconi Perillo quer migrar para a política nacional, mas sem perder o controle do poder em Goiás

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Fernando Leite/Jornal Opção

 

Há quem diga que, perdendo a Presidência para Dilma Rousseff mas de maneira apertada, Aécio Neves saiu consagrado para a disputa de 2018, quando, se candidato, terá de enfrentar, possivelmente, Lula da Silva, do PT.

Como a eleição terminou há pouco tempo, pode até parecer que a “análise” é pertinente. O fato é que uma derrota tem de ser vista como derrota e a história de “vitória moral” é mais falsa do que uma nota de 7 reais. Não dá para esconder que o aecismo não conseguiu eleger o governador de Minas Gerais e perdeu para um político, Fernando Pimentel, da cozinha de Dilma. A petista vai fazer o impossível para que faça um governo eficiente e criativo. Aécio perdeu Minas e quem perde Minas tende a não ganhar no país. Ficou sem base.

O governador de Goiás, Marconi Perillo, é mais perspicaz do que Aécio. Por isso, ao contrário do mineiro, vai participar da política nacional, se der, disputará a Presidência da República — pelo PSDB ou pelo PSD —, mas não quer descuidar-se da política local. Afinal, “só é forte na corte quem é forte na província”. Assim, vai tentar eleger o governador em 2018. Por isso, desde já, está traçando uma nova forma de governar e vai propor novas alianças políticas, com Vanderlan Cardoso e, quem sabe, Júnior Friboi.

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