Luciano Lima prega educação no trânsito como política de Estado

“Quem fez o CTB foi um goiano e a modernidade chegou com outro goiano no Ministério, então, nós temos de ser modelos para o País”, diz pré-candidato a deputado

O advogado Luciano Lima tem mais de 50 mil alunos de Educação para o Trânsito cadastrados em sua agenda no celular. Na recente eleição geral, a de 2018, teve mais de 19 mil votos para deputado federal e agora vai tentar vaga na Assembleia Legislativa. E uma temática a ser discutida é a da paz nas ruas. “Acompanhei o trabalho de Alexandre Baldy no Ministério das Cidades, que tinha em sua pasta o Denatran, e aprovo o que ele implantou de novidades, como a CNH digital”, diz Luciano, filiado ao Progressistas, partido presidido em Goiás pelo ex-ministro. Diz que “desde o mandato passado, com Baldy, a educação para o trânsito é uma política de Estado, como deve ser sempre”.

Alexandre Baldy e Luciano Lima | Foto: Divulgação do pP

Luciano Lima tem foco na formação de quem conduz os veículos e das vítimas constantes, os pedestres. Por isso, compartilha de uma ideia de Baldy a ser aplicada em Goiás se forem eleitos: colocar os grupos de jovens para atuarem no combate aos acidentes. “Os jovens sabem a linguagem deles mesmos, se compreendem e se conhecem”, diz Luciano. “Nada melhor do que o alerta sobre álcool e outras drogas ser feito por integrantes da comunidade em que eles transitam, nos bares e festas que eles frequentam.”

Os elogios ao governador Ronaldo Caiado e a Marcos Roberto Silva, ex-presidente do Detran, se estendem da moralidade no departamento à CNH Social, uma ideia que apresentou na campanha de 2018. Como professor, Luciano se concentrava no cumprimento ao Código de Trânsito Brasileiro. “Quem fez o CTB foi um goiano [a lei foi publicada quando Iris Rezende era ministro da Justiça”] e a modernidade chegou com outro goiano no Ministério [refere-se a Baldy], então, nós temos de ser modelos para o País”.

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