Juan Freire permanece interinamente na Agrodefesa. Ele é funcionário de carreira do órgão e é apontado como competente e diplomata. Quem não se quer lá, tanto por parte dos funcionários quanto dos produtores rurais, é o empresário Antenor Nogueira, que os maldosos chamam de “Mauzeira”.

“Não se pode ter, na Agrodefesa, um papel inquisitorial, quase policial. Fiscalizar é necessário, porém uma atuação mais educativa (em termos sanitários) pode ser muito mais eficiente. Precisa-se de uma gestão conciliadora. Uma visão meramente ‘punitiva’ não contribui com o produtor, com o governo ou com o mercado”, afirma o presidente da Federação da Agricultura do Estado de Goiás (Faeg), José Mário Schreiner (PSD).