Grupo ligado à TV Globo sugere que não promove “ataques” a governos e pessoas

É voz corrente que alguns jornalistas de “O Popular” estão se comportando como “militantes” e não como repórteres — e não apenas nas redes sociais. A direção do Grupo Jaime Câmara, de maneira sutil, deu um “puxada de orelhas” nos militantes-repórteres e cobrou isenção.

O Grupo Jaime Câmara não quer que, para citar um exemplo, as postagens da repórter Fabiana Pulcineli em redes sociais sejam confundidas com(o) a voz da empresa e de seus veículos de comunicação. Os proprietários não planejam eliminar a crítica ou promover censura. Querem, isto sim, isenção na formulação das ideias.

A tese do GJC é que, como empresa séria, não promove “ataques” a governos e a pessoas.