O deputado do PSD afirma que a equipe do prefeito de Goiânia não é formuladora

Iris e Francisco Júnior | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção e Denise Xavier/Assembleia

Instado a avaliar o primeiro mês da gestão do prefeito de Goiânia, Iris Rezende, do PMDB, o deputado estadual Francisco Júnior — que enfrentou o peemedebista na disputa de 2016 —, reage com uma pergunta: “O que tem para avaliar?”

“Apesar de reconhecer as dificuldades, percebo que Iris Rezende está mesmo patinando, sem rumo. Ele perdeu muito tempo tentando montar uma equipe, o que poderia ter feito logo depois de sua vitória no segundo turno. Fica-se com a impressão de que o prefeito montou uma equipe provisória, tão-somente para começar seu governo”, sublinha Francisco Júnior.

“Até agora, pelo menos, não percebi nenhuma grande estratégia ou medida formulada pela equipe de Iris Rezende. É como se a cidade estivesse funcionando no piloto automático. Os problemas continuam e não há ações planejadas para resolvê-los. O que se tem é uma certa improvisação, e mesmo esta parece falha”, frisa Francisco Júnior.

“Iris pediu um prazo de 60 dias à sociedade, uma espécie de trégua. Mas o que se percebe é que o prefeito, desta vez, está diferente e parece sem norte, desconectado da sociedade. Talvez, como observou o Jornal Opção, estejam faltando formuladores — como o economista Flávio Peixoto e o engenheiro Mauro Miranda — na sua equipe. Iris é mais um executor do que um formulador.”