Em Anápolis a batalha eleitoral se dará entre dois empresários e ambos são gestores

baldyO prefeito João Gomes começou titubeante. Não por incompetência, e sim por lealdade ao ex-prefeito Antônio Gomide. O petista menos erado não queria destruir o legado do gestor anterior, por isso quase não aparecia e não desenvolvia uma marca. Agora, mais sólido no cargo, Gomes começa a deslanchar, a se posicionar. Em 2016, ele sabe que vai enfrentar uma pedreira.

Alexandre Baldy, com seu estilo calmo e ponderado, é um articulador habilidoso, dos mais capazes de montar uma rede ampla de apoio. Por ser jovem, com a imagem de dinâmico, inovador e bem-sucedido, por ser a aposta dos eleitores de Anápolis.

A se disputa se dará entre dois empresários, ambos atentíssimos. A campanha tende a ser menos agressiva, dado o fato de Gomes e Baldy serem empresários e, por isso, pouco dados a esquemas pirotécnicos e à violência verbal. A campanha tende a ser mais cerebral e, portanto, mais técnica. Claro que, aqui e ali, vai pintar alguma agressividade, mas possivelmente não será o núcleo eixo central da campanha.

João Gomes / Foto:Fernando Leite/ Jornal Opção

João Gomes / Foto:Fernando Leite/ Jornal Opção

A grande vantagem, para o anapolino, é que tanto Gomes quanto Baldy são gestores. Anápolis, em quaisquer circunstâncias, estará em mãos competentes.

Uma curiosidade: os sobrenomes do petista e do tucano começam e terminam com consoantes e são vogais — “o” e “a” — a segunda letra de cada um.

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