Desunida, a OAB Forte pode ser presa relativamente fácil para o predador Lúcio Flávio

Os presidenciáveis Pedro Paulo de Medeiros, Enil Henrique e Flávio Buonaduce | Fotos: Facebook e Fernando Leite / Jornal Opção

Os presidenciáveis Pedro Paulo de Medeiros, Enil Henrique e Flávio Buonaduce | Fotos: Facebook e Fernando Leite / Jornal Opção

Há duas OAB Forte: a de Felicíssimo Sena e Miguel Cançado, de um lado, e a de Enil Henrique e Márcio Messias, de outro. A primeira planeja bancar Flávio Buonaduce ou Pedro Pedro Paulo Medeiros para a disputa da presidência da Ordem, em novembro deste ano. A segunda pretende lançar Enil Henrique, atual presidente. Há, porém, uma movimentação interna, cada vez menos sutil, que defende uma recomposição dos dois grupos.

No caso de recomposição, Enil Henrique, que faz uma gestão eficiente na OAB-Goiás, pode ser o candidato a presidente da reconciliação. O motivo do reagrupamento? O fato de que, com a divisão, Lúcio Flávio Paiva, da oposição, pode sagrar-se vitorioso e, se isto acontecer, comandar uma grande operação de caça às bruxas, com auditorias divulgadas com grandes estardalhaço.

Os líderes das duas correntes da OAB Forte estão percebendo, aos poucos, que, na prática, não são “inimigas” — ou adversárias, para usar a linguagem da democracia —, mas que vão enfrentar um “inimigo” ou “adversário” poderoso e motivado, o grupo de Lúcio Flávio e Leon Deniz. Portanto, unida, a OAB Forte permanece, como o nome indica, fortíssima. Dividida, pode ser presa relativamente fácil para o “predador”.

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