Foto: Fernando Leite/Jornal Opção
Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

O vice-prefeito de Goiânia, Agenor Mariano, é um dos golden boys do candidato do PMDB a prefeito da capital, Iris Rezende. Como dizem os indefectíveis colunistas sociais, são carne, unha e cutícula. O Jornal Opção pergunta: “Iris Rezende avalia que tem condições de ser eleito no primeiro turno?” O peemedebista responde: “Iris nos diz que é preciso trabalhar redobrado, sem vaidade e arrogância, respeitando todos os candidatos e, sobretudo, os eleitores. Não se ganha eleição por antecipação, temos consciência disso. No momento, nós temos 44% dos votos válidos e as pesquisas de intenção de voto sinalizam que estamos em processo de crescimento. O que esperamos é que, por meio do que se pode chamar de ‘migração de votos’, o nosso candidato conquiste votos dos indecisos e que, aos poucos, retire votos dos demais candidatos, como Waldir Soares. A tendência é que o candidato que está liderando, de maneira consistente, tanto por sua experiência em termos de gestão quanto pela estatura política, absorva o chamado voto útil”.

Agenor Mariano afirma que, ao examinar as pesquisas, pouca atenção se tem dado a uma informação: “Iris Rezende está superando o que alguns chamam de ‘teto do PMDB’, cerca de 30%, e se aproximando dos 40% das intenções de voto. Ao mesmo tempo, os demais candidatos, como Waldir Soares e Vanderlan Cardoso, longe de crescerem, perderam contato com o postulante peemedebista. Eles não estão crescendo. No caso específico do postulante do PR, há sinais evidentes de que está caindo e não se sustenta até 2 de outubro. Por certo, daqui para frente, lutará, não para se aproximar de Iris, o que parece impossível, e sim para não perder espaço, ainda mais, para Vanderlan. O fato é que só Iris está numa situação confortável. Os demais lutam para disputar o segundo turno com o nosso candidato. Este é o quadro real. O resto é filigrana política”.