Por Ton Paulo

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eleições suplementares
Apoiado por Caiado, Willian Gregório é eleito prefeito de Bom Jardim de Goiás

Com isso, Gregório derrotou seu principal adversário, Cleudes Baré, do PSDB

apreensão
Polícia apreende carro e celular de suspeito de matar adolescente Amélia Vitória

No entanto, ainda não há indícios definitivos de que se trata realmente do criminoso

confirmado
Polícia Científica confirma que corpo encontrado enrolado em lençol, em Aparecida, é de adolescente desaparecida

Ela estava desaparecida desde a última quinta-feira, 30, quando saiu para buscar sua irmã na escola.

parque hayala
Corpo é encontrado em Aparecida de Goiânia; suspeita é que seja de adolescente desaparecida

Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima estava enrolada em um lençol, em via pública, próximo ao colégio Mônica Tomaz da Silva

transtorno
Moradores de bairro de Aparecida denunciam vazamento de água na rua que já dura duas semanas; vídeo

De acordo com residentes, a Saneago foi acionada por diversas vezes, mas o problema continuou

apoio evangélico
Presidente da Assembleia de Deus em Anápolis declara apoio a Márcio Cândido para a Prefeitura

De acordo com José Clarimundo, Cândido, hoje vice-prefeito, pode ser considerado um bom nome para continuar o que chamou de "boa administração de Roberto Naves"

tucano
Marconi é eleito presidente nacional do PSDB

Perillo foi escolhido para um mandato de dois anos à frente da legenda tucana

peso político
Com novas filiações, União Brasil de Caiado chega a 103 prefeituras em Goiás

Além dos prefeitos, chegaram ao partido vereadores e lideranças regionais

merecido descanso
Cão policial responsável por mais de 50 prisões se aposenta e vai morar na roça, em Goiás

A tradição é que os cães farejadores da PRF “pendurem as chuteiras”, ou nesse caso, “a farda”, quando completam os oito anos de idade, como é o caso de Jambo

entrevista
“Não decidi voto”, diz Vanderlan sobre indicação de Dino para o STF

Afirmação foi feita durante entrevista no podcast Papo de Garagem

faltou dizer
Lula, meu caro presidente, o Congresso de hoje não é o de 2010

Um levantamento feito pelo jornal O Globo mostrou que das 75 proposições apresentadas pelo governo federal no Congresso neste primeiro ano do terceiro mandato de Lula, apenas 18 foram aprovadas. Conforme o jornal, trata-se do pior resultado em mais de 30 anos, incluindo os dois mandatos anteriores do petista. Mas mais preocupante para o governo do que a baixíssima taxa de aprovação das propostas do Planalto é justamente o esforço tremendo feito para ampliar a quantidade de votantes com o governo - esforço esse que parece ter resultado em uma base infiel e que joga conforme a maré.

A dança das cadeiras do governo foi grande e contínua, desde o início do ano, para acomodar as dezenas de indicações partidárias como condição dessas siglas para compor a base governista. Uma das últimas - e mais emblemáticas - foi a demissão de Ana Moser do Ministério dos Esportes para acomodar um indicado do pP, André Fufuca, e o remanejamento de Márcio França para acomodar Silvio Costa Filho na pasta de Portos e Aeroportos e, assim, sanar a sede do Republicanos.

Com a chegada do pP e Republicanos, o governo passou a contar, em tese, com cerca de 370 votos na Câmara (número não muito distante dos longínquos 2010, ano em que Lula fechou o segundo mandato com pouco mais de 380 votos). E mesmo assim, o governo parece ter receio da não aprovação das propostas mais simples.

O que Lula dá sinais de não entender - nem mesmo com o baixo índice de aprovação de matérias palacianas - é que o Congresso de hoje não é mais o mesmo de quase 15 anos atrás. Ao tratar como fidelizados os votos de partidos do Centrão angariados com a acomodação de indicados, Lula parece entrar na ilusão de estar, ainda, em 2010 quando sua taxa de aprovação beirava os 90% e o Parlamento dançava conforme a música tocada pelo Planalto.

Até no quintal petista as cismas e desconfianças parecem dar flores. Não nos esqueçamos do líder governista, Jacquer Wagner, que contrariando frontalmente a orientação do partido e do Palácio, votou a favor da PEC que proíbe decisões individuais do Supremo Tribunal Federal (STF).

O presidente lida hoje com um Congresso que vigia de perto cada passo, cada mínimo respiro que ele dá, e se o presidencialismo brasileiro é, em sua essência, refém eterno do Congresso, com Lula o cativeiro é mais embaixo.

Ou Lula se atenta para dar foco e forma para sua base, começando por definir um líder que, no mínimo, seja fiel ao governo no que se espera que seja, ou que se prepare para terminar o mandato com popularidade abaixo de zero ou, pior - nem terminá-lo.

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