Por Redação
O suplente de deputado federal deve ser candidato pelo PL de Jair Bolsonaro, Wilder Morais e Major Vitor Hugo... e com o apoio de Ronaldo Caiado e Daniel Vilela
A eleição tende a ocorrer entre março e abril e será marcada pelo TRE de Goiás. A oposição pode bancar Atenilson Pedreiro
O senador Jorge Kajuru, do PSB, deve fechar uma parceria político-eleitoral com o PT de Adriana Accorsi e Rubens Otoni
Se Agenor Rezende desistir de enfrentar o sobrinho, há a possibilidade de Flávia Resende disputar com o prefeito, que, no momento, lidera as pesquisas de intenção de voto
Ela é mulher de Gustavo Mendanha, é evangélica e puxa o MDB para a campanha do presidente da Assembleia Legislativa
Em 1998, Henrique Santillo, como governador, contribuiu pra vitória de Nion Albernaz. Bruno Peixoto e Jânio Darrot operam pra obter o apoio do líder do União Brasil
A tendência é que políticos do PSD, como Francisco Júnior, apoiem o candidato a prefeito da capital bancado pelo governador Ronaldo Caiado
Dioclécio Araújo de Lira tem o controle da máquina e, por isso, é candidato forte à reeleição. Mas a adversária já foi eleita duas vezes, em 2012 e 2016
A cotação do vereador Clodoaldo Santinelo caiu e agora o nome mais é citado é o do médico e empresário, que deve se filiar ao MDB
A médica Rose Cruvinel é o que se pode chamar de uma força da natureza. Decente e posicionada, a pediatra e sanitarista já foi vereadora — das mais atuantes.
Rose Cruvinel é mãe do deputado estadual Virmondes Cruvinel, do União Brasil.
A ex-parlamentar decidiu ser candidata a vereadora em Goiânia depois de receber incentivos de líderes comunitários, classistas, religiosos, de conselheiros tutelares e de ex-colegas vereadores. “Se a Doutora Rose for eleita, a Câmara ganhará em arrojo e em termos de moralidade”, afirma um vereador.
O governador (e médico) Ronaldo Caiado e Virmondes Cruvinel convidaram Rose Cruvinel para disputar mandato na capital. No pós-pandemia da Covid, mas já com outros problemas, como a dengue, a médica poderá, como vereadora, dar sua contribuição para, possivelmente, ampliar e melhorar o setor de saúde. (E.F.B.)
O quando é de indefinição. O vereador Mateus Henrique, do pP, também teria colocado seu nome para a disputa. O vice-prefeito Matheus Ramos é visto como favorito
De acordo com um membro do Republicanos, a deputada federal vai apoiar o candidato do partido a prefeito de Rio Verde, Osvaldo Fonseca Júnior
Visitação é gratuita e vai até 4 de fevereiro. Museu abre de terça-feira a domingo, das 8h às 12h e das 13h às 17h
O ex-ministro José Dirceu, que ocupou a Casa Civil durante o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aproveitou um processo do petista no Supremo Tribunal Federal (STF) para buscar a anulação de duas condenações relacionadas à Operação Lava Jato. Com informações de Fausto Macedo, no Estadão.
A defesa de Dirceu alega parcialidade do ex-juiz Sergio Moro, atual senador, na sua condenação, semelhante ao reconhecimento feito no caso de Lula pelo STF em 2021. O objetivo é anular sentenças que somam 32 anos de prisão por corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Em seu pedido ao STF, a defesa de Dirceu argumenta que as ações de Moro, questionadas pelos ministros no caso de Lula, também afetaram o ex-ministro, que chegou a ficar dois anos preso preventivamente na Lava Jato.Alega-se que a investigação e detenção de Dirceu foram parte de um “projeto” da força-tarefa de Curitiba, em alegado “conluio” com Moro, para atingir Lula. Os advogados sustentam que o ex-juiz tinha um “projeto político e pessoal” vinculado à “bancarrota” do PT.
O pedido, endereçado ao ministro Gilmar Mendes, crítico dos métodos da Lava Jato, argumenta que a suspeição reconhecida de Moro deve ser estendida a Dirceu, exigindo a anulação dos processos criminais em curso.
O documento cita conexões entre as acusações e julgamentos de Dirceu e Lula, alegando que ambos eram alvos de uma estratégia conjunta da força-tarefa e do magistrado.
Colaboração extra
Por meio de seu perfil no X (antigo Twitter) o ex-ministro da Casa Civil obteve um apoio que pode trazer elementos importantes para a configuração da suspeição.
O empresário Tony Garcia, que se autodenomina “espião” de Sérgio Moro em diversos processos e agora vive uma cruzada nas redes sociais contra o ex-juiz, manifestou-se em seu perfil dizendo que pode ser testemunha de Dirceu nessa tentativa:“Posso afirmar e provar perante a justiça que fui OBRIGADO por @SF_Moro em CONLUIO com @deltanmd. Januário Paludo e Carlos Fernando a dar entrevista para a revista Veja em 2005 com acusações FORJADAS por eles imputando culpa a José Dirceu. O roteiro dizia que fui testemunha ocular de dinheiro em espécie dentro de um jatinho, o qual, seria entregue a Zé Dirceu e ao @ptbrasilem SP”, escreveu Garcia.
“Caso me recusasse, seria preso e teria acordo quebrado. Diante da gravidade desse acontecimento histórico, me sinto na obrigação de me colocar a disposição da defesa de José Dirceu em me arrolar como testemunha onde apresentarei provas do início da perseguição implacável de Moro, Deltan e MPF-PR contra o PT usando Zé Dirceu. Só posso tornar público essas acusações graças ao Dr. Appio que remeteu meu acordo ao STF, caso contrário, esses criminosos ficariam impunes.”
Semad apreendeu máquinas avaliadas em R$ 1,35 milhão, embargou área e lavrou auto de infração no valor de R$ 65 mil

