Por Raphael Bezerra

Diplomado em Comunicação Social - Jornalismo em 2021, Raphael Bezerra tem experiência na cobertura do Caderno de Cidades, Política e Economia. Gosta de contar histórias cotidianas, rotineiras. Por vezes banais e burocráticas. O fato e o antigo, nunca desinteressantes...
Encontramos 3122 resultados
Goiânia
Rogério Cruz assina projeto de progressão para servidores operacionais

O projeto deve seguir para a Câmara ainda esta semana

Mais Médicos: governo abre mais 10 mil vagas para o programa

O edital prevê um modelo de coparticipação, no qual o ministério desconta o valor da bolsa dos médicos do repasse do piso de Atenção Primária à Saúde

Política
Prefeitos petistas não vão a encontro com presidente da legenda Gleisi Hoffman

O único prefeito petista que compareceu ao eventos foi o da Cidade de Goiá

Política
Gleisi Hoffman defende reforma tributária e fala sobre perdas de arrecadação

Presidente do PT visitou Goiânia para discutir o impacto das ações do governo Lula em Goiás

Notívagos correm risco de morrer cedo

Um estudo conduzido pela Universidade de Helsinque, na Finlândia, indica que indivíduos que seguem um estilo de vida noturno têm maior probabilidade de morrer jovens em comparação com aqueles que têm hábitos diurnos. Os pesquisadores acompanharam aproximadamente 24 mil gêmeos ao longo de 37 anos, entre 1981 e 2018, a fim de analisar seus hábitos de vida e investigar os efeitos do estilo de vida noturno. Os resultados desse estudo foram publicados recentemente na revista Chronobiology International.

Os resultados revelaram que cerca de 10% dos participantes se consideraram noturnos no início do estudo, enquanto 33% afirmaram preferir ficar acordados até tarde. Por outro lado, 29% dos participantes se identificaram como matutinos e 27,7% mostraram uma preferência pela manhã.

Descobriu-se que os participantes com hábitos noturnos apresentavam um risco 9% maior de morte ao longo do período do estudo. No entanto, os pesquisadores destacaram que o horário de dormir em si não era o principal fator de risco, mas sim os hábitos associados a esse estilo de vida.

Saúde precária

De acordo com a equipe de pesquisa, os indivíduos que ficam acordados até tarde tendem a ter uma saúde mais precária, pois são mais propensos a consumir álcool e fumar. Dois terços dos participantes noturnos eram fumantes ou ex-fumantes, e apenas 22% afirmaram nunca consumir bebidas alcoólicas.

Além disso, os participantes noturnos também apresentavam uma maior propensão a dormir menos de oito horas por dia, que é o tempo recomendado pelos especialistas em sono para a manutenção adequada do organismo, com benefícios para imunidade, humor, cognição e longevidade.

Por outro lado, menos da metade dos participantes que se consideravam matutinos eram fumantes, e 33% afirmaram nunca beber álcool. O pesquisador Christer Hublin, do Instituto Finlandês de Saúde Ocupacional em Helsinque, ressaltou: "O aumento do risco de mortalidade associado a ser uma pessoa claramente 'noturna' parece ser explicado principalmente pelo maior consumo de tabaco e álcool".

Esses resultados destacam a importância de adotar um estilo de vida saudável, independentemente do horário preferido para dormir. Controlar o consumo de tabaco e álcool, além de garantir horas adequadas de sono, pode contribuir para uma vida mais longa e saudável.

Ministro do STF suspende sigilo de relatório da PF sobre mensagens golpistas no celular de Cid

Segundo a Veja, foram encontradas mensagens no celular de Mauro Cid que indicavam um "roteiro de golpe"

Nonô Noleto lança seu livro “Roda de Saia” durante o FICA

O evento acontecerá na Livraria Leodegária, localizada no Mercado Municipal de Goiás

Habitação
Domicílio: Goiás tem o 2º pior percentual de moradias próprias do país

O percentual de pessoas que moram em casas próprias já quitadas em Goiás é de 50,7%, revela pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). O número representa uma queda considerável desde que a série foi iniciada em 2016, quando 60,1% dos domicílios eram próprios e quitados.

O resultado coloca Goiás com o segundo pior desempenho, ficando atrás apenas do Distrito Federal, onde apenas 46,1% se encaixam na descrição. Por outro lado, houve aumento dos domicílios alugados (27,3%) e dos domicílios próprios de algum morador – ainda pagando (11,5%).

Aluguel ganhou mais peso

A pesquisa também revelou que o aluguel de imóveis ganhou mais importância na habitação dos brasileiros entre 2016 e 2022. Em todo o país, 21,1% dos domicílios eram alugados em 2022, um aumento em relação aos percentuais observados em 2016 (18,5%) e 2019 (19,3%).

As regiões que apresentaram os maiores percentuais de domicílios alugados foram a Região Centro-Oeste, com aumento de 3,3 pontos percentuais, e a Região Sul, com aumento de 2,3 pontos percentuais.

Em relação à propriedade dos imóveis, a pesquisa mostrou que, no país como um todo, o percentual de imóveis próprios e já quitados passou de 66,7% em 2016 para 64,8% em 2019 e 63,8% em 2022. Outras condições de ocupação dos imóveis observadas foram domicílios próprios ainda em pagamento (6%), cedidos (8,8%) e outras condições de ocupação (0,2%).

Eleição
Fazendeiros em terras indígenas doaram quase R$ 4 milhões para ruralistas

Pesquisa mostra ainda que 42 políticos tem terras sobrepostas a áreas indígenas

Infraestrutura
Goiás tem 127 obras paralisadas com recursos federais na área da Educação

Ao todo, são 458 obras paralisadas em diferentes setores de um total de 873

Marcelo Solá abre hoje exposição no Centro Cultural da UFG

A exposição apresenta um conjunto de obras visualmente impactantes, repletas de enredos gráficos e atmosferas misteriosas

Projeto que inclui PGE no CAT terá audiência pública antes da votação

Governo encaminhou aditivo que os procuradores do estado terão apenas atribuições opinativas

Hetrin conquista certificado de qualidade nacional

A avaliação permite que as organizações se aprimorem em segurança dos processos, gestão integrada e maturidade institucional

Drama de ciclistas em Goiânia reflete mobilidade precária de todo o País

Brasil precisaria investir R$ 295 bilhões até 2042 em infraestruturas urbanas de modais em suas 15 principais regiões metropolitanas

Pit dog´s de Aparecida podem se tornar patrimônio cultural da cidade

Tradição gastronômica de Goiás desde os anos 60, os pits dogs e os famosos x-saladas são alvos constantes de empresários de outros estados que tentam registrar essa marca. O modelo é tombado como patrimônio cultural no estado desde 2020, quando a Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) aprovou e o governador sancionou a matéria.

A Câmara Municipal de Aparecida de Goiânia aprovou um projeto de lei que declara os pit dog´s como patrimônio cultural e gastronômico da cidade. A proposta é importante, segundo o presidente do Sindicato dos pit dog´s, Ademildo Godoy, para resguardar e preservar os comércios em Goiás. "Nos últimos 20 anos mais de 200 pit dogs foram guinchados, fechados ou destruídos. Por isso é importante ter essa proteção e cada município tem o direito de criar as suas próprias legislações".

"Pit Dog é uma tradição nossa há mais de 50 anos. Algumas empresas que nem de Goiás são tentaram registrar a marca do pit dog junto a um instituto de registro, mas nós vamos atrás para registrar a nossa marca", aponta Godoy.

A proposta do vereador Elio Bom Sucesso torna os estabelecimentos de interesse social, sujeito a regime especial, deixando-os protegidos contra destruição, deterioração ou utilização inadequada.

Reforma e padronização

Em parceria com universidades de Goiás e o poder público, o Sindicato dos Pit Dog´s garantiu projetos para a transformação e reforma de diversos estabelecimentos. "Mais de estabelecimentos foram construídos de alvenaria, seguindo esse projeto elaborado pelo arquiteto Edinardo Rodrigues Lucas em parceria com a UFG e a PUC", explica.