Por Euler de França Belém
Deputado vice-campeão de voto, em São Paulo, o humorista publica o livro “Pior Que Tá Não Fica”, título que é uma síntese do Brasil de Dilma Rousseff
Acordo previa, segundo Lêda Selma, que a vice seria a próxima presidente da Academia Goiana de Letras
A eleição para presidente da Academia Goiana de Letras (AGL) está sendo realizada nesta quinta-feira, 17. Estão disputando Lêda Selma [a primeira, à esquerda, na foto] e Aidenor Aires. “A disputa é democrática, mas havia um acordo que, como vice-presidente, eu seria a próxima presidente”, afirma Lêda Selma. “Romperam o acordo. A vice, eu, era apontada como a candidata natural.”
A escritora sublinha que coordenou sua “campanha” — uma referência aos que a apresentam pura e simplesmente como “a” candidata do presidente da AGL, Getúlio Targino. “Entre meus apoiadores estão, entre outros, Gilberto Mendonça Teles, Bariani Ortencio, Edival Lourenço e Emílio Vieira. Tenho orgulho de ter o apoio de pessoas mais velhas, pois são respeitáveis, com obras de qualidade, mas também tenho apoio de escritores mais jovens, como o Edival Lourenço.”
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Luiz Fernando Rocha Lima, Cileide Alves e André Rodrigues estão fora do quadro de comando. O primeiro já havia perdido o cargo de diretor de Jornalismo há algum tempo
As quedas de Cileide Alves, ex-editora-chefe, e André Rodrigues, ex-editor adjunto — foram “promovidos para baixo”; a primeira para o cargo de editora de “Opinião” e o segundo para o cargo de editor de “Arte” —, sinaliza o fim da era de Luiz Fernando Rocha Lima [foto acima] em “O Popular”. Na quarta-feira, 16, o nome de Rocha Lima, o Nando, assim como o de Cileide Alves e André Rodrigues, saiu do expediente do jornal.
Rocha Lima já não era o diretor de Jornalismo há algum tempo. O presidente do Grupo Jaime Câmara, Cristiano Roriz Câmara, o havia afastado.
O triunvirato que de fato manda no jornalismo de “O Popular” é composto do vice-presidente Maurício Duarte, do consultor Eduardo Tessler e do editor-executivo Fabrício Cardoso. Eles são chamados na redação de “os estrangeiros”, porque nenhum é de Goiás.
André Rodrigues também não é mais editor adjunto e o comando passa pelas mãos de Fabrício Cardoso
O consultor Eduardo Tessler [foto acima] reuniu-se com a redação de “O Popular” na quarta-feira, 16, e anunciou as mudanças no comando editorial.
“Promovida para baixo”, Cileide Alves é a nova editora de “Opinião”. Se quiser, foi alertada, pode trabalhar em sua própria casa. A jornalista dificilmente continuará no jornal.
Luciano Martins, Silva Bittencourt e Fabrício Cardoso [foto acima] são os editores-executivos. Na prática, Fabrício Cardoso funcionará como editor-chefe e, como tal, deverá se reportar Eduardo Tessler, ao menos num primeiro momento, e, sobretudo, ao vice-presidente Maurício Duarte. Este reportar-se ao presidente do Grupo Jaime Câmara, Cristiano Roriz Câmara. É a cadeia de comando. André Rodrigues foi rebaixado de editor adjunto para editor de arte. A redação aprovou a mudança e, aliviada, admitiu que Cileide Alves tinha menos prestígio do que a rainha da Inglaterra.
Todas as editorias foram extintas. Repórteres que não apresentarem texto final — ou que cometerem plágio — serão demitidos sumariamente.
Na reunião não foi comentado o assunto, mas a redação ficou sabendo que o salário de Cileide Alves cairá de 25 mil para 15 mil reais.
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O jornalista afirma que está em busca de novos desafios profissionais
O nome de Cileide Alves [foto de seu Facebook] não aparece mais no expediente do jornal “O Popular” — nem como editora-chefe nem como editora opinião. Entre os repórteres do jornal comenta-se que a “promoção para baixo” da profissional é uma sugestão para que deixe a empresa.
O cargo de editor-chefe foi extinto. Os jornalistas Fabrício Cardoso e Silvana Bittencourt assumiram como editores-executivos, mas com as funções de editores-chefes. Os nomes deles aparecem no expediente.
Fabrício Cardoso, Luciano Martins e Silvana Bittencourt são os novos comandantes da redação do jornal do Grupo Jaime Câmara
Cileide Alves foi “promovida” a editora de “Opinião” do jornal “O Popular”. O cargo de editor-chefe, que era ocupado pela jornalista, foi extinto pelo Grupo Jaime Câmara.

